CAÇA AOS ORGÂNICOS I- Como consumir orgânico no Rio de Janeiro, com confiança e preço!

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Caça aos Orgânicos (RJ)

A busca de consumir orgânicos com qualidade e preço possível começou!

Arnaldo V. Carvalho

Este é o primeiro de um projeto de artigos sobre consumo de orgânicos no Rio de Janeiro.

Desde criança, consumir somente alimentos e produtos orgânicos foi um sonho, compartilhado por minha mãe comigo. Ainda tenho lembranças da lojinha da ABIO que até hoje funciona em Niterói e onde eventualmente conseguíamos algo. Nos tempos em que o Portal Verde* existia fisicamente, cheguei a ser um consumidor mais regular; Ainda chegamos a contar com uma pequena loja orgânica na Igreja Messiânica que funcionava na época. E também consumi brevemente pela Rede Ecológica, graças à amiga Rosângela Laranja. Tudo sempre com comedimento, pois infelizmente a situação econômica nunca me permitiu ser um consumidor 100% orgânico. A vontade é muita, e quanto mais sigo estudando e aprendendo, e ao mesmo tempo quanto mais a realidade da agricultura convencional se torna mais e mais perversa (a quem desejar explico) mais sinto necessidade de me virar para essa linha de produtos. Mas eles seguem muito caros, e ainda é difícil o acesso.

 

Contudo, novas alternativas vêm surgindo. Graças principalmente às novas tecnologias, os produtores e os consumidores estão se aproximando, e a eliminação de intermediários pode garantir preços melhores para os dois lados. Somado a isso, certos produtos mesmo no supermercado já são encontrados por preço similar ao convencional, ou ao menos sem uma diferença tão disparatada como a que se via antes. Nos últimos meses tenho comprado por diferença insignificante de preço alguns orgânicos em supermercados convencionais: arroz, banana e açúcar demerara são exemplos. Outros, embora mantenham pequena diferença, ainda assim têm preços atrativos pelo valor naturalmente agregado.

 

Em junho deste ano, Erica Sepulveda publicou uma ótima pesquisa com formas diversas de entrar em contato com o mundo dos orgânicos, cada um com peculiaridades e vantagens. A matéria está em: http://www.recicloteca.org.br/agronegocio/do-produtor-ao-consumidor-como-comprar-organicos-no-rio-de-janeiro/ e é excelente.

 

Para complementar o trabalho da Erica, revi as indicações, e criei uma tabela enxuta para que todos possam comparar e optar.

 

Opções de consumo consciente, orgânico, sustentável (Rio de Janeiro)

 

Rede Secos Perecíveis Taxas Mínimo mensal Entrega OBS:
Rede Ecológica Sim Sim R$80, 60, 40 (semanal, quinzenal e mensal respectivamente) Ponto de retirada
Clube Orgânico Não Sim R$100,00 anual R$355,00 (14 itens semanais) Sim, R$40,00 semana Não há escolha do que comprar
Junta Local Sim Sim

Mas tem sacola virtual semanal
Feiras itinerantes

? Produtores de orgânicos mas não só, comida artesanal se juntam
Organomix Sim Sim Sim Verdadeiro supermercado natural virtual
Feiras Sim Sim Feira livre tradicional mas só de produtores ecológicos
Uni-Orgânico Sim Sim R$50,00 mensal Sim, com taxa Reunião de produtores e consumidores na forma de associação
Supermercados
convencionais
Sim Sim Alguns supermercados conseguem oferecer bons preços eventuais em orgânicos

 

Boas compras, e bom consumo consciente!

 

***

* Arnaldo V. Carvalho é naturopata, e escreve sobre consumo consciente, entre outros temas. www.arnaldovcarvalho.com

 

** Portal Verde foi um espaço que reunia terapias, cursos, eventos, projetos e lojinha de produtos, e funcionou de 2000-2008. Atualmente, segue vivo lançando notícias sobre qualidade de vida e saúde natural, através do site/blog www.portalverde.com.br

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Tribo indígena lança game sobre sua cultura

Por Vicente Carvalho
FONTE: http://www.hypeness.com.br/2016/01/tribo-indigena-no-acre-cria-game-sobre-sua-propria-historia-para-nao-deixar-morrer-sua-cultura/

Sabemos que a tecnologia tem um papel crucial em nossas vidas, que a faz intervir em boa parte das coisas que fazemos e pensamos no nosso dia a dia. Mas como usar todo esse aparato tecnológico a favor de temas como o fortalecimento da cultura de um povo?

A resposta parece mais simples do que você imagina: em forma de jogo! Foi assim que o povo Huni Kuin conseguiu levar adiante sua história.

Isso mesmo – em uma incrível parceria entre indígenas e não-indígenas, uma equipe de programadores, artistas e antropólogos, junto com elementos da comunidade, criou um videogame que é uma verdadeira aula de história. O projeto se chama Huni Kuin: os caminhos da jiboia e trata-se de um jogo de plataforma de 5 fases, onde cada fase conta uma antiga história desse povo.

O objetivo do game, que poderá ser baixado gratuitamente pela internet, é levar um pouco dessa cultura para a sociedade brasileira através de uma mídia moderna e uma forma de inclusão para lá de inovadora.

Os responsáveis pela criação, indígenas e não indígenas, fundaram inclusive um coletivo de produções audiovisuais chamado Beya Xinã Bena (Cultura Novo Tempo). Assista ao vídeo e divirta-se aprendendo:

 

Teaser – Huni Kuin: os caminhos da jiboia from Beya Xinã Bena on Vimeo

 

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Coisas que ninguém te conta sobre o Rivotril

Blog do Luiz Antonio Silva 3

RIVOTRIL

Enquanto o Rivotril é enaltecido e utilizado por toda uma geração de forma indiscriminada como se fosse remédio para dor de cabeça, as pessoas que fazem uso desse medicamento pouco sabem sobre os efeitos de longo prazo desse psicofármaco.

O Rivotril é um remédio da classe dos benzodiazepínicos que  são drogas psicotrópicas, isto é, medicamentos que afetam a mente e o humor. Eles também são popularmente conhecidos como tarjas pretas, tranquilizantes, calmantes, ansiolíticos, medicamentos anti-ansiedade, sedativos, pílulas para dormir e hipnóticos. São prescritos principalmente nos quadros de ansiedade e problemas de sono.

Segundo dados da OMS cerca de 10% da população mundial utiliza os benzos. Desse montante, um terço faz uso regular e o restante ou  dois terços utilizam os benzos a mais de 180 dias. No Brasil, entre 2006 e 2010, o número de caixinhas vendidas de clonazepam saltou de 13,57 milhões para 18,45 milhões, um aumento de 36%…

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A mentira em que vivemos

Um vídeo caseiro, muito básico, mas bem feito, apelando a população que desperte para o mundo em que se vive.

Legendado.

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Hoje começa nossa primeira campanha Benfeitora!

ABRASHI - Associacao Brasileira de Shiatsu

https://www.youtube.com/watch?v=ljy7R315BNA

TEMOS APENAS CINCO DIAS DE CAMPANHA, para você realizar três coisas ao mesmo tempo (ou pelo menos algumas delas):

1. Ir ao Hanami em Nova Friburgo
2. Tornar-se membro ABRASHI, com desconto na anuidade
3. Ajudar a ABRASHI a comprar uma TENDA para utilizar nas ações em que promove o Shiatsu pelo Brasil!

Muitas recompensas SHIATSICAS para os apoiadores!!!! VAMOS!!!!

Acesse:

www.benfeitoria.com/shiatsunohanami

e participe!

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Multiorgasmos Contínuos (para homens e mulheres)

Multiorgasmos Contínuos (para homens e mulheres)

Por A. Fiorentim

A energia sexual é a mais arrebatadora do Universo! No entanto, é uma das mais desconhecidas e mal utilizadas pelo ser humano. O orgasmo é uma das mais intensas e gratificantes sensações da espécie humana. Mas, paradoxalmente, no homem (e em algumas mulheres), um orgasmo normal dura cerca de seis segundos, um tempo medíocre em relação aos vários minutos do multiorgasmo. Neste não só o grau do êxtase que representa uma superioridade em relação ao orgasmo comum, mas também a melhora da vitalidade, pois trata-se de orgasmos contínuos sem ejaculação, quer dizer, sem perda de substâncias vitais que estão no sêmen e sem desperdício de energia sexual.
No orgasmo ejaculatório há lassidão, cansaço e esfriamento afetivo. Como disse um homem multi-orgasmico: uma vez que eu ejacule, o travesseiro passa a ser mais atraente do que a minha namorada”. No orgasmo múltiplo não-ejaculatório tudo é ao contrário; aumenta a disposição, a afetividade, o tesão… No orgasmo comum há perdas de importâncias substâncias presentes no sêmen: compostos de zinco, sódio, potássio, cálcio, lecitina, enzimas, frutose, certos ácidos…
Vejamos o depoimento de uma mulher: “Eu não pude acreditar quando meu namorado teve um orgasmo sem ejacular pela primeira vez. Ele estava realmente sentindo mais prazer do que o habitual e eu pude sentir seu pênis pulsando. E para minha surpresa, além de não haver sêmen, momentos depois conseguimos continuar a fazer amor. Continua espantoso para mim que ele possa ter um orgasmo tão intenso sem ejacular. Agora, o que me surpreende é quando ele ejacula.” Entre nós, muitas mulheres acreditam que dar prazer a seus parceiros significa ajudá-los a ejacular!
Na sexualidade tântrica-taoísta, deleitar-se com um ou vários orgasmos contínuos não é em si a meta. “Esse climax de prazer é apenas parte de um processo do êxtase da relação sexual.”
Diante destes fatos, muitos homens (e até algumas mulheres) ficam perplexos e incrédulos, pois, acreditam, o propósito da relação sexual é a ejaculação – assim reza o condicionamento social! Para estes, orgasmo sem ejaculação é conversa de ET.
A maioria dos homens “aprende” sexo através da masturbação e da pornografia. Dessa forma, não sabem nada sobre a sábia e soberana arte da cama e não se preocupam com isso, porque acha que já sabem tudo! No oriente, o aprendizado sexual tinha um lugar de honra e era intimamente ligado a outras artes, e mesmo à religião e à espiritualidade. Tanto homens quanto mulheres estudavam os textos de práticas sexuais.
Na antiguidade do oriente, imperadores, reis e rainhas possuíam práticas sexuais superiores e diferenciadas de seus súditos. Segredos sexuais eram reservados para soberanos e iniciados que deles se utilizavam como um dos trunfos de influência e poder.
Além disso, no Taoísmo, a sexualidade era vista como um remédio muito eficiente, curativo e preventivo. Se alguém estava adoentado, u médico podia muito bem prescrever uma dezena de dias de regime de relação sexual (sem ejaculação), além de outras recomendações.
Em nossa sociedade, as mulheres foram condicionadas a dar prazer sexual aos homens. Na sexualidade tântrica-taoísta, a maioria das muitas técnicas que foram concebidas ajudava os homens a dar prazer às mulheres. E especialmente no Tantra hindu, a mulher é posta ao nível de deidade que deve ser reverenciada.
Embora no passado as técnicas sexuais fossem reservadas para pouquíssimas pessoas, hoje vemos uma necessidade premente de passá-las para o maior número possível de interessados, acreditando que o fundamento ético destes ensinamentos é de responsabilidade individual.
Meus estudos da sexualidade de vários povos se estende por mais de duas décadas. Após ter sido iniciado e experienciado alguns métodos, e pesquisado muito em literatura específica, cheguei a algumas conclusões muito óbvias. O mais importante é que não convém ao homem de hoje técnicas ou procedimentos tal e qual praticados há milênios – como o tantra hindu original. Basta usarmos o bom senso e o puro discernimento: hoje temos aperfeiçoado os meios de locomoção, de comunicação, de habitação, de escrita.
Também temos conhecimentos mais detalhados e precisos a respeito do corpo humano, da própria mente e da energética humana. Portanto, devemos convir que temos coisas a somar ao que se sabe do passado remoto.
Nesse assunto, meu papel foi tomar como base a sexualidade tântrica-taoísta, despojando-a de elementos que não mais procedem, adaptando-a ao nosso mundo ocidental de hoje e agregando-lhe procedimentos de suma importância.
Esse trabalho técnico-filosófico-afetivo, denominado de Holos-Sexo, tem sua culminância na prática sexual designada Risetra, equivalente ao atual Maithuna tântrico e ao Sexo Kung Fu taoísta. Uma verdadeira revisão do Tantra, que trata de atitudes libertadoras, rejuvenecedoras e de evolução interior consciente, eliminando preconceitos, tabus, repressões e pecados, e restabelecendo a naturalidade num ato sexual alquímico.

FIORENTIM
Professor de Yoga; Estudioso, há mais de uma década, da sexualidade de várias culturas; pesquisador dos processos energéticos e da consciencia; conferencista, escritor, engenheiro; diretor do Instituto Ortobio. http://www.ortobio.com.br

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Couve, o bife vegetal

blog Tudo Sobre Plantas

Couve-o-bife-vegetal-1

A couve está sendo chamada de bife vegetal pelo seu poder, mesmo grandioso, de nutrição. Comparada com outras verduras, está num patamar muito superior quando o tema são proteínas. Em tempos de revolução “verde”, onde ambientalistas defendem a redução da criação de animais (já que este seguimento da agro-indústria é tido como um dos maiores contribuintes para o aquecimento global), onde é cada vez maior o número de vegetarianos, e também dos defensores de uma alimentação mais saudável, há alimentos que estão recebendo o título de “futurefood”, ou a comida do futuro.

Causa disso, as investigações científicas vêm centrando-se em descobrir quais são os vegetais que podem suprir a alimentação do ser humano de uma maneira mais completa, principalmente em proteínas. Como resultado, a couve já é chamada de bife verde. Além de ser totalmente capaz de suprir o organismo com as proteínas necessárias, contém um arsenal de nutrientes, que…

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