Excesso de flúor na água é perigo para a população

Alerta sobre a ingestão de Fluor

– Existe uma doença chamada SKELETON FLUOROSIS (ou fluorose óssea) que
enfraquece o esqueleto humano. Esta doença deixa a pessoa praticamente
inutilizada, já que o esqueleto torna-se incapaz de suportar o corpo humano.
A forma mais branda da doença é a fluorose dental, cujos sinais são manchas
esbranquiçadas em 1 ou mais dentes;

– O que causa isto é a ingestão de fluor acima de uma certa quantidade
“segura”, seja na água, na escovação, em objetos e alimentos lavados com
água fluoretada, em gargarejos com fluor, etc.;

– Estudos científicos no ano de 2003 indicam que os níveis “seguros” para a
quantidade máxima de ingestão de fluor pelo ser humano, adotados até o ano
de 2002, estavam errados. Em 2003 foram feitas correções que reduziram estes
índices pela metade;

– Esta quantidade diária não é capaz de causar a doença em si ou as doenças
secundárias, mas o acúmulo periódico de quantidade excessiva de fluor
não-eliminado pelo organismo durante anos pode. As doenças, após aparecerem,
não são facilmente curáveis.

– Por ser uma substância que gera uma proteção contra as cáries, o fluor é
mundialmente indicado para uso no creme dental e na água. No Brasil, a
fluoretação (adição de fluor) em toda a água potável (mineral também) é
obrigatória (é Lei). Aliás, o uso de fluor para a redução da incidência de
cáries dentárias foi implementada justamente pela observação de que em
países cuja população sofre mais com fluorose dentária ou óssea pela
fluoretação natural da água (embora excessiva), como a Índia, a quantidade
de cáries é mínima;

– Vários produtos, de água mineral a creme dental, utilizam fluor em sua
composição com base nos índices ainda de 1993 (10 anos atrás). Qualquer
redução deste índice acarretará em mudanças nos produtos ao longo dos anos,
já que as empresas não se disporão a gastar mais em pesquisas e formulação
de conteúdo e de processos industriais do que já gastaram. Isto significa
que, mesmo que os organismos internacionais alterem mundialmente os indices
de fluor adotados hoje, ainda estaremos a mercê da indústria;

– Pesquisas apontam para vários sintomas decorrentes desta ingestão
acentuada de fluor, inclusive com alguns destaques interessantes:
— acima de 0,3 ppm: 21% de fluorose dental em pelo menos 2 dentes;
— até 1 ppm (ou mais): acúmulo de fluor na glândula pineal (!!);
— 1 ppm: menstruação precoce em meninas; 48% de fluorose dental;
— 1,7 ppm: casos confirmados de fluorose óssea em pessoas com alguma
deficiência renal;
— 1,8 ppm: diminuição do Q.I.;
— 2,3 ppm: prejuízo ao funcionamento da glândula Tireóide;
— 3,0 ppm: redução da fertilidade feminina;
— 4,0 a 4,3 ppm: redução da densidade óssea no córtex ósseo (parte mais
externa dos ossos); aumento de casos de fraturas ósseas em seres humanos (as
pesquisas anteriores eram em animais);
— (relação completa das pesquisas e resultados em
http://www.fluoridealert.org/nrc-review.htm).

– Alguns artigos relacionados:

Systematic review of water fluoridation
http://www.pubmedcentral.gov/articlerender.fcgi?tool=pmcentrez&artid=27492
(aliás, ótimo site para publicações cintíficas relacionadas à saúde)

Dental caries: a nation divided (Canadian Medical Association)
http://www.cmaj.ca/cgi/content/full/167/9/1035

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