Grupo: Maturidade, Perdas e Ganhos – coordenação Maria Amélia Seixas GRATUITO

Grupo Maturidade / Perdas e Ganhos

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Este é um grupo direcionado à mulheres  maduras (acima de 50 anos), com o objetivo de lermos e discutirmos o livro  ”Perdas e Ganhos”  de Lya Luft . A partir desta leitura conversaremos sobre as angustias e alegrias, dúvidas e medos  decorrentes das perdas e dos ganhos  ocorridos nesta fase da vida em que não temos tantas ilusões, mas temos a tranqüilidade para enfrentar e aceitar o que não pode ser mudado.

Coordenação : Maria Amélia Seixas

Local : Rua Lopes Trovão, 52 sala 504- Icaraí

Informações : 2610-1023  /  88766342

Conheça a Fasciaterapia

FASCIATERAPIA

 

Descoberta há 20 anos pelo francês Danis Bois, a fasciaterapia desenvolveu-se rapidamente em países como a França, Suíça e Canadá. No Brasil, o método vem conquistando novos adeptos. Atualmente, já existem várias especialidades dentro da técnica: fasciaterapia esportiva, voltada para o tratamento do câncer, AIDS e esterilidade feminina.

Uma sessão de fasciaterapia dura em média uma hora e é dividia em três partes. Na primeira, o terapeuta conhece as queixas do paciente. Depois são aplicadas massagens na coluna, costas, ombros, pescoço e rosto, para aliviar tensões superficiais.

A terceira parte é a fasciaterapia propriamente dita, onde o terapeuta coloca suas mãos sobre o local da dor, vitalizando o organismo. O resultado é o alívio das dores sensação de calma e bem-estar. A técnica é aconselhada para atletas que sofrem contusões musculares, pessoas com baixa imunidade no organismo e tecidos traumatizados.

 

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Integração corpo e mente na origem das academias

Integração corpo e mente na origem das academias

 

Hoje em dia, o culto ao corpo tem levado milhares de pessoas a se matricularem em academias no intuito de modelarem seus físicos de acordo com as exigências da mídia. Homens e mulheres com corpos esculturais desfilam para cima e para baixo na televisão, ora em grupos de pagode e axé music, ora em novelas, sem falar das revistas e do cinema.

Principalmente quando vem chegando o verão(isso até parece música), a galera fica indócil, precisa malhar para entrar em forma. Afinal de contas, não dá para pagar mico na praia ou na piscina com aquela barriguinha, aqueles pneuzinhos, ou ainda, com aquele culote, o bumbum fica caído, ou um aspecto meio raquítico. O negócio é ficar sarado.

A verdade é que as pessoas estão ficando cada vez mais exigentes com a aparência. Será futilidade? Ou as coisas estão realmente mudando?

Uma coisa é certa, o radicalismo, seja ele qual for, é extremamente prejudicial. Geralmente quem só pensa em malhar deixa a desejar em outros assuntos que requeiram o uso do intelecto e, por sua vez, quem vive com a cara enfiada em livros ou estudos tende a negligenciar a parte física. O ideal seria usar a conjugação dos dois. Mas como isso é possível? A solução estaria num local onde as pessoas pudessem fazer as duas coisas, ou seja, cuidar da mente e do corpo simultaneamente, como aquele velho ditado: mens sana in corpore sano.

Academia é uma palavra que surgiu no século V a.C. O termo se originou de Academos, herói grego que emprestava seu nome a um bosque onde Platão construiu sua escola. Lá, ensinavam-se filosofia, matemática e ginástica, embora ensinar talvez não seja a melhor palavra nesse contexto. Isto porque também na academia de Platão o diálogo vivo era o que mais importava. Assim, não é por acaso que o diálogo foi a forma escolhida por Platão para registrar por escrito sua filosofia.

Foi no ano de 399a.C. aos 28-29 anos que Platão perdeu seu grande orientador, Sócrates, obrigado pela sociedade ateniense a beber cicuta, suicidando-se. No entanto, o filósofo ao perder um mestre ganha outro, Saturno, o deus/planeta do amadurecimento e da busca do conhecimento por si mesmo, pela experiência pelo tempo. É justamente neste período que vivenciamos o “retorno de Saturno”, ou seja, a época no momento do nascimento. Como nos assevera Stephen Arroyo:

O primeiro ciclo de Saturno através do horóscopo de nascimento durante aproximadamente os primeiros vinte e nove anos da vida é antes do mais, baseado na reação ao condicionalismo do passado, ao karma, às influências dos pais e às pressões sociais. Durante este período da vida, as pessoas são regra geral, bastante inconscientes de quem e do que são fundamentalmente. Mas depois, com o primeiro regresso de Saturno, é muitas vezes, como se uma velha dívida fosse paga e muitos velhos modelos e obrigações kármicas fossem subitamente removidos. Nesta altura, pode-se experimentar um estado de ser profundamente complexo; trata-se, na verdade, ao mesmo tempo, de um sentimento de limitação inalterável na estrutura da vida, e de um sentimento de liberdade interior que, em muitos casos é acompanhado por uma alegria inspiradora e grande exuberância.

 

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Solidão prejudica sono

Solidão piora qualidade do sono

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Um novo estudo mostra que a família e os amigos têm um papel essencial na qualidade de vida. Segundo o pesquisador John Cacioppo, da Universidade de Chicago, os indivíduos solitários apresentam um sono de má qualidade e despertam com maior freqüência.

  • As pessoas às vezes acreditam que a família e os amigos não importam; apenas a saúde e o estado socioeconômico. O mundo social afeta nossa saúde — diz Cacioppo, que publicou um trabalho sobre o tema na revista “Psychological Science”.

A pesquisa envolveu 54 estudantes universitários e tentou determinar o efeito da solidão na qualidade do sono. Segundo o autor, os dados comprovam investigações anteriores que revelam que os bons relacionamentos sociais ajudam a recarregar nossas energias.

Reflexões Holísticas

Reflexões Holísticas

 

Pensando sobre o tema a que me propus escrever – HOLISMO – algumas possibilidades para conduzir o texto se apresentaram. Pensei em fazer um breve histórico do uso do termo que, sob diferentes denominações, é considerado em várias culturas, há séculos.

Concluí que o melhor seria buscar um discurso simples: perceber-nos numa ótica holística é entender que COMPOMOS UM TODO INTEGRADO.

Enquanto indivíduos, nosso Ser é um todo integrado: corpo físico/mente/espírito – compõem um corpo, uma unidade, dinâmica, completa, única – que interage com o ambiente(social, ecológico e cósmico), formando uma rede de interdependência.

Enquanto humanidade em evolução, há padrões de pensamento/ponto de vista/formas de ver o mundo que se alteram. Para melhor verbalizá-los, a linguagem também difere. Perceba como alguns termos usados na abordagem holística fazem sentido para muitos de nós:

Visão global do ser humano e do Universo. Busca-se uma visão integradora de todos os seus aspectos;

Cooperação: valoriza-se pontos comuns na integração com as pessoas. Há ênfase na cooperação e não na competição;

Sinergia “o Todo é maior que a soma das partes”. No trabalho em grupo realizamos mais em menos tempo, sem nos atermos à autoridade e à hierarquia.

Transdisciplinaridade procura-se fazer uma “ ponte” entre as diversas áreas de conhecimento, transcendendo as especialidades.

Respeito à vida e à natureza…

Sentido de unidade e não de fragmentação.

Integração dos aspectos masculinos e femininos, indo além das visões do `machismo’ e do `feminismo’.

Abertura para o novo busca da espontaneidade, da alegria, da harmonia, da sabedoria, aliada ao conhecimento.

Se você compartilha essas ideias, falamos a mesma língua. Se não, convido-o a experimentar ver o mundo sob ótica holística. Para o físico F. Capra, os problemas mais críticos que enfrentamos(políticos, econômicos, sociais, etc) refletem uma crise na percepção da realidade. Ponha os “óculos holísticos” por alguns instantes, talvez você perceba essa nova realidade:

  • escolas abordando temas curriculares transdisciplinarmente;
  • na arquitetura: uso de materiais e técnicas que estimulam a integração ser humano/ambiente, projetos de habitação popular desenvolvidos com a participação ativa dos futuros usuários;
  • práticas alternativas de saúde sendo valorizadas;
  • empresas onde a cooperação e a parceria entre os empregados é estimuladas;
  • consumidores buscando produtos menos agressivos.

Pense holístico! Faça holístico! Por você e pelo Todo que compomos…

 

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Por uma visão terapêutica para as terapias

Por uma visão terapêutica para as terapias

Sergio Costa

Inúmeras são as terapias, as formas e os meios de autoconhecimento.

Se formos encarar esta questão pelo aspecto das diferenças entre cada escolhido, chegaremos a grandes divergências entre eles, desde a filosofia que os embasa até entre as técnicas e métodos empregados.

Algumas terapias* vão privilegiar mais as palavras como instrumento de acesso ao outro e explanação de seus conflitos e potencialidades – algumas psicoterapia, o Tarot, um atendimento de mapa astral ou numerológico; outras vão buscar em leituras, técnicas e exercícios corporais as suas formas de intervenção – Terapias Corporais, Massagens Terapêuticas e áreas mais avançadas de Fisioterapia; outras ainda, vão procurar pela alteração da dinâmica energética do organismo, o reequilíbrio e cura do mesmo – Florais, Cura Prânica, Reiki, Acupuntura.

Estas visões, teorias e práticas se combinam e se complementam na autuação dos referidos terapeutas, contudo, de uma maneira geral, cada um irá se aprofundar e se desenvolver predominante dentro de cada uma das supracitadas abordagens – verbal, corporal e energéticas parecem comungar, sejam elas alternativas ou não.

Haveria, então forma de pensar, pesquisa e desenvolver cada uma das terapias existentes de uma forma mais conjuntas?

Seria possível desenvolver uma metalinguagem ou sistema único que congregasse as diferentes terapias em uma mesma Éticas e propósitos comuns?

Em alguns aspectos acredito que não, pois a própria diferença é importante, haja visto as infinitas demandas que surgem no decorrer da vida de um indivíduo requerendo intervenção verbal, corporal ou energética, ou ainda, uma combinação delas.

Todavia podemos afirmar ser possível uma unificação no tocante a visão de como “ser terapeuta” ou relativa à uma “postura terapêutica”. Acredito residir neste item a base para um bom termo em relação à qualquer tratamento ou intervenção. Não que cada terapeuta tenha que ser cópia ou um clone automatizado de um protótipo de “terapeuta ideal”. É necessário que cada terapeuta constitua seu saber e sua prática pela sua personalidade, conhecimento, e experiência.

Contudo existem alguns pontos que considero fundamentais, sem os quais todo o processo terapêutico estaria irremediavelmente comprometido.

  1. Um terapeuta deve ter uma noção o mais nítida possível do limite entre ele – seus desejos, sonhos, valores, moral, preconceitos e crenças – e o outro com suas próprias aspirações e idiossincrasias. A terapia é um espaço para que a individualidade e quem à busca possa emergir. Por isso o terapeuta, não dá fórmula de bem agir, conselhos ou regras de comportamento e receitas de sucesso. A função do terapeuta é espelhar a realidade que lhe é apresentada seja ela, por um mapa, uma carta, fala ou expressão corporal, deixando espaço e tempo suficiente para que o paciente/cliente possa descobrir e construir sua identidade e escolhas.
  2. O terapeuta deve ter noção do funcionamento da sociedade que o cerca, naquilo que ela tem de positivo e negativo e em como ela administra e interfere na vida das pessoas. Tal consciência crítica é necessária para que estas mesmas pessoas, principalmente o próprio terapeuta, não se tornem joguetes nas mãos das forças sociais que oprimem o sujeito e massificam o desejo, fazendo com que o indivíduo se perca em ilusões e falsas expectativas na simples execução alienada de papéis sociais.
  3. Ter noção do universo psicológico que envolve a pessoa que o procura – estruturação da psique, história pessoal e familiar, mecanismos de defesa psicológicos, etc – que reside na base do funcionamento mental/emocional/corporal do indivíduo em questão. Não que vá se iniciar uma piscoterapia, no caso de não se Ter uma formação que o habilite à tal exercício, mas para compreender melhor as queixas e sintomas apresentados e desta forma ampliar a compreensão durante a diagnóstico, prescrever o melhor tratamento dentro de suas habilidades, domínio de conhecimento e técnicas e, se for o caso, indicar o melhor tratamento complementar ao seu que possa auxiliá-lo na função de cura.

Poderia citar vários itens que compõem e baseia a relação do terapeuta com o cliente/paciente, como o necessário bom autoconhecimento do terapeuta, humildade suficiente para ele se perceber também como um caminhante e não detentor de uma “verdade suprema”, conhecimentos teóricos e técnicos sem que se vá restringir ou impor uma adaptação forçosa das pessoas à eles, e assim por diante.

Todavia, acredito que o fundamental da postura terapêutica é Ter a noção de que terapia, bem intencionada e estruturada, seja ela qual for, constitui-se em um grande laboratório, um caldeirão alquímico onde os elementos que o preenchem são da ordem do afeto. Afeto do terapeuta, se afetam na certeza de que depois deste encontro, nenhum dos dois serão exatamente os mesmos.

A mudança é responsabilidade de quem busca a terapia, mas a postura e o espaço terapêutico são responsabilidade do terapeuta.

 

 

Artigo de Sérgio Costa CRP 17447

Psicoterapeuta de Base Corporal e Arte-Terapêutica

 

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Nascimento: programação do inconsciente e Renascimento

As experiências obtidas durante o período pré- natal e durante o nascimento, criam uma programação inconsciente que servirá de alicerce para futuras ações e reações do indivíduo durante sua vida. Como grande parte desta programação foi feita em cima de ocorrências negativas, como por exemplo os traumas de nascimento, a vida da grande maioria das pessoas, tende a ser orientada por realizações bem abaixo do seu real potencial. Sabemos que a programação inconsciente é bem mais poderosa que os desejos do consciente, por isso, a dificuldade de colocar em prática idéias e ações, é muitas vezes sabotada pela programação inconsciente, para nossa insatisfação. Ao contrário do que se pensava antigamente, o bebê está totalmente ligado ao que acontece ao seu redor, registrando todas as sensações, emoções e impressões como verdades a serem incorporadas no manual da sobrevivência para o mundo físico no qual ele está chegando.

Daí, resultam alguns posicionamentos perante a vida, que variam de indivíduo para indivíduo, de acordo com seu tipo de nascimento com respectivos padrões de comportamento.

Cesariana – Necessitam de ajuda pela vida a fora. Criam expectativas de ajuda em situações diversas, pois foram ajudados e não tiveram que fazer maiores esforços na hora do nascimento. Têm fascínio por objetos cortantes e podem possuir padrão de culpa, por terem ao nascer assumido a culpa pelos ferimentos da mãe.

Prematuros – Sentem pressa em avançar e depois ao alcançar os objetivos, não se sentem preparados para assumir a responsabilidade das novas situações. Geralmente chegam cedo aos locais onde são aguardados. Sentem-se vulneráveis e pequenos para resolver problemas. O pensamento padrão pode ser: não sou importante.

Partos pós -maturos – Nascem depois do tempo, geralmente são bebês grandes. Tem tendência a se atrasar nos seus compromissos. Precisam de mais tempo que as pessoas comuns para se adaptar às novas situações. Tentam não ser percebidos – ficar invisíveis. Têm resistência a mudanças, e sensações de serem pesados para os outros. O pensamento padrão é: preciso de mais tempo.

Nascimento de nádegas – Têm tendência a fazer tudo no sentido contrário. Quando se pede uma coisa a eles fazem outra. Deve-se pedir o contrário do que realmente queremos, para sermos atendidos.

Parto rápido – Pré disposição à impaciência, ansiedade e dificuldades com a intimidade. Ritmo de vida acelerado.

Expectativa de bebê de outro sexo – Sentimento de não ser a pessoa que todos esperavam que fosse. Dificuldade com a sexualidade, atração por profissões do sexo oposto. Pensamento padrão: sou uma decepção.

Nascimento com tentativa de aborto – Predominam os sentimentos de rejeição, os pensamentos mais comuns são: o mundo inteiro está contra mim, ninguém me apoia, não mereço estar vivo.

Criança adotada – Lembrança longínqua de rejeição, e memória de ser bem acolhido e aceito, mecanismo de ser muito boazinha para não ser abandonada de novo, conflito entre duas situações, podendo gerar diversos sentimentos, como por exemplo tristeza e raiva.

Informações mais detalhadas sobre estes e outros tipos de parto poderão ser encontradas no livro: Como seu Nascimento Afeta seus Relacionamentos, de Sondra Ray e Bob Mandel, editora Gente

O importante, é que as pessoas se conscientizem dos seus padrões de comportamento negativo , e façam uma limpeza no seu porão inconsciente, seguida de uma reprogramação eficiente, dirigida à realização de uma vida plena de alegrias e realizações, sendo novamente elas mesmas, religadas à sua essência. Um dos processos mais poderosos e rápidos que conheço para alcançar estes resultados, é sem sombra de dúvida, o Renascimento.

 

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