Aquecimento global por causa do desmatamento será mais alto do que o estimado previamente

como sempre a ciência desenhando o óbvio para quem ainda teima em não querer entender.

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O professor do Departamento de Física da Universidade São Paulo (USP), Paulo Artaxo, informou em sua página na rede social Facebook sobre a publicação de um artigo na revista Nature Communications onde fica apontado que o desmatamento de florestas vai provocar um aquecimento do clima global muito mais intenso do que o estimado originalmente. Isto ocorrerá devido às alterações nas emissões de compostos orgânicos voláteis biogênicos (BVOC) e as co-emissões de dióxido de carbono com gases reativos e gases de efeito estufa de meia-vida curta.  O artigo aponta que que as emissões de florestas que resfriam o clima (BVOCs) serão reduzidas, implicando que o desflorestamento pode levar a temperaturas mais altas do que o considerado em estudos anteriores. 

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Levando em conta todos estes fatores (CO2, VOCs, CH4, albedo, etc), os autores do artigo observaram que as emissões das florestas que esfriam o clima têm um papel enorme na regulação…

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População de Bertioga se mobiliza contra transposição em santuário ecológico

Vocês sabiam disso? Eu não tinha a menor ideia… Quanta coisa estão fazendo por aí debaixo de nossos narizes não?

A realidade precisa vir com mais força e precisamos nos mexer mais!
(Arnaldo V. Carvalho)

Em 2016 e 2017 abordei em diferentes momentos o imbróglio envolvendo a transposição do Rio Itapanhaú, o qual está localizado de uma área de alto interesse ecológico no litoral de São Paulo [1, 2 e 3].
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Como apesar de todas as evidências contrárias à realização ou mesmo necessidade dessa obra o governo de Geraldo Alckmin não parece disposto a desistir, a população do município de Bertioga está optando por não dormir em berço esplêndido e está se organizando para impedir a transposição do Rio Itapanhaú.

O movimento contra a transposição e pela proteção do Rio Itapanhaú possui ainda uma página na rede social Facebook onde ações e atos estão sendo divulgados [4]. Um exemplo disso é a convocação que reproduzo abaixo para um ato que deverá ser realizado no dia 27/1.

Grande ato da população bertioguense pelo Rio Itapanhaú! 

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Salve o Rio Itapanhaú

Dia 27 de…

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Muito além do fogão solar

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Recentemente divulgamos aqui o evento sobre cozimento de alimentos por energia solar (CONSOLFOOD 2018) a ocorrer em janeiro 2018 em Portugal. Prontamente nosso amigo e colaborador Ary Bon nos enviou o site: Solar Central (em inglês), que trata das mais diversas utilizações da energia solar pelo ser humano. O futuro está no sol.

Obrigado Ary!

 

 

Consolfood: você sabe o que é cozinhar com energia solar?

Departamento de engenharia da Universidade do Algarve, em Faro (Portugal) abrigará convenção sobre a tecnologia em janeiro de 2018

“Muitas pessoas em países em desenvolvimento estão queimando madeira, carvão ou mesmo lixo para ter fogo para processos culinários, porque eles não tem acesso a eletricidade ou gás”. A queima ineficiente de madeira, carvão, esterco e resíduos de plantas está causando problemas de saúde, desmatamento e emissão de gases de efeito estufa. A introdução de  fogões solares em áreas ensolaradas para cozinhar, secar alimentos e esterilizar água é crucial”.

Assim começa a capa do site que anuncia o evento, já mostrando a essencialidade do tema.

Previsto para o início de janeiro de 2018. O site é 100% em inglês, visando um grande encontro internacional sediado em Portugal.

Mais informação: http://www.consolfood.org

Helioterapia

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Helioterapia

A cura que vem do sol

Por Andrea Guedes

Ora vilão, ora mocinho. Para dar um basta á polêmica sobre riscos e benefícios dos raios solares, adeptos da helioterapia entram em defesa do astro-rei e garantem que ele combate desde inflamações a doenças respiratórias. Para quem contesta, terapeutas fazem questão de lembrar que a cura por meio da luz solar é velha conhecida desde as antigas civilizações, a exemplo dos mesopotâneos, que não dispensavam a exposição ao Sol para fins terapêuticos.

Segundo o terapeuta holístico Jorge Melo, membro do Comitê Científico Internacional de Pesquisas das Medicinas Ancestrais Naturais, a sabedoria dos povos antigos está ganhando força nos dias hoje, e cada vez mais recorre-se à natureza para a solução dos problemas físicos. A helioterapia, portanto, representa uma dessas práticas que estão vindo à tona no início do terceiro milênio. “Tudo depende da energia do sol”, destaca o especialista.

No nosso corpo, o astro-rei age na transformação do ergosterol em vitamina D, essencial para a absorção do cálcio e responsável pelo fortalecimento dos ossos, unhas e dentes. Por isso, banhos de sol são amplamente recomendados, sobretudo para a terceira idade pois são excelentes aliados no combate à osteoporose.

As vantagens dos raios solares, conforme prega a helioterapia, vão além. Melo frisa que o sol atua em problemas brônquio-respiratórios, além de matar germes e bactérias, facilitando a cicatrização. “No Nordeste brasileiro, são comuns casos de Leishmaniose, doença infecto-contagiosa que causa uma espécie de ferida na pele. A medicina convencional receita 90 injeções de antibiótico, que causa efeitos colaterais fortes. Nesses casos, a helioterapia é recomendada porque o sol age na cicatrização e, dependendo do caso, o tratamento leva menos tempo”, explica o terapeuta.

A terapia é simples. Segundo Melo, em média a exposição ao sol deve ser feita de forma progressiva, conforme as necessidades de cada paciente, até que se obtenha os efeitos desejados. Não há lugar específico e a roupa deve ser leve. Outra recomendação é que os raios solares entrem também nos ambientes da casa. “Onde não entra o sol, entra o médico”, sintetiza. Em dias nublados, o tratamento não é interrompido, já que os raios solares continuam incidindo sobre a Terra.

A medicina convencional também utiliza os benefícios do astro-rei. Para a dermatologista Shirlei Borelli, o sol ficou estigmatizado pelos danos causados pela super-exposição, deixando de ser salientado por suas ações benéficas. “Por isso, o lema da Sociedade Brasileira de Dermatologia é o ‘sol na medida certa'”, aponta. Segundo ela, os raios têm efeito anti-inflamatório e imuno-modulador celular. “Pacientes com vitiligo, por exemplo, precisam do sol para que haja pigmentação da pele”, diz.

O dermatologista Abdiel Figueira Lima, presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia – regional Rio de Janeiro , complementa que doenças como psoríase e dermatite atópica, entre outas, são tratadas com a irradiação ultra-violeta, principal feixe luminoso do espectro solar. “Preferimos, no entanto, os meios artificiais, pois é utilizado apenas um comprimento de onda específica, no caso a UVA, para não produzir conseqüências”, destaca Lima.

Moderação, portanto, é a principal recomendação dos especialistas. Para usufruir as ações solares sem correr o risco de queimaduras, os horários ideais são entre 8h e 10h, ou após às 16h. Mauro Y. Enokihara, professor do Departamento de Dermatologia da Unifesp, ressalta que é preciso considerar os fatores de risco individuais do câncer de pele, como a genética. Por isso, mesmo nesses horários o uso do filtro solar é fundamental. Com os cuidados necessários, que venha o sol!

Fonte: http://www.maisde50.com.br/artigo.asp?id=5143

O que é Somaterapia?

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SOMATERAPIA

Por João da Mata – somaterapeuta

A Soma, uma terapia anarquista, foi criada e desenvolvida no Brasil pelo escritor e terapeuta Roberto Freire para ser um instrumento para aqueles que buscam respostas originais em suas vidas, procurando entender o comportamento político humano em sociedade à partir do cotidiano das pessoas. São as micro-relações que produzem o germe do autoritarismo social, num jogo de poder e sacrifício onde valores capitalistas como a competição, o lucro e a exploração já não podem ser tratados apenas como questões de mercado e ideologia.

Baseado nas pesquisas de Wilhelm Reich, dissípulo dissidente de Freud, a Soma nasceu de estudos sobre o desbloqueio da criatividade. Através de exercícios teatrais, jogos lúdicos e de sensibilização, Freire foi criando uma série de vivências que possibilitam uma rica descoberta sobre o comportamento e suas inúmeras nuances. Perceber como o corpo reage diante de situações tão diferentes, como a agressividade, a comunicação, a sonsorialidade, a sensualidade e sua relação com sentimentos e emoções, permite um resgate daquilo que nos diferencia enquanto intividualidade, para criar um jeito novo, a originalidade contra a massificação.

Assim, a Soma se constitui como um processo terapêutico corporal e em grupo, com conteúdo político explícito, o anarquismo. A terapia tem tempo determinado (cerca de um ano e meio) e é realizada em sessões de três horas cada (são quatro por mês) em vivências com exercícios corporais e dinâmica de grupo. Buscando uma ampliação do caráter libertário da Soma, há dez anos estamos utilizando a capoeira angola também como parte integrante da terapia. Fazer Soma, viver o processo de um grupo diante do desafio de produzir relações mais sinceras e solidárias é buscar saídas práticas na construção de uma sociedade mais livre e justa: mais tesudas. Tentar ser algo mais do que um indivíduo perdido entre redes de controle social.

“…não é apenas uma terapia. É uma terapia lúdica e uma pedagogia nova. É poder se conhecer na diversão e, divertindo-se conhecer o outro. Estimular a solidariedade e a sinceridade como princípios da relação.”

Para maiores informações e/ou contatos com João da Mata:

Telefone: (21) 2205-5519 ou 9871-3684
e-mail: joaodamata@somaterapia.com.br
site SOMA: http://www.somaterapia.com.br

Hipnose

https://i2.wp.com/the-martyan-chronicles.com/wp-content/uploads/2014/06/spiral_by_10binary-d3dbvut-620x620.pngHIPNOSE

Ainda hoje, quando se fala em Hipnose, existe toda uma aura de fascinação, de mistério e de muitos conceitos pré-concebidos, geralmente da parte de pessoas e entidades que não têm a mínima noção do que realmente seja a Hipnose.

Este procedimento terapêutico (a HIPNOSE ou HIPNOTERAPIA), começou a ser avaliado como um recurso clínico, por volta do ano de 1860, através de um Professor de Medicina, o médico austríaco de nome Franz Anton Mesmer. Por isso mesmo, começou a ser divulgado com o nome de mesmerismo, ou magnetismo animal.

Desde J. B. Rhine(1), os conceitos sobre o uso e a utilização da Hipnose como recurso válido e clínico ou terapêutico, vêm sendo revistos por todos os que anteriormente eram totalmente contrários à idéia.

Simplificando o conceito da hipnose ao máximo, pode-se dizer que ela trata de ensinar aos clientes qual é a melhor maneira de utilizar suas energias em seu próprio benefício.

As pessoas têm uma tendência muito grande a duvidar de si mesmo. Por isso, aplica-se no consultório este ensinamento, mostrando como “desipnotizar” de suas mentes as idéias fixas sobre suas doenças, fraquezas e limitações.

Assim, já temos o nosso próprio conceito, e para respaldar seu uso, criamos o Conselho Regional de Terapeutas, órgão normatizador e fiscalizador, registrado junto aos Ministérios do Trabalho e da Educação.

Há 34 anos, o Instituto Nacional de Parapsicologia Psicobiofísica e Ciências Mentais (INPPCM), vem formando técnicos especialistas no uso da hipnose.

Ela é um recurso a mais no tratamento de várias etiologias, e até mesmo como um substituto da anestesia em alguns casos. Através dessa técnica se pode tratar casos que a medicina tradicional não conseguiu resolver ou para se evitar o uso e abuso de substâncias medicamentosas.

Com o uso da Hipnose em consultórios, pode-se tratar de Fobias, Traumas, Ansiedade, Ejaculação precoce, Impotência sexual, Depressão e principalmente desvios de comportamento como a Timidez acentuada, a gagueira, cacofonias, e de casos considerados como hiperatividade com excelentes resultados.

1. Responsável pela consagração da parapsicologia como o estudo científico das capacidades extrasensoriais

Escrito por Carlos Alberto Medeiros para o PORTAL VERDE (2004)

 

Prof. Carlos Medeiros, Hipnólogo (Terapeuta e instrutor), especialista em Psicobiofísica, Hipnoterapia e Programação Neurolingüística. Ele oferece terapias de Regressão de Memórias, Hipnoterapias, workshops, palestras e cursos de hipnose como recurso terapêutico, autoconhecimento e desenvolvimento mental, entre outros.