Desmatamento explode na Amazônia, mas ministro prefere questionar a validade cientifica dos dados

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deforestationExpansão da monocultura da soja está contribuindo para aumento explosivo das taxas de desmatamento na Amazônia brasileira.

Em uma postagem feita em seu blog no jornal “O Globo”, o jornalista Bernardo Mello Franco, informa que mais um ministro do governo Bolsonaro optou por abraçar o negacionismo anti-científico como estratégia de negação da realidade que está estabelecida na Amazônia.

O ministro no caso é o general da reservaAugusto Helenochefe do Gabinete de Segurança Institucional,  que em entrevista à GloboNews,  endossou a tese de que a agenda do meio ambiente seria controlada por um complô internacional. Além disso, o ministro também desmereceu o sistema que mede a destruição da Amazônia. Segundo Mello Franco, Augusto Helena teria afirmado que “esses dados do desmatamento eu coloco muito em dúvida. Se nós somarmos o percentual de desmatamento que anualmente aparece no jornal, o Brasil já estava sem uma árvore. Isso também é…

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Com agrotóxicos aparecendo em mais lugares, aumentam as preocupações com a segurança

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Um corpo crescente de pesquisas está desafiando a suposição de que os neonicotinóides são mais seguros e menos propensos a se espalhar no ambiente do que outros agrotóxicos

scientific americanCredito: Danita Delimont Getty Images

Por Jim Daley para a Scientific American

Durante décadas, Judy Hoy dirigiu um centro independente de reabilitação da vida selvagem na sua casa no estado de Montana, onde também realizou autópsias em cervos atingidos por carros. No final dos anos de 1990, ela notou uma tendência bizarra: muitos cervos tinham pronunciado sobremordidas, ventrículos cardíacos ampliados e glândulas e timo danificados ou ausentes. E os cervos não estavam sozinhos. “Estávamos vendo os mesmos defeitos congênitos em todos os animais de caça e domésticos”, diz Hoy, que relatou suas observações em 2002 no Journal of Environmental Biology. Ela suspeitava que uma nova classe de agrotóxicos chamada neonicotinóides poderia ser responsável por esses problemas.

Impulsionado pelo trabalho de Hoy, Jonathan Jenks…

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Durante décadas, Judy Hoy dirigiu um centro independente de reabilitação da vida selvagem na sua casa no estado de Montana, onde também realizou autópsias em cervos atingidos por carros. No final dos anos de 1990, ela notou uma tendência bizarra: muitos cervos tinham pronunciado sobremordidas, ventrículos cardíacos ampliados e glândulas e timo danificados ou ausentes. E os cervos não estavam sozinhos. “Estávamos vendo os mesmos defeitos congênitos em todos os animais de caça e domésticos”, diz Hoy, que relatou suas observações em 2002 no Journal of Environmental Biology. Ela suspeitava que uma nova classe de agrotóxicos chamada neonicotinóides poderia ser responsável por esses problemas.

Impulsionado pelo trabalho de Hoy, Jonathan Jenks…

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