cora rónai | internETC.

A primeira vez que ouvi falar no peixe panga foi, se bem me lembro, em fins do ano passado. Recebi um email alarmista com toda a cara de hoax (“Mensagem urgente! Repasse para os amigos!”), apaguei e não pensei mais no assunto. Até que, de duas ou três semanas para cá, minha mailbox voltou a ser alvo de pisciterrorismo. Criei um filtro para a palavra panga e estava novamente em vias de esquecer o famigerado peixe quando, passeando pelo Facebook, encontrei a mesmíssima mensagem que recebi na caixa postal.

“Em um restaurante self-service, tive a curiosidade de ver melhor o peixe no meu prato. Ao abrir a posta notei que a massa estava impregnada de filamentos,” diz a mensagem. “Encostei o prato, retirei com um guardanapo parte do peixe e levei para análise. Os filamentos, na verdade, eram vermes de até dois centímetros.”

Mais lenda urbana impossível: a principal característica…

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