Filipinas de Duterte e Brasil de Bolsonaro são os países mais perigosos do mundo para ambientalistas e líderes indígenas

Resultado de imagem para perigo ambientalista

Grave.

Confira a matéria no correio Brasiliense:

https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/mundo/2019/07/30/interna_mundo,774561/mais-de-160-ativistas-do-meio-ambiente-foram-assassinados-em-2018.shtml?fbclid=IwAR236YIZ06grvZZlTCxY9nREoRiuxOOPTJ1iU6vE_vsDxUsQWyy7XmW8_Ug

EE assista ao vídeo “Ambientalista profissão perigo”, no Youtube:

 

 

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Executivo da Nestlé diz que não aceita alerta nos rótulos de alimentos!

A Associação Brasileira de Saúde Coletiva – ABRASCO denunciou essa calamidade ética e moral, que foi a declaração do executivo da Nestlé, já conhecido por se posicionar contra a transparência de informação sobre o que há dentro dos alimentos da empresa.

Veja na íntegra

https://www.abrasco.org.br/site/outras-noticias/saude-da-populacao/executivo-da-nestle-diz-que-nao-vai-aceitar-alertas-nos-rotulos-de-alimentos/41607/

São anos de atraso. O povo merece e é totalmente possível receber alimento de qualidade, ou pelo menos, escolher pelo alimento que consome.

(Arnaldo V. Carvalho para o Portal Verde)

 

 

Como os povos indígenas estão sendo tratados com táticas de salame na Amazônia brasileira

Blog do Pedlowski

A Amazônia brasileira está passando por um dos seus piores momentos” –  e os povos indígenas estão sendo tratados com táticas de salame. 

Sob o presidente Jair Messias Bolsonaro, os índios continuam sendo pressionados na Amazônia. No estado do Pará, cada vez mais fazendeiros de soja e garimpeiros estão invadindo seus territórios.

mineração

Uma mina ilegal de estanho em Novo Progresso que está sendo protegida por guardas armados (4 de novembro de 2018). (Imagem: Ricardo Moraes / Reuters)

Por Thomas Spleen para o “Neue Zürcher Zeitung

A lancha de alumínio orbita as copas das árvores projetando-se da água no estreito Rio São Sebastião a uma velocidade vertiginosa. Sem os saudar, os Parakanã passam pelos garimpeiros trabalhando em pequenas balsas, que sugam o fundo do rio com mangueiras do tamanho de um homem. De tempos em tempos, os indígenas têm que parar, porque as linhas de abastecimento intrusivas do rio estão no caminho. Então…

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Desmatamento explode na Amazônia, mas ministro prefere questionar a validade cientifica dos dados

Blog do Pedlowski

deforestationExpansão da monocultura da soja está contribuindo para aumento explosivo das taxas de desmatamento na Amazônia brasileira.

Em uma postagem feita em seu blog no jornal “O Globo”, o jornalista Bernardo Mello Franco, informa que mais um ministro do governo Bolsonaro optou por abraçar o negacionismo anti-científico como estratégia de negação da realidade que está estabelecida na Amazônia.

O ministro no caso é o general da reservaAugusto Helenochefe do Gabinete de Segurança Institucional,  que em entrevista à GloboNews,  endossou a tese de que a agenda do meio ambiente seria controlada por um complô internacional. Além disso, o ministro também desmereceu o sistema que mede a destruição da Amazônia. Segundo Mello Franco, Augusto Helena teria afirmado que “esses dados do desmatamento eu coloco muito em dúvida. Se nós somarmos o percentual de desmatamento que anualmente aparece no jornal, o Brasil já estava sem uma árvore. Isso também é…

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Com agrotóxicos aparecendo em mais lugares, aumentam as preocupações com a segurança

Blog do Pedlowski

Um corpo crescente de pesquisas está desafiando a suposição de que os neonicotinóides são mais seguros e menos propensos a se espalhar no ambiente do que outros agrotóxicos

scientific americanCredito: Danita Delimont Getty Images

Por Jim Daley para a Scientific American

Durante décadas, Judy Hoy dirigiu um centro independente de reabilitação da vida selvagem na sua casa no estado de Montana, onde também realizou autópsias em cervos atingidos por carros. No final dos anos de 1990, ela notou uma tendência bizarra: muitos cervos tinham pronunciado sobremordidas, ventrículos cardíacos ampliados e glândulas e timo danificados ou ausentes. E os cervos não estavam sozinhos. “Estávamos vendo os mesmos defeitos congênitos em todos os animais de caça e domésticos”, diz Hoy, que relatou suas observações em 2002 no Journal of Environmental Biology. Ela suspeitava que uma nova classe de agrotóxicos chamada neonicotinóides poderia ser responsável por esses problemas.

Impulsionado pelo trabalho de Hoy, Jonathan Jenks…

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Com agrotóxicos aparecendo em mais lugares, aumentam as preocupações com a segurança

Blog do Pedlowski

Um corpo crescente de pesquisas está desafiando a suposição de que os neonicotinóides são mais seguros e menos propensos a se espalhar no ambiente do que outros agrotóxicos

scientific americanCredito: Danita Delimont Getty Images

Por Jim Daley para a Scientific American

Durante décadas, Judy Hoy dirigiu um centro independente de reabilitação da vida selvagem na sua casa no estado de Montana, onde também realizou autópsias em cervos atingidos por carros. No final dos anos de 1990, ela notou uma tendência bizarra: muitos cervos tinham pronunciado sobremordidas, ventrículos cardíacos ampliados e glândulas e timo danificados ou ausentes. E os cervos não estavam sozinhos. “Estávamos vendo os mesmos defeitos congênitos em todos os animais de caça e domésticos”, diz Hoy, que relatou suas observações em 2002 no Journal of Environmental Biology. Ela suspeitava que uma nova classe de agrotóxicos chamada neonicotinóides poderia ser responsável por esses problemas.

Impulsionado pelo trabalho de Hoy, Jonathan Jenks…

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