Nelma Guerra astróloga há mais de 20 anos repudia a matéria da Veja e assina embaixo o texto da Celisa Beranger.

LEIAM: SIGNO NÃO É CONSTELAÇÃO.

É uma marcação de 30 graus cada na eclíptica, I. É no caminho aparente que o sol faz em torno da terra… já que estando na terra é o que se observa. Para mudar algo que existe há 6 mil anos é necessário que a terra deixe de girar em torno do sol. Mesmo que ela tombe, mude polos, tudo continuará igual. Só se ela deixar de girar em torno do sol… Aí tudo se acaba.

Vira e mexe lá vem os astrônomos, que nada sabem de astrologia se meter num assunto alheio a sua competência. É a mesma briga dos psiquiatras com os psicólogos – acho até que já melhorou… E dos médicos com os acupunturistas e fisioterapeutas.

Por que que cada um não fica no seu galho?

Aluno meu não pode e nem deve me fazer essa pergunta. Exaustivamente explico isso. e devemos ter espírito crítico ao ouvir qualquer notícia sobre qualquer assu nto.

Quem disse que o que se ouve e vê é a verdade? Quem disse que os cientistas – no caso os “astrônomos” são quem estão certos? A dita “ciência” muda toda hora de acordo com novas descobertas.

A astrologia funciona e muito bem há 6 mil anos, sem mudanças, com comprovação.

Nelma Guerra, Astróloga. (21) 2711-6066.

http://www.personare.com.br/revista/identidade/materia/192/entao-qual-e-o-seu-signo

Prezados Colegas e Alunos,

A Revista VEJA desta semana publica como matéria de capa mais um ataque à Astrologia:

“GUERRA NAS ESTRELAS – Mais uma vez a astronomia demole as crenças astrológicas. Mas isso importa para quem se guia pelos astros?”

O artigo  “TEM CONFUSÃO NO CÉU DA CIÊNCIA E NO DA CRENÇA” aborda a velha questão da movimentação das constelações (precessão dos equinócios) ter alterado os signos.

Acho que é preciso responder para corrigir o ataque indevido. Acabo de remeter a carta abaixo e sugiro àqueles que acharem conveniente que também escrevam suas cartas  ao Diretor de Redação (veja@abril.com.br) ou escrevam  em apoio à minha carta. Com isto espero que possamos conseguir alguma publicação no setor LEITOR de modo a esclarecer ao público leigo.

Ao Sr. Diretor de Redação da  Revista VEJA

Na qualidade de astróloga atuante, ex-presidente e atual Conselheira do SINARJ – Sindicato dos astrólogos do Rio de Janeiro eu apresento meu protesto com relação à  matéria de capa  desta semana: “GUERRA NAS ESTRELAS – Mais uma vez a astronomia demole as crenças astrológicas. Mas isso importa para quem se guia pelos astros?”.

Para começar Astrologia não é uma  crença, mas um saber de 4.000 anos cujo  objeto de estudo é a correlação entre os movimentos celestes e terrestres.

Com relação ao Zodíaco, desde o século II d.C a Astrologia praticada no Ocidente, designada como Tropical, deixou de utilizar as constelações para localizar o movimento do Sol, Lua e planetas. O Zodíaco Tropical  utiliza como parâmetro os pontos dos Equinócios e Solstícios. Os pontos dos Solstícios projetados na Terra deram origem aos Trópicos de Câncer e Capricórnio, daí a designação Astrologia  Tropical.

Deste modo, para a Astrologia Tropical não importa  a constelação na qual o Sol se encontra e nem o número de constelações que ele atravessa em seu trajeto na eclíptica, caminho aparente do Sol. Importa apenas qual dentre os doze segmentos iguais de 30º está sendo percorrido pelo Sol.

Esta divisão matemática ocorreu no século V a.C na Babilônia e deu origem aos signos. Embora os signos tenham adotado os nomes das constelações, que na ocasião estavam próximas aos segmentos, jamais os signos coincidiram com as constelações.

Então é fundamental distinguir signos de constelações. Constelações são conjuntos de estrelas, de  tamanhos bastante variados, que se movimentam em função do movimento do eixo da Terra denominado precessão dos equinócios. Signos são doze, iguais e fixos. Não há possibilidade de ocorrer qualquer inclusão.

Portanto, o tempo não muda o Zodíaco Tropical porque a divisão matemática é baseada nos pontos dos Equinócios e Solstícios que são fixos.

Aliás, para que isto fosse respeitado o calendário foi corrigido no século XVI, quando passou de Juliano para Gregoriano.

Finalmente esclareço que Galileu e Kepler não apenas estudaram Astrologia, mas a exerceram profissionalmente. Isto pode ser comprovado em livros de astrônomos de renome tais como:

Kepler – Ronaldo Rogério Mourão  – 2003 Odysseus Editora

Os Planetas – Dava Sobel – 2005 Companhia Das Letras

Atenciosamente,

Celisa Beranger

 

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