Levedo de cerveja

Levedura de Cerveja

As qualidades terapêuticas da levedura são conhecidas por Hipócrates, o pai da medicina. Os monges medievais a utilizavam contra as chagas, mas somente na idade moderna é que se pode conhecer seu grande valor.

Na verdade, a levedura é um fungo unicelular utilizado na fermentação do açúcar de cereais, produzindo assim bebidas alcoólicas. A espécie mais importante de levedura é a saccharomyces cerevisiae, vulgarmente chamada de levedura de cerveja.

Quando a levedura perde sua utilidade nas cervejarias, é vendida para outras empresas, pois este rico material ainda pode ser aproveitado de várias maneiras, como aromatizante de sopas e caldos desidratados ou ainda como complemento para alimentação humana, vendidos na forma de flocos, cápsulas ou comprimidos.

Com a correria do dia-a-dia, é muito difícil que tenhamos uma alimentação balanceada contendo todos os nutrientes que nosso organismo precisa. O levedo, além de complementar a dieta, ajuda em diversos problemas como queda de cabelo, acne, furunculose, eczema psoríase, diabetes, fadiga, estresse, equilibra a flora intestinal, desenvolve uma ação desintoxicante aumentando a eliminação de substâncias nocivas, fortalece o sistema imunológico e os nervos. Isto tudo porque este complemento é riquíssimo em fibras, aminoácidos(formadores das proteínas), vitaminas, sobretudo as do complexo B e sais minerais, possui também um alto teor de ferro orgânico. Seu sabor amargo se deve a forte presença de cromo, que é um mineral muito importante no metabolismo do açúcar.

É verdade que a levedura engorda?
Não é verdade, pois tem poucas calorias. Se ingerida antes das refeições, pode até ajudar pessoas que querem emagrecer.
Dicas: Se quiser utilizar a levedura para regular o intestino, o ideal é tomá-la no café da manhã com bastante água.

Nos casos de reumatismo, artrite, artrose ou gota, tomar no final de cada refeição.
Para combater a obesidade, tomar 10 minutos antes de cada refeição.
A levedura pode ser tomada com água, suco de frutas ou acrescentada a comida, mas não se deve cozinhá-la para que não perca suas vitaminas.

Tania C. Castroviejo – Bióloga

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