Arnaldo V. Carvalho

– Cocô, muito prazer!

Por Arnaldo V. Carvalho*

Tenham em mente: cocô perfeito é aquele que sai sem qualquer dor, e quando a gente passa o papel no rabiote não sai nada ou praticamente nada. Acredito que com essa pista 99% de vocês pensou “ih, e agora?”, hehehe. Mas é verdade. Para um bom cocô, a primeira coisa a fazer é rever a relação que se tem com ele. Cocô é a coisa mais próxima que existe da terra fértil que tem aquele cheirinho bom quando a chuva bate. A maioria das pessoas cria má relação com o cocô desde… sempre. Vamos ver?

Na ordem do despertar fisiológico, é mais ou menos assim: a gente primeiro é tocado, então respira, depois mama e depois faz xixi e cocô. Isso aí. Troca de calor, depois troca de ar, depois troca de materiais, o leite pelo cocô. Umhum, nascemos, e por mais…

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