Archive for fevereiro, 2011

Curso de Argila e Plantas Medicinais com Prof. Fernando Fratane (Petrópolis, Niterói, Rio)

CURSO ARGILA COM PLANTAS MEDICINAIS


PETRÓPOLIS
LOCAL: Centro de Estudos e Psicologia Integrada
Rua Alberto Torres, 172 (na altura da CPTRANS)
Tels: (024) 9957-0272   / 2231-6815 / (21) 9217-4054
01 aula – dia 10 de abril – 9:00 às 17:30h – Valor: 75,00

JACAREPAGUÁ
dias 20 de março e 03 de abril – domingos – manhã – 9217-4054

ILHA DO GOVERNADOR
tarde – quintas – 17 e 24 de março – Tels: 3363-3632 / 8884-9493

NITERÓI
quartas- tarde – 11 e 18 de maio – 3605-3528/9217-4054


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Cafeína

via super.abril.com.br on 12/26/10

À base de cafeína

Nosso repórter escreveu esta reportagem turbinado por cafés, chás, energéticos e refrigerantes. Uma viagem de 38 horas para explicar como a droga mais consumida do planeta mantém você e o mundo cada vez mais acordado

por Texto Pedro Burgos

Uma droga poderosa, mas inofensiva. Socialmente aceita, saborosa, capaz de manter você desperto e produtivo por mais de 3 horas, sem grandes riscos, efeitos colaterais leves. Tudo isso por menos de R$ 2. Você acreditaria?
Eu nunca engoli essa história. Sempre que ouvia alguém recusar um expresso no jantar para não prejudicar o sono, desconfiava do poder da cafeína. Tudo isso por causa de um cafezinho? Escalado para escrever sobre a substância, resolvi tirar a prova dos nove. Fui ao supermercado e providenciei um estoque de café, Coca-Cola, chá e energético. Durante uma madrugada de trabalho, eles teriam como desafio me manter acordado e concentrado até o fim desta reportagem.
Nada muito original. Cada vez mais gente faz uso da cafeína como droga utilitária, seja para agüentar baladas intermináveis, seja para manter-se alerta em madrugadas de jogatina online ou, como eu, trabalhar. “Hoje todo mundo dorme menos do que precisaria. As pessoas buscam o café pra se manter acordadas. Alguns conscientes dos efeitos, outros não”, diz Sergio Tufik, coordenador do Instituto do Sono da Unifesp.
Haja café. De 2003 pra cá o brasileiro aumentou em 23% o consumo da bebida e já toma, em média, impressionantes 74 litros por ano. A intensificação do ritmo de vida pode ser uma das explicações. “Numa sociedade como a nossa, o uso da cafeína está intimamente relacionado à sensação de que um dia de 24 horas já não basta”, diz o psiquiatra Guilherme Focchi, do Grupo Interdisciplinar de Álcool e Drogas da USP. É como se baldes de cafezinho – ou de energéticos, chás e congêneres – pudessem prolongar o dia útil em algumas horas.
A percepção desse efeito não vem de hoje. Os homens da Pré-História mastigavam algumas sementes e folhas pra diminuir a fadiga. Na China, folhas caídas ao acaso em potes de água fervente deram origem ao chá. Do outro lado do mundo, os maias preparavam uma bebida quente à base de cacau chamada xocoati, apreciada menos por seu sabor amargo que pela sua capacidade revigorante (que mais tarde viraria chocolate, também rico em cafeína).
Mas o principal dos estimulantes naturais viria da África, por volta do século 9. Diz a lenda que um pastor de cabras etíope percebeu que o rebanho ficava agitado depois de comer as frutas de um arbusto. Ele mesmo provou e viu que aquilo fazia mesmo efeito. Pouco tempo depois os comerciantes árabes tiveram contato com esse segredo e levaram sementes para plantar no Norte da África e Oriente Médio. Lá, inventaram uma bebida com os grãos da fruta torrados e misturados à água fervente.
O café só chegaria à Europa no fim do século 16, com o comércio no Mediterrâneo. Em pouco tempo, virou item básico das refeições em família. Na Inglaterra, os homens trocavam a bebedeira nos pubs por empolgadas reuniões em cafeterias, a ponto de, no século 19, o rei proibir o consumo de café por temer conspirações.
O tempo passou e continuamos adeptos do expresso, curto, coado ou pingado. Até aí, céticos como eu poderiam atribuir o sucesso do café ao seu sabor forte e ao glamour associado às cafeterias. Mas ficou mais difícil ignorar o efeito utilitário da cafeína no final da década de 1980, com a aparição da marca Red Bull.
Em 1982, o austríaco Dietrich Mateschitz descobriu na Tailândia um tônico chamado Krating Daeng (“touro vermelho”, na língua local). A bebida, com 80 miligramas de cafeína (o mesmo de uma xícara de café), era muito usada por trabalhadores que precisavam ficar alertas durante a noite. Com aguçado tino comercial, Mateschitz comprou os direitos da fórmula, criou uma embalagem bonita, modificou o sabor e, em 1987, lançou o produto no mercado internacional. Em 2007 foram consumidas 3,5 bilhões dessas latas no mundo.
Depois de dominar um mercado que há 20 anos nem existia, a Red Bull ganhou dezenas de concorrentes – todas as grandes empresas de bebidas, como a Pepsico e a Coca-Cola, lançaram similares. A fórmula não muda muito: além da cafeína, os energéticos têm uma alta dose de taurina, composto descoberto na bile de bois (hoje sintético) que alivia a fadiga muscular. O original continua firme na liderança, mas a concorrência está cada vez mais potente.
Ano passado estreou nos EUA o controverso Cocaine, que tem 3,5 vezes mais cafeína que o Red Bull (veja o quadro na pág. 81). Por enquanto, é difícil que bombas como essa apareçam no Brasil: a Anvisa estabeleceu limites para a quantidade de cafeína, taurina e inositol nas “bebidas prontas” – coincidência ou não, o máximo é o que já está na fórmula do Red Bull.
E funciona mesmo?
Dizem que sim. A cafeína é um composto químico bem conhecido pela ciência: a trimetilxantina ou C8H10N4O2 que, no nosso corpo, tem efeito estimulante. “A bebida estimula o sistema normal de vigília, aumentando a atenção, a concentração e a memória”, diz o médico Darcy Roberto Lima, coordenador científico do projeto Café & Saúde, do Ministério da Agricultura. Certo, mas as minhas primeiras doses não pareciam surtir esse efeito. Lá pela meia-noite, eu já havia tomado uma lata de Coca-Cola e uma xícara grande de café e ainda não sentia nada de muito diferente em meu organismo. Afinal, quanto de cafeína uma pessoa precisa tomar para ser dominado pelo efeito da droga?
Depende de quem você é. O efeito varia com a idade, o peso e a capacidade do fígado de processar a substância. Uma xícara média de café é capaz de deixar um adulto alerta por 3 a 6 horas. Aliás, experiência própria: melhor que tomar uma dose alta de uma vez é consumir várias doses menores em intervalos de duas horas. A fisiologia explica: a cafeína age rápido, mas, em 3 horas, sua presença no organismo cai pela metade. Repondo a substância antes de isso acontecer, você mantém a adenosina longe dos receptores cerebrais e se mantém alerta.
A adenosina é a grande responsável pela sensação de sono. Esse neurotransmissor, que se acumula no cérebro ao longo do dia, diminui a atividade dos neurônios e dilata os vasos sanguíneos. É como se ele preparasse o cérebro para dar um reset na sua máquina. O que a cafeína faz é impedir a ação da adenosina, dando um gás à atividade neural e voltando a contrair os vasos sanguíneos. É por isso que muitos remédios para dor de cabeça contêm cafeína.
Se ela age como uma droga, também pode causar sintomas de dependência, ainda que esse vício não seja considerado doença psiquiátrica. Estudos apontam que consumidores regulares de cafeína ficam irritadiços, ansiosos ou com dor de cabeça se não tomarem sua dose diária de café. Pior: o corpo pode pedir quantidades cada vez maiores para se sentir bem. E exagerar na dose não é uma boa idéia. Mais de 500 miligramas de cafeína – ou 3 xícaras de café expresso forte – podem desencadear um processo de intoxicação. “Sob a ação da cafeína, os efeitos de estresse são aumentados: insônia, agitação, taquicardia, pupilas dilatadas”, explica a farmacologista Patrícia Medeiros, da UnB.
Foi justamente o que eu comecei a sentir depois de pouco mais de 10 horas e 663 miligramas de cafeína divididas em latas de energéticos e xícaras de café e chá. Àquela altura, já tinha me convencido de que o meu estado de alerta não era um mero entusiasmo com esta reportagem. E, entre taquicardias, idas e vindas ao banheiro, comecei a pensar: se o efeito em doses exageradas é mesmo parecido com os de drogas mais pesadas, será que o café pode matar? Pode, mas é pouquíssimo provável. O limite de ingestão é 150 mg por quilo de uma pessoa. Ou seja: uma mulher de 50 quilos pode morrer ao ingerir em um dia 7,5 gramas de cafeína, algo próximo a 100 latinhas de energético. Você há de convir que não é fácil realizar essa proeza.
Já aqueles efeitos colaterais são mais freqüentes. “Estudantes de medicina que passam a noite à base de cafeína chegam ao hospital tão trêmulos que sentem dificuldade para escrever. Para resgatar o sono, têm que tomar remédios para dormir. No fim das contas, também ficam dependentes de medicamentos”, diz Patrícia Medeiros.
O mundo acordado
Tudo começou com a luz elétrica, que garantiu claridade por mais tempo. Depois veio o aumento das responsabilidades – mais contas pra pagar, mais coisas para estudar, mais concorrência no emprego. Hoje, falta tempo para aproveitar tudo o que o mundo oferece.
E, assim, o homem moderno vem diminuindo o seu tempo médio de sono em uma hora por século. “Não sei se dormimos menos porque tomamos mais cafeína ou se a necessidade de ficar acordado nos obriga a tomar café. O fato é que estamos dormindo menos”, diz Dalva Poyares, neurologista da Unifesp. Ela, como todos os especialistas ouvidos pela reportagem, concorda que há uma relação entre café, falta de sono e horas (mal) dormidas do mundo. Ainda não se sabe como ela funciona, mas uma coisa é fato: os paulistanos estão dormindo, em média, 6 horas e meia por dia, contra 7 horas e meia há cerca de 40 anos.
Não foi má idéia aproveitar a noite trabalhando e seguir direto para uma reunião sem o menor sinal de cansaço. Mas essa falta de sono tem preço. Só nos EUA, gastam-se US$ 15 bilhões por ano em despesas de saúde relacionadas à insônia e perdem-se US$ 50 bilhões em produtividade desperdiçada. “Nós temos que reconhecer as conseqüências da sonolência com o mesmo vigor que admitimos o impacto social do álcool”, dizem os pesquisadores Michael Bonnet e Donna Arand, da Universidade de Wright em Ohio (EUA), no estudo We Are Chronically Sleep Deprived (“Temos Privação Crônica de Sono”), de 1994. A pesquisa indica que, se o período de sono noturno for reduzido entre 1h20 e 1h30, a diminuição do estado de alerta matutino encosta nos 32%. Um estudo da Unifesp mostrou que ao menos 27% dos acidentes de trânsito no Brasil estão associados à sonolência. E o crescimento do mercado de café e energéticos vem colado a tudo isso.
Segundo Mark J. Penn, autor do livro Microtrends (sem tradução para o português), o aumento exagerado do uso da cafeína é parte de um fenômeno maior de pessoas tentando expandir os limites do corpo, mesmo sem precisar (vide o alto consumo de pílulas contra impotência entre homens saudáveis). Pra que dormir se há tanta coisa legal para fazer de madrugada? Depois de 38 horas acordado, posso afirmar: seu corpo precisa. Vá por mim.

Diário de um insone

Em 18 horas, nosso repórter consumiu 963 mg de cafeína

21h
Jantar leve, mas com Coca-Cola. Primeiras 36 mg de cafeína da noite, preparando para o experimento.
22h45
Ida ao mercado. Compro 5 rótulos de energéticos. Na saída já tomo o primeiro, gelado: Flash Power (80 mg de cafeína).
23h30
Uma xícara média de café extraforte, feito em casa. São 150 mg de cafeína para enganar o sono que ameaça bater. Energéticos na geladeira.
1h
Uma lata de Red Bull e outra de Bad Boy quase em seqüência. Mais 160 mg de cafeína e 2 g de taurina, que deixa meus músculos relaxados.
2h
Boa concentração, trabalho rende. Talvez o primeiro efeito seja um excesso de energia para o horário: ligo o videogame e bato a bateria de Rock Band.
3 – 4h
Como a cafeína tem uma meia-vida de 3 a 4 horas, é bom renovar o estoque. Uma lata do energético Burn (37 mg de cafeína + ginseng e alguma coisa de guaraná) e pouco depois um chá preto de saquinho (50 mg), para espantar o frio. Até agora foram 513 mg, ainda dentro do “saudável” para os meus 67 kg.
4h – 5h
Sinto uma certa dor de cabeça. Talvez excesso de tempo no computador. Deito para ver se durmo. Meia hora na cama, não consigo.
5h
De volta ao trabalho, terceira ida ao banheiro. A cafeína é diurética e parece que tudo que você bebe sai pouco depois. Talvez até mais. Não há cansaço muscular ou mental.
6h30
Desisto de dormir – sem sono. Ida à padaria, café com leite grande (100 mg de cafeína). Na volta, mais idas ao banheiro. Trabalho continua rendendo.
7h30
Para espantar o frio, mais chá (50 mg). O coração começa a ficar um pouco acelerado. Não parece que vou enfartar, mas é como se tivesse subido uma escada.
8h30
Quando me levanto, sinto uma dor abdominal. Sentado e trabalhando, não sinto nada. Continuo trabalhando normalmente.
10h
Ainda falta provar o Flying Horse (80 mg de cafeína). Bebo antes de uma reunião na redação da SUPER. Nenhum sinal de cansaço, físico ou mental.
13h
Almoço com Coca-Cola e café expresso. Mais 150 mg de cafeína na conta. A vontade constante de ir ao banheiro tem um incômodo: relaxamento de esfíncter, outro efeito colateral da cafeína. Em outras palavras, é mais difícil segurar a vontade: e a “missão” fica mais demorada e dolorida.
15h
Volto ao trabalho e decido que uma lata de chá gelado vai ser a última dose de cafeína do meu experimento. Dores abdominais continuam, dor de cabeça volta.
17h
Continuo acordado, alerta. Mas as dores e idas ao banheiro fazem a brincadeira perder a graça.
19h
Sinais de cansaço começam a aparecer mais fortes.
21h
Deito e durmo, 38 horas depois de acordar pela última vez. Acordo no dia seguinte, quase 12 horas depois, por causa do sono acumulado.

A cafeína no seu corpo

O efeito pode vir em meia hora, se você tomou café, ou ser quase imediato, no caso de guaraná em pó

1. Divisão de poderes
Durante a digestão, a cafeína gera 3 metabólitos: a teobromina, um vasodilatador, a teofilina, que expande os brônquios, e a paraxantina, que acelera o metabolismo das células de gordura.
2. Mudança de ordem
No cérebro, a cafeína é confundida com a adenosina, um neurotransmissor que dilata os vasos e inibe a liberação de hormônios relacionados ao bem-estar. A cafeína ocupa o lugar da adenosina e reverte todo o processo.
3. Sinal de alerta
O corpo entende uma situação de alerta e as glândulas supra-renais liberam adrenalina: o coração acelera, as pupilas se dilatam e os músculos ficam mais rígidos.

Se ligue

Um expresso tem mais cafeína que um Red Bull

Cocaine (240 ml) – 280 mg
Café Starbucks Tall (473 ml) – 260 mg
Café coado (200 ml) – 80 a 130 mg
Café expresso (50 ml) – 100 mg
Red Bull (240 ml) – 80 mg
Chá gelado (355 ml) – 70 mg
Aspirina Forte (uma cápsula) – 65 mg
Chá preto (um saquinho) – 50 mg
Dorflex (um comprimido) – 50 mg
Guaraná em pó ( 1 g) – 44 mg
Coca-Cola (355 ml) – 34 mg
Chocolate amargo (170 g) – 31 mg
Chocolate ao leite (170 g) – 10 mg

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Por que está escrito nas estrelas? Entrevista com a Astróloga Nelma Guerra

https://i2.wp.com/img340.imageshack.us/img340/7433/rscn4542.jpgA astróloga Nelma Guerra é uma veterana da Astrologia. Professora nata, dá uma verdadeira aula nessa entrevista inédita e exclusiva para o PORTAL VERDE.

Portal Verde: Você acredita em astrologia?

Nelma: Não, porque astrologia não é crença e sim um saber.

Portal Verde: Como foi que você conheceu a astrologia?

Nelma: Através de um grande amigo que me presenteou com um livro que me fez pensar a respeito… a seguir uma amiga me levou a uma aula pois ela não queria ir só e como eu me encontrava de licença médica no trabalho, fui e estou até hoje, e lá se vão 23 anos.

Portal Verde: Qual a diferença entre astrologia e horóscopo?

Nelma: Astrologia é o estudo da interação dos corpos celestes com a terra que também é um corpo celeste. Um mapa natal de qualquer coisa é a fotografia cósmica daquele momento. Horóscopo é relativo a hora, vem do grego horoskopos e significa a “observação do tempo”; está ligado portanto ao signo ascendente.
Zodíaco está relacionado com os ciclos da vida, os ciclos das estações. E é no zodíaco que a astrologia se baseia.

Portal Verde: Quais são as principais diferenças da astrologia para com outros oráculos?

Nelma: A astrologia foi durante muito tempo somente oráculo, na Mesopotâmia e Egito. quando foi para a Grécia começou e ser individualizada, feita para a pessoa e não somente para os reis ou faraós. E mais tarde tomou un cunho mais psicológico e se focou no ser humano indicando seus potenciais e limitações tornado-se assim uma excelente ferramenta de auto conhecimento, embora continue também a ser um oráculo.

Portal Verde: Quando foi que a astrologia e a astronomia se separaram?

Nelma: A astronomia já fez parte da astrologia por ser inclusive muito mais antiga – o Quadrivium, estudo superior na antiguidade era composto de: ensino da aritmética, geometria, música e astrologia. Mas ela foi banida da academia em 1666 por Colbert, da política de Luis XIV com a influência da igreja de roma, porque dava uma certa autonomia ás pessoas e auto conhecimento, o que não interessava ao clero. foi banida e considerada heresia – e pensar que muito antes era praticada pelos sacerdotes, somente. a popularidade foi a sua derrocada. muitos foram queimados em fogueiras por serem ” caldeus” = astrólogos.

Portal Verde: Por que a astrologia não é considerada ciência?

Nelma: Porque uma indicação no mapa pode ser vivenciada de várias maneiras sempre seguindo a natureza da energia básica do corpo celeste. mas o homem tem o destino de ter aquela energia naquele local, naquele signo, tem também uma a maneira, a vivencia lhe é peculiar, é de seu livre arbítrio. ex. um marte numa posição proeminente pode resultar num general, num cirurgião ou num assassino. A ciência requer resultados exatos.

Portal Verde: Por que astrólogos adotam algumas vezes astros novos para sua técnica interpretativa (como foi acontecendo com urano, plutão, e recentemente, Quíron…) e por outro lado não incorporam novos saberes da astronomia, como a constelação de serpentário?

Nelma: Quirón não é aceito por todos, inclusive está sumido nos céus. Compete aos astrônomos descobrirem corpos celestes. Aos astrólogos compete experienciar essas descobertas, com cautela para ver a relação desse com o momento na terra. Haverá sempre uma sintonia ” o que está a cima é = ao que está embaixo”- Hermes Trimegisthos.

A constelação do serpentário não é um novo saber da astronomia. sempre existiu.
Mas o que tem as constelações a ver com a astrologia? apenas servem de pano de fundo. Você sabe que existem 88 constelações catalogadas? O que os astrônomos não aceitam talvez por serem muito cartesianos é que signos não são constelações. Apenas têm o mesmo nome, dado aos signos pelos antigos, lá da Mesopotâmia. A astrologia tem 6 mil anos e no museu de Londres- tenho uma aluna que foi lá, viu e ficou extasiada- as tabuinhas de terracota saque a das da babilônia, intactas com os 12 signos astrológicos. E, quando o homem branco invadiu e conquistou a América pré colombiana, também encontrou os mesmos símbolos dos 12 signos astrológicos.

Signo é uma divisão da eclíptica… Sabe o que é eclíptica? É o caminho aparente que o sol faz em torno da terra em 365 dias 06h48min39seg. Sabemos que é a terra quem gira em torno do sol, mas para a astrologia cujo estudo começou com uma simples observação dos céus há 6 mil anos atrás, o que eles e nós até hoje vemos? O sol girar em torno da terra. Signo não existe concretamente nos céus, como as constelações que são um aglomerado de estrelas.
Signo é uma divisão da eclíptica em 12 secções de 30 graus cada. o sol passa por esse caminho de forma regular, demarcando as estações do ano. E, como não é constelação por que acrescentaríamos Serpentário?

Portal Verde: Pessoas semelhantes em mapa pode m ter vidas muito diferentes. Por quê?

Nelma: Porque embora o mapa seja o mesmo as pessoas tem a liberdade de vivenciar as energias de livre escolha, mas sempre respeitando a natureza básica do corpo celeste. Inclusive gêmeos.

Portal Verde: Quais foram os casos mais marcantes que você atendeu em seu consultório, com astrologia?

Nelma: Muitos, difícil relatar. Pessoas que mudaram a vida e vieram me agradecer, irmãos gêmeos abrindo um negócio, casais que terminam a relação, datas para cesária, e tantos outros.

Portal Verde: Como é uma consulta com um astrólogo?

Nelma: A consulta consiste na leitura do mapa apontando potencialidades e limitações a serem trabalhadas, troca de informações. Há necessidade do astrólogo saber como o consulente vive aquela energia. Não tem como nós adivinharmos, embora ás vezes role intuição. Aliás adivinhar vem de ad -vinare = com o divino. Logo quem nos intui é a divindade que reside dentro de nós.
O astrólogo pergunta se o cliente está satisfeito e se quer perguntar algo que não tenha sido citado. E, também o astrólogo necessita ter um
feeling em falar uma linguagem adequada ao cliente, nunca atemorizá-lo….ele deve sair sempre melhor do que entrou. Tudo poderá ser dito desde que seja de um modo suave. Dá certo porque os clientes retornam.

Portal Verde: Quais as maiores contribuições da astrologia para o ser humano?

Nelma: Auto conhecimento e melhora na relação com o outro.

 

Portal Verde: Quanto tempo leva para se aprender a astrologia?

Nelma: No mínimo 4 anos.
Portal Verde: Como e onde se pode aprender a astrologia?

Nelma: Nas escolas espalhadas por todo o brasil. existem sindicatos estaduais e o CNA (Central Nacional de Astrologia).


Portal Verde: Deixe uma mensagem astrológica para nossos leitores?
Nelma: Antes de falarem da astrologia, estudem. Todos que o fizeram para a derrubarem tornaram-se astrólogos.

Aproveitem 2011, ano de arrancada a partir de março com a entrada de urano no signo de Áries.
Iniciem, re-iniciem com garra, confiança e muito fé naquilo em que você acredita. Os céus estão a favor. ao seu favor desde que façam com equilíbrio respeitando o outro.

* * *

Contato com Nelma Guerra:

Nelma Guerra <nelmaguerra5@uol.com.br>;

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Redes e grupos agora recebem atualizações do Shiatsu Emocional (via Arnaldo V. Carvalho)

A partir deste mês o Shiatsu Emocional – Blog e Site estará oferecendo aos membros das principais redes que tratam de Shiatsu e MTC no país seu informativo de novidades, com links para todas as atualizações da semana. Para receber basta se filiar a uma das redes: Shiatsu Brasil (shiatsu-br) Acupuntura Brasil (Restrito a profissionais e estudantes de MTC) Shiatsu Emocional (restrito aos praticantes do estilo) Shiatsu Brasil no Facebook Confira aba … Read More

via Arnaldo V. Carvalho

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Viagens de estudos de Medicina Tradicional Chinesa

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III Viagem de Estudos de Medicina Tradicional Chinesa

China, Outubro 2011

A viagem deste ano, com  parceria da ABA – Associação Brasileira de Acupuntura, possui um contato estreito com as bases filosóficas e energéticas da MTC. Além de técnicas com acupuntura, o programa inclui visita ao conhecido Templo Shaolin, berço do Budismo e das Artes Marciais, e imersão em centro de Qigong medicinal, com um dos 10 mais afamados médicos da China o qual foi o chefe da equipe médica dos Jogos Olímpicos de Beijing, em 2008.
• 20 dias na China
• Atividades direcionadas à MTC e cultura chinesa
• 10 dias de aula teóricas e práticas em centro de acupuntura e Qigong medicinal em Beijing
• Visita a 5 cidades: Xangai, Beijing, Luoyang, Zhengzhou e Defeng (Templo Shaolin)
• Visita a farmácias e lojas de MTC
• Passeios culturais, compras e shows
• Aulas com tradução para o português
• Hospedagem em hotéis 4 estrelas (exceto 2 noites no dormitório do Centro de Qigong Medicinal em Beijing)
• Acompanhamento da presidência do IASB, Kevin e Simone de La Tour, residentes na China há mais de 10 anos
PROGRAMAÇÃO GERAL
C = Café da manhã; A = Almoço; J = Jantar

Dia 15/10, Sábado: São Paulo-Xangai
Saída de São Paulo para Xangai

Dia 16/10, Domingo: São Paulo-Xangai
Em transito

Dia 17/10, Segunda-feira: Xangai
Chegada em Xangai / Traslado para hotel 4* / Descanso

Dia 18/10, Terça-feira (C): Xangai
Orientação e dicas de viagem / Visita ao moderno distrito de Pudong / Passeio no Bund / Visita a rua cultural e histórica de Xintiandi / Bazar Yuyuan (compras)

Dia 19/10, Quarta-feira (C): Xangai-Zhengzhou
Compras na Rua Nanjing / Após o almoço, ida para o aeroporto, com destino a Zhengzhou /
Check-in no hotel 4*

Dia 20/10, Quinta-feira (C): Zhengzhou-Luoyang
Museu Nacional de Henan / Após o almoço, ida de ônibus para Luoyang (1h30min) / Visita ao Templo Budista Cavalo Branco / Após o jantar, check-in no hotel 4*

Dia 21/10, Sexta-feira (C): Luoyang-Defeng
Visita as Grutas Budistas Longmen / Ida de ônibus para Defeng (1h30min), berço do Zen Budismo e Artes Marciais / Check-in no hotel 4* / Após o jantar, show de Artes Marciais do Templo Shaolin

Dia 22/10, Sábado (C, A): Defeng
Visita ao Templo Budista Shaolin (Patrimônio Cultural da Humanidade da UNESCO), incluindo a Floresta de Pagode e a Gruta Darma

Dia 23/10, Domingo (C, J): Defeng-Zhengzhou-Beijing
Ida de ônibus para a ferroviária em Zhengzhou (1h30 min) com destino a Beijing no moderno trem bala (4h46min) / Chegada em Beijing e traslado para o Centro de Qigong Medicinal / Check-in nas acomodações do Centro de Qigong Medicinal /  Jantar de Boas Vindas, com apresentação de Qigong e música tradicional / Aplicação (vivência pessoal) de Tuiná Qigong & Reflexologia nos participantes do grupo

Dia 24/10, Segunda-feira (C, A, J): Beijing
Cerimônia de abertura com apresentação de Kongfu, Qigong & MúsicaTradicional / Palestra “A História e Teorias do Qigong Chinês” / Após o almoço, Prática de Técnicas de Qigong / Aula prática de Tuiná Qigong com aplicação em alguns participantes / Apresentação de Caligrafia do Qigong Taoísta / Jantar em restaurante de Pato Laqueado / Cerimônia Tradicional Taoísta de Chá

Dia 25/10, Terça-feira (C, A, J): Beijing
Treinamento de Qigong e Meditação / Palestra “Tratamentos através de Técnicas de Qigong Medicinal” / Após o almoço, prática de Qigong no Templo Ba Da Chu / Aula prática de Tuiná Qigong com aplicação em alguns participantes / Cerimônia de Encerramento / Jantar de despedida / Traslado para o hotel 4* no centro de Beijing

Dia 26/10, Quarta-feira (C) ao Dia 02/11, Quarta-feira (C): Beijing
Aulas teóricas e práticas no Centro de Acupuntura e hospitais

Os seguintes itens, entre outros, serão abordados nas aulas teóricas e práticas de MTC: Acupuntura estética (rugas, lifting, etc.) / Acupuntura para obesidade / Tratamentos para doenças específicas (casos de estudos) / Acupuntura para desequilíbrios emocionais (depressão) / Insônia / Eletroacupuntura / Técnicas de Tuiná / Diagnose pela língua

Dia 03/11, Quinta-feira (C, A): Beijing
Visita a Grande Muralha (Patrimônio Cultural da Humanidade da UNESCO) / Cidade Proibida (Patrimônio Cultural da Humanidade, UNESCO) / Praça da Paz Celestial

Dia 04/11, Sexta-feira (C): Beijing
Visita ao Templo de Céu (Patrimônio Cultural da Humanidade da UNESCO) / Parque dos  Jogos Olímpicos: “Ninho de Pássaro” e “Cubo de Água”

Dia 05/11, Sábado (C): Beijing
Traslado para o aeroporto, retorno ao Brasil

Dia 06/11, Domingo: São Paulo
Chegada no aeroporto de Guarulhos

Obs.: A realização desta viagem depende de no mínimo 10 participantes.

INVESTIMENTO
PACOTE TERRESTRE: US$ 3.600,00 (quarto duplo)

PASSAGEM AÉREA INTERNACIONAL: por volta de US$ 2.000,00
(companhia aérea a ser definida)

INFORMAÇÕES
SAIBA MAIS SOBRE A III VIAGEM DE ESTUDOS DE MTC NA CHINA

www.sino-brazilian-exchange.org/p-mtc2011.html

DEPOIMENTOS
www.sino-brazilian-exchange.org/p-relatos-mtc2010.html
CONTATO
E-mail: mtc2011@sino-brazilian-exchange.org


WWW.SINO-BRAZILIAN-EXCHANGE.ORG

“Viagens são fatais ao preconceito, à discriminação, à visão estreita, e, por estas razões, muitos do nosso povo precisam terrivelmente delas. Uma visão ampla, sadia e humanista das pessoas e das coisas não pode ser adquirida vegetando em um cantinho do planeta durante toda a vida”.

– escritor americano Mark Twain (1835-1910)

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Nelma Guerra astróloga há mais de 20 anos repudia a matéria da Veja e assina embaixo o texto da Celisa Beranger.

LEIAM: SIGNO NÃO É CONSTELAÇÃO.

É uma marcação de 30 graus cada na eclíptica, I. É no caminho aparente que o sol faz em torno da terra… já que estando na terra é o que se observa. Para mudar algo que existe há 6 mil anos é necessário que a terra deixe de girar em torno do sol. Mesmo que ela tombe, mude polos, tudo continuará igual. Só se ela deixar de girar em torno do sol… Aí tudo se acaba.

Vira e mexe lá vem os astrônomos, que nada sabem de astrologia se meter num assunto alheio a sua competência. É a mesma briga dos psiquiatras com os psicólogos – acho até que já melhorou… E dos médicos com os acupunturistas e fisioterapeutas.

Por que que cada um não fica no seu galho?

Aluno meu não pode e nem deve me fazer essa pergunta. Exaustivamente explico isso. e devemos ter espírito crítico ao ouvir qualquer notícia sobre qualquer assu nto.

Quem disse que o que se ouve e vê é a verdade? Quem disse que os cientistas – no caso os “astrônomos” são quem estão certos? A dita “ciência” muda toda hora de acordo com novas descobertas.

A astrologia funciona e muito bem há 6 mil anos, sem mudanças, com comprovação.

Nelma Guerra, Astróloga. (21) 2711-6066.

http://www.personare.com.br/revista/identidade/materia/192/entao-qual-e-o-seu-signo

Prezados Colegas e Alunos,

A Revista VEJA desta semana publica como matéria de capa mais um ataque à Astrologia:

“GUERRA NAS ESTRELAS – Mais uma vez a astronomia demole as crenças astrológicas. Mas isso importa para quem se guia pelos astros?”

O artigo  “TEM CONFUSÃO NO CÉU DA CIÊNCIA E NO DA CRENÇA” aborda a velha questão da movimentação das constelações (precessão dos equinócios) ter alterado os signos.

Acho que é preciso responder para corrigir o ataque indevido. Acabo de remeter a carta abaixo e sugiro àqueles que acharem conveniente que também escrevam suas cartas  ao Diretor de Redação (veja@abril.com.br) ou escrevam  em apoio à minha carta. Com isto espero que possamos conseguir alguma publicação no setor LEITOR de modo a esclarecer ao público leigo.

Ao Sr. Diretor de Redação da  Revista VEJA

Na qualidade de astróloga atuante, ex-presidente e atual Conselheira do SINARJ – Sindicato dos astrólogos do Rio de Janeiro eu apresento meu protesto com relação à  matéria de capa  desta semana: “GUERRA NAS ESTRELAS – Mais uma vez a astronomia demole as crenças astrológicas. Mas isso importa para quem se guia pelos astros?”.

Para começar Astrologia não é uma  crença, mas um saber de 4.000 anos cujo  objeto de estudo é a correlação entre os movimentos celestes e terrestres.

Com relação ao Zodíaco, desde o século II d.C a Astrologia praticada no Ocidente, designada como Tropical, deixou de utilizar as constelações para localizar o movimento do Sol, Lua e planetas. O Zodíaco Tropical  utiliza como parâmetro os pontos dos Equinócios e Solstícios. Os pontos dos Solstícios projetados na Terra deram origem aos Trópicos de Câncer e Capricórnio, daí a designação Astrologia  Tropical.

Deste modo, para a Astrologia Tropical não importa  a constelação na qual o Sol se encontra e nem o número de constelações que ele atravessa em seu trajeto na eclíptica, caminho aparente do Sol. Importa apenas qual dentre os doze segmentos iguais de 30º está sendo percorrido pelo Sol.

Esta divisão matemática ocorreu no século V a.C na Babilônia e deu origem aos signos. Embora os signos tenham adotado os nomes das constelações, que na ocasião estavam próximas aos segmentos, jamais os signos coincidiram com as constelações.

Então é fundamental distinguir signos de constelações. Constelações são conjuntos de estrelas, de  tamanhos bastante variados, que se movimentam em função do movimento do eixo da Terra denominado precessão dos equinócios. Signos são doze, iguais e fixos. Não há possibilidade de ocorrer qualquer inclusão.

Portanto, o tempo não muda o Zodíaco Tropical porque a divisão matemática é baseada nos pontos dos Equinócios e Solstícios que são fixos.

Aliás, para que isto fosse respeitado o calendário foi corrigido no século XVI, quando passou de Juliano para Gregoriano.

Finalmente esclareço que Galileu e Kepler não apenas estudaram Astrologia, mas a exerceram profissionalmente. Isto pode ser comprovado em livros de astrônomos de renome tais como:

Kepler – Ronaldo Rogério Mourão  – 2003 Odysseus Editora

Os Planetas – Dava Sobel – 2005 Companhia Das Letras

Atenciosamente,

Celisa Beranger

 

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