Archive for Açúcares

A(s) receita contra o envelhecimento

Apanhado de sugestões da ciência para a longevidade

A fórmula da poção mágica para retardar o processo de envelhecimento inclui dieta rica em nutrientes antioxidantes, prática de atividade física, controle do estresse e fim de hábitos nocivos, como fumar, consumir bebidas alcoólicas e comer alimentos com colesterol. A receita para envelhecer com saúde baseia-se no fato de que o organismo precisa de seis componentes: vitaminas, sais minerais, fibras, carboidratos, gorduras e proteínas. Entre os nutrientes essenciais estão o selênio(encontrado em peixes, moluscos e cereais integrais), a vitamina E (encontrada em óleos vegetais, verduras e cereais), a vitamina C e a vitamina A.

Segundo os médicos ingleses Tony Smith e Patrícia Last, para envelhecer de forma saudável, o ideal é fazer três refeições por dia porque o organismo funciona melhor comum fornecimento regular de nutrientes. Com relação às carnes, eles ensinam que as vermelhas contêm grande quantidade de gorduras saturadas. Portanto devem ser consumidas no máximo duas vezes por semana. Para obter as proteínas necessárias, é melhor optar por carnes de aves sem pele, e peixes. Já os vegetais devem ser consumidos pelo menos duas vezes ao dia.

Colesterol diminui longevidade

Outro fator de risco para o envelhecimento precoce é o consumo de alimentos com alto teor de colesterol. O epidemiologista Richard Shekelle, do Centro de Ciências de Saúde da Universidade do Texas, acrescenta que as pessoas que ingerem em média 700mg/dia de colesterol perdem 3 anos de vida.

  • Elas também estão mais propensas ao câncer de pulmão, pois o colesterol reage com o oxigênio formando radicais livres potentes, que atacam o DNA- explica.

Gordura saturada acelera o processo de envelhecimento. A explicação é que o oxigênio dissolve oito vezes mais rápido na gordura do que na água. Segundo o pesquisador americano Harry Demopoulos, à medida que o oxigênio se incorpora à gordura, esta se torna rançosa e mais perigosa. Óleos vegetais hidrogenados, maionese, biscoitos, bolos, batata frita, misturas para molhos e pizza contêm alto teor de gordura, que se torna rançosa.

  • A gordura rançosa é uma bomba-relógio da radicais livres – diz o cientista.

Já o médico Walter WillDHett, da Escola de Saúde Pública de Harvard, afirma que a margarina é um inimigo das células, pois contém ácidos graxos, que prejudicam o organismo. Outro cientista recomenda comer menos.

  • O excesso de calorias aumenta a produção de radicais livres. A redução fortalece o sistema imunológico e diminui a quantidade de insulina – diz Roy Walford, da Escola de Medicina da Universidade de Califórnia.

Há suspeita de que o excesso de insulina destrói as artérias, aumenta o LDL(mau colesterol), os triglicerídeos e a pressão arterial. Para o endocrinologista Amélio Godoy Mattos, envelhecer de forma saudável exige abandonar o fumo e o sedentarismo. Com isso, diminui a perda de hormônios como a testosterona (responsável pela libido) e o hormônio de crescimento (que mantém a massa óssea e muscular e diminui depois dos 50 anos).

  • Estudos mostram que pessoas com menor taxa dos dois hormônios engordam e correm risco de hipertensão e arteriosclerose. Mas a reposição só é indicada em alguns casos- alerta.

Também o médico Francisco Silveira, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Biomolecular, afirma que a reposição hormonal, quando indicada com critério, é ótima contra o envelhecimento precoce. Ela cita, por exemplo, os hormônios DHEA e a melatonina, produzidos naturalmente pelo organismo. Já a melatonina regula o sono e protege o DNA.

  • O DHEA só pode ser receitado acima de 45 anos e o médico precisa analisar o perfil hormonal do paciente antes de receitar o medicamento. A análise inclui dosagem de DHEA, testosterona plasmática e de PSA. A melatonina só pode ser usada à noite, antes de dormir- lembra Silveira.

Outro fator de risco para o envelhecimento precoce é dormir mal. A regeneração enzimática ocorre nas fases 3 e 4 do sono. Quem dorme mal. Tem sono superficial ou usa por longo tempo soníferos, ansiolíticos e hipnóticos, não passa por essas fases do sono e tem maior probabilidade de sofrer câncer.

Vitamina P preserva o cérebro

O cérebro também envelhece. Ele nasce com 3000 bilhões de neurônios e a partir dos 30 anos o organismo começa a perde em torno de 100 mil diariamente. A solução é usar substâncias para retardar essa perda. Uma delas é a vitamina P em cápsulas, que ajudam a captar glicose e oxigênio para o cérebro. Ela é encontrada na natureza, na parte branca das frutas cítricas, na amora e na cereja. Outra é a vitamina F que está nos peixes gordos (salmão, atum e sardinha), previne a arteriosclerose e aumenta o HDL( fração boa do colesterol).

  • Para evitar perda de memória, o ideal é consumir as vitaminas P e F a partir dos 30 anos – diz o médico ortomolecular.

Os cientistas, porém, sabem que a maioria das pessoas não consegue seguir à receita à risca e não se cansam de pesquisar tecnologia para restaurar o corpo humano. Eles acreditam que, nas próximas décadas será possível recuperar ou trocar órgãos, a partir de materiais criados em laboratório ou desenvolvido por meio de terapia genética.

Uma das maiores descobertas é a combinação de medicamentos e implante de neurônios para tratar demências, como Alzheimer. Outra novidade das pesquisas médicas recentes é a injeção de vírus ou uso de DNA modificados geneticamente para renovar tecidos do sistema cardiovascular. Para tratar o crescimento da próstata, a novidade é a técnica ablação transuretral, na qual, por meio de catéter ligado a equipamento de radiofrequência, o médico elimina o excesso de tecido.

 

Reportagem de Antonio Marinho

Anúncios

Leave a comment »

Mel é antioxidante!

 

Dois novos estudos da Universidade de Illinois são doces notícias para os adoradores de mel. Um mostra que as qualidades anti-oxidantes do mel conservam o alimento sem comprometer o sabor. O outro, publicado recentemente, diz que o mel retarda a oxidação das lipoproteínas de baixa-densidade (LDL), um processo que leva à deposição da placa aterosclerótica.

Como em um estudo de 1999, os pesquisadores descobriram que o mel de coloração mais escura forneceu mais vigor protetor do que o mel de coloração mais clara. “É ainda cedo para afirmar, mas o mel parece ter potencial para servir como um anti-oxidante dietético”, diz o principal pesquisador, o Dr. Nicki Engeseth, professor na Universidade de Illinois.

O estudo mais recente – publicado na edição online do periódico Journal of Agricultural & Food Chemistry – é o primeiro a observar o efeito do mel no sangue humano. O estudo também descobriu, utilizando um método muito mais preciso do que o utilizado em 1999, que os anti-oxidantes do mel eram iguais a aqueles em muitas frutas e vegetais na habilidade de se opor a atividade degenerativa de moléculas altamente reativas conhecidas como radicais-livres.

Os pesquisadores utilizaram o teste de capacidade da absorção de radical oxigênio (ORAC), uma ferramenta que tem sido bastante utilizada para analisar os mesmos componentes nas frutas, vegetais e vinhos. O mel mais escuro teve os maiores valores. “Tivemos valores do ORAC variando de 3 a 17”, disse Engeseth. “Normalmente consumimos frutas e vegetais com variação de 0.5 a 16”.

Engeseth e Gheldof obtiveram amostras de sangue de voluntários humanos saudáveis. Eles acrescentaram diversas variedades de mel ao sangue em um experimento e observaram seu impacto sobre o LDL, chamado de colesterol ruim. Nas amostras dos testes, eles também acrescentaram cobre para estimular a oxidação da lipoproteína. Utilizando um espectrômetro, eles descobriram que o mel – o mais escuro – reduziu drasticamente a taxa de formação de dienes, produtos da oxidação relacionada ao LDL no sangue. “Ainda que o estudo tenha envolvido sangue humano em um tubo de ensaio, ele mostra que caso o mel esteja presente, ele pode atuar positivamente”, disse Engeseth.

Os pesquisadores da UI encontraram ainda uma correlação significativa do conteúdo fenólico do mel e sua capacidade anti-oxidante.

Fonte:Journal of Agricultural & Food Chemistry, 08/04/02

Leave a comment »

A polêmica do Aspartame e a opinião de quem é a favor

O aspartame é um edulcorante tão polêmico que a briga entre especialistas na área da saúde tornou-se verbete na Wikipedia:

http://en.wikipedia.org/wiki/Aspartame_controversy

Enquanto a briga teorica, política e comercial não termina, os consumidores arriscam-se em nome de um sabor, ou talvez, da defesa de suas compulsões. Mas para além dos muitos artigos científicos hoje desponíveis demonstrando a associação do aspartame com diversas doenças, a prudência, contudo, me leva ao conselho de, estando em jogo a saúde,  não arriscar.

Segue ainda assim pequeno artigo que apresenta interessante ponto de vista de alguns médicos que não creem, não conseguiram até o momento observar malefícios (e possivelmente não leem as revistas científicas que publicam há anos centenas de artigos sobre o tema), e até pelo contrário, destacam fatores positivos no adoçante.

Arnaldo V. Carvalho, naturopata.

 

A suposta Dra. Marckle conta que esteve na última Conferência Mundial do Meio Ambiente – onde e quando, não fica esclarecido –, na qual foi anunciada, entre outras coisas, a existência de uma epidemia de esclerose múltipla e de lúpus sistêmico nos Estados Unidos. Segundo as denúncias, essas doenças teriam ligação direta com o consumo do aspartame, comercializado com o nome de NutraSweet.

O adoçante foi acusado também de provocar sintomas como fibromialgia, espasmos, dores, formigamento nas pernas, cãibras, vertigem, tontura, dor de cabeça, zumbido no ouvido, dores articulares, depressão, ataques de ansiedade, fala atrapalhada, visão borrada ou perda de memória. Eles consistiriam no que a Dra. Marckle chama de “Doença do Aspartame”.

No e-mail que está circulando na Internet, a médica norte-americana afirma existirem evidências de que a substância edulcorante em questão seria a causadora da acidose metabólica e que a associam à doença de Alzheimer. Ela chama atenção especial do público diabético, dizendo que o aspartame mantém fora de controle a taxa de açúcar no sangue, podendo levar ao coma.

Ele é ainda acusado de ser responsável por sintomas como perda de memória, confusão e severa perda de visão. Além disso, a fenilalanina levaria à psicose maníaco depressiva, ataque de pânico, fúria e violência. O uso do aspartame na época da concepção poderia causar defeitos fetais; retardo mental (pela concentração de fenilalanina na placenta); diversos tipos de problemas neurológicos (causados pelo metanol presente na fórmula) . Segundo a Dra. Marckle, além de tudo o aspartame não seria um produto dietético, pois faz com que a pessoa deseje carboidratos e ganhe peso.

A Voz dos Especialistas
Para tentar esclarecer essa polêmica, ouvimos especialistas brasileiros e todos concordam que é necessário muita cautela diante das acusações feitas contra o aspartame.

A endocrinologista Rosângela Réa, por exemplo – professora de endocrinologia da Universidade Federal do Paraná -, afirma que as acusações estão apenas levantando hipóteses, apesar de seu caráter dramático e definitivo, mas sem nenhum embasamento científico.

O endocrinologista Ruy Lyra, representante da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) em Pernambuco, explica que o aspartame é um adoçante de natureza sintética, totalmente metabolizável, composto por dois aminoácidos – fenilalanina (50%) e ácido aspártico (40%) -, além do metanol (10%). “Para que se tenha uma idéia’, esclarece, ‘um copo de suco de tomate, por exemplo, tem seis vezes mais metanol que uma lata de refrigerante dietético com aspartame.”

A Dra. Rosângela Réa concorda que não é preciso se alarmar com os malefícios que o metanol contido no aspartame possam trazer à saúde, pois ele é idêntico ao metanol presente em quantidades muito maiores em frutas, sucos e vegetais.

A fenilalanina e o ácido aspártico também estão presentes naturalmente em alimentos tais como carnes, feijão e leite em quantidades muito maiores.

No que diz respeito ao aumento de incidência de câncer de cérebro com o uso do aspartame, o Dr. Ruy Lyra afirma que as suspeitas foram levantadas porque houve um aumento de 67% nessa incidência, nos EUA, entre os anos de 1973 e 1990 na população com mais de 65 anos, sendo o grande pique entre os anos de 1985 e 1987. O endocrinologista chama a atenção para o fato de que o início do aumento da incidência foi em 1973, ou seja, oito anos antes da aprovação do aspartame nos Estados Unidos.

Além disso, desde 1985 a incidência deste tipo de câncer encontra-se estável, tendo havido até um declínio entre 1991 e 1993, enquanto o consumo de aspartame cresceu significativamente naquele país nestes últimos anos. Por conta disso, o National Cancer Institute, dos EUA, declarou em abril de 1987 que “não existe clara ligação, baseada em estudos em humanos e animais, entre o uso de aspartame e o desenvolvimento de tumores cerebrais”.

O endocrinologista Severino Farias, da Bahia, um dos maiores especialistas em metanol no Brasil, afirma que o uso do aspartame não causa prejuízos à saúde. Mas concorda que o aspartame é contra – indicado para indivíduos que apresentam fenilcetonúria, uma doença genética rara que provoca o acúmulo da fenilalanina no organismo, causando retardo mental.

Ingestão Diária Aceitável (IDA)
A IDA é a indicação da quantidade máxima de um aditivo que, se consumido diariamente durante toda a vida, não causaria efeitos desfavoráveis. A Comissão Científica de Alimentos da Comunidade Européia, a Comissão Conjunta de Especialistas em Aditivos Alimentares, da Codex Alimentarius, assim como a Secretaria Canadense de Proteção à Saúde determinaram uma IDA de 40 mg/kg para o aspartame.

A aprovação inicial do aspartame pela Food and Drug Administration (FDA), em 1974, determinou a IDA em 20 mg/kg, mas em 1983, quando o aspartame foi aprovado para o uso em refrigerantes, o FDA a aumentou para 50 mg/kg. É muito difícil que uma pessoa consiga consumir uma quantidade suficiente de aspartame por dia para atingir a IDA. Por exemplo, um indivíduo de 60 kg teria que ingerir aproximadamente 5 litros de bebida adoçada com aspartame, ou 70 sachês do adoçante de mesa por dia.

Vantagens do Aspartame
Além de comprovado que o consumo do aspartame é seguro para adultos, crianças e adolescentes saudáveis e mulheres na fase de amamentação, entre outros, ele é de grande utilidade para um controle médico e nutricional de doenças como a obesidade e o diabetes. Os adoçantes de alta intensidade substituem o açúcar nos alimentos e contém um valor calórico baixíssimo, como o aspartame, com apenas 4 calorias por grama. No caso dos pacientes diabéticos, uma certa restrição na ingestão de açúcares simples contribui para um melhor controle da glicemia. É consenso entre as autoridades na área da Diabetologia que, quanto mais controlado estiver o paciente, menor será a probabilidade de desenvolver as complicações do diabetes.

Além do mais, a redução do peso é considerada vital para o tratamento médico do diabético obeso e não insulino – dependente.

Órgãos Oficiais
A Dra. Rosângela Réa afirma que, desde a sua descoberta, em 1965, o aspartame tem sido totalmente revisto por entidades reguladoras e por organizações científicas em todo o mundo. Por exemplo, o FDA, o Instituto Nacional do Câncer e a Associação Americana de Diabetes têm declarado que seu uso é seguro.

Uma pesquisa realizada pela The NutraSweet Company confirma que este edulcorante passou por um processo exaustivo de avaliação, através de estudos toxicológicos, farmacológicos e metabólicos. Ele foi aprovado pelo FDA para o uso como adoçante em 1981 e hoje é utilizado em mais de 90 países. Em 27 de janeiro deste ano o FDA declarou que “o aspartame é um dos aditivos alimentares mais testados; todos os testes recentes em animais e humanos conduzem ao conceito de segurança”.

Leave a comment »

Aspartame

ASPARTAME É A NOVA TALIDOMIDA!

O aspartame é encontrado na Diet Coke e em outros refrigerantes Diet.

A mensagem a seguir é uma enfática recomendação para MANTER DISTÂNCIA de tais produtos. Ao considerar o fato adicional de que a maioria deles vem em latas de alumínio (os ácidos da bebida dissolvem os cátions Al+++ – cf. Mal de Alzheimer), há ainda mais incentivo para jogá-los fora. AVISO! NutraSweet é uma neurotoxina ! A talidomida dos anos 90 é o aspartame, também conhecido como NutraSweet e outras marcas comerciais. Em maio de 1992, a revista Flying Safety (Segurança de Vôo) explicou seus perigos:

“Na gravidez os efeitos do aspartame podem passar diretamente para o feto, mesmo em doses pequenas. Algumas pessoas sofreram problemas relacionados ao aspartame com doses pequenas como as que se encontram num chiclete diet. Isso pode significar que um piloto que beba refrigerantes dietéticos é mais suscetível a vertigens ou a atividade epiléptica induzida pela luz. Significa também que estes pilotos são vítimas potenciais de perda súbita de memória, tonteira durante vôo por instrumentos e perda gradual de visão.”

Alguns pilotos sofreram ataques epilépticos as cabines de vôos comerciais e tiveram de abandonar a carreira. A Food and Drug Administration (Administração de Alimentos e Remédios – FDA – órgão americano que cuida do credenciamento de remédios e aditivos alimentares para consumo humano) recebeu mais de 10.000 queixas de consumidores contra o Nutra Sweet. Isso corresponde a 80% do total de queixas sobre aditivos alimentares, mas a FDA parece estar em coma e não alerta o público americano, que supõe que um produto tão anunciado deve ser seguro como leite materno.

A FDA costuma aprovar drogas assassinas, como a revista Omni de fevereiro de 94 relatou. Se você usa aspartame e tem dores de cabeça, depressão, fala arrastada, perda de memória, sintomas semelhantes aos da fibromialgia, perda de sensação ou dores repentinas nos membros inferiores, perda de equilíbrio, vertigens, ataques de ansiedade, fadiga crônica, perda de visão ou costuma ver pequenas luzes flutuantes piscando, se sofre descolamento de retina, ataques semelhantes aos epilépticos, espasmos musculares, palpitações cardíacas etc. você está com a doença do aspartame.

Muitos médicos têm diagnosticado esclerose múltipla quando o que existe na realidade é intoxicação por metanol, que se assemelha à esclerose múltipla.

Livre-se desta droga perigosa imediatamente. Esclerose múltipla não é uma sentença de morte; intoxicação por metanol é.

51% das drogas aprovadas pela FDA apresentam riscos sérios e podem causar reações adversas que levam à incapacidade severa ou permanente e até à morte. O Center for Disease Control (Centro para controle de doenças) da Universidade John Hopkins e a New Jersey School of Medicine (Escola de Medicina de New Jersey) estimam que de 80.000 a 120.000 americanos morrem por ano por causa de remédios prescritos por seus médicos. A persistência deste atroz holocausto tem tudo a ver com dinheiro e nada a ver com saúde pública. A Monsanto (fabricante do aspartame) amealha 2 bilhões de dólares por ano com a bonança tóxica do aspartame.

Isto pode comprar muitos burocratas! A FDA trabalha para a indústria, não para os cidadãos. O chefe da FDA, Arthur Hayes, passou por cima de sua própria comissão de pesquisas para aprovar o aspartame, e depois foi trabalhar na empresa de relações públicas do fabricante. O promotor federal Sam Skinner foi designado para processar a Searle (fabricante de adoçantes com aspartame) por causa de testes fraudulentos em seu pedido de aprovação do produto, mas mudou de lado e foi trabalhar junto aos advogados da Searle.
O caso morreu quando os prazos se esgotaram.

O Dr. Adrian Gross, honesto e já falecido toxicologista, escreveu ao senador Howard Metzenbaum: “Os relatórios do Center for Food Safety (Centro para a Segurança dos Alimentos) da FDA podem ser lidos coo scripts de Abbott & Costello, por terem percepções viradas pelo avesso e de cabeça para baixo. A FDA deveria trabalhar para o cinema… Tal “processo” ou DANÇA representa uma farsa e uma zombaria.”

O aspartame é uma molécula com três componentes: ácido aspártico, fenilalanina e metanol. Depois de ingerido, o metanol – álcool de madeira que já matou ou cegou milhares de bêbados de sarjeta – converte-se em formaldeído e ácido fórmico (veneno de formiga). O formaldeído, neurotoxina mortal, é o fluido geralmente usado em embalsamamentos, um cancerígeno classe “A”.
A fenilalanina também é neuro-tóxica quando isolada dos outros aminoácidos das proteínas.

O ácido aspártico causa lesões cerebrais em desordens neuroendócrinas, em experiências com animais. Há 92 sintomas documentados, incluindo dores de cabeça, dormência, fadiga, visão borrada palpitações cardíacas, tonteira, espasmos musculares, ganho de peso, irritabilidade, ansiedade, vertigens, ataques epilépticos, urticária, cegueira, taquicardia, zumbido nos ouvidos, depressão, perda de audição, fala arrastada, perda do paladar, insônia.

O aspartame está presente em 5.000 produtos alimentares e em muitas mesas de restaurantes, pela mesma razão que o tabaco está por toda parte: ganância, vício e lucro! A NutraSweet e sua irmã Searle, cujos químicos descobriram o aspartame durante experiências com um remédio para úlcera, pertencem à Monsanto.

Se você toma outros remédios, pense nas possíveis reações que pode sofrer. Em 1969, a Searle contratou o Dr. Harry Waisman para estudar os efeitos do aspartame em primatas. Sete bebês macacos receberam o produto no leite. Um morreu em 300 dias; cinco outros tiveram ataques epilépticos. A Searle eliminou estes resultados quando submeteu o estudo à FDA. A melhor maneira de entender o aspartame é vê-lo como uma minúscula dose de gás dos nervos, que paralisa as funções do
cérebro e do sistema nervoso.

Algumas doenças provocadas pelo aspartame: tumores no cérebro e outros canceres; esclerose múltipla; epilepsia; fibromialgia; doença de Graves; síndrome da fadiga crônica; doença de Epstein Barr; doença de Parkinson; mal de Alzheimer; diabete; retardamento mental; linfoma; defeitos no feto; lupus sistêmico; e morte!

Pesquisadores do Massachusetts Institute of Technology (MIT – Instituto de Tecnologia de Massachusetts) observaram 80 pessoas que sofreram ataques cerebrais depois de comerem ou beberem produtos com aspartame. Disse o Community Nutrition Institute (Instituto de Nutrição da Comunidade): “Estes 80 casos ajustam-se à definição da própria FDA de risco iminente para a saúde pública, que exige da própria FDA a retirada imediata do produto do mercado.”

Os Estados Unidos estão presenciando um enorme aumento de casos de ataques epilépticos. A fenilalanina do aspartame reduz o patamar de ataque no cérebro e bloqueia a produção de serotonina. Hoje o país está sendo varrido por uma onda de violência. Os pesquisadores atribuem este fato, em parte, aos níveis baixos de serotonina, que induzem à depressão, ao ódio e à paranóia.
Assim, o presidente Clinton, diet coke na mão, programa bilhões de dólares para construir penitenciárias para os paranóicos.

O tecido fetal não tolera o metanol, e o Dr. James Bowen chama o aspartame de controle instantâneo da natalidade. A placenta pode concentrar a fenilalanina e provocar retardamento mental. Testes com aspartame em animais produziram tumores cerebrais e mamários. Não admira que o câncer de mama esteja crescendo nos Estados Unidos em ritmo exponencial! Durante a Operação Tempestade no Deserto (Guerra do Golfo), caminhões de bebidas dietéticas cozinharam sob o sol da Arábia, e a 30ºC o aspartame libera metanol na lata. Milhares de soldados, homens e mulheres, voltaram para casa com síndrome de fadiga crônica e estranhos sintomas de intoxicação.

Em 28 de julho de 1983 a National Soft Drink Association (Associação Nacional dos Refrigerantes) divulgou um protesto de 30 páginas questionando a segurança do uso do aspartame em refrigerantes. Então descobriram, que os americanos preocupados com o peso beberiam soda o dia inteiro se ela não tivesse açúcar, e esqueceram suas objeções; nem nos disseram que o aspartame faz a pessoa implorar por carboidratos, e assim engordar. O formaldeído fica armazenado no tecido adiposo, principalmente nos quadris e coxas. Beba diet coke, engorde agora e depois tenha ataques, diabete, cegueira, doença de Epstein Barr, depressão, esclerose múltipla e morra.

De forma semelhante, a American Diabetic Association (Associação Americana dos Diabéticos), que recebe megaverbas da NutraSweet, ignorou um artigo de 1987 apresentado pelo Dr. H. J. Roberts (especialista mundial em aspartame e em diabetes), listando 58 casos de reações adversas do aspartame em diabéticos. Ele diz: “Hoje aconselho TODOS os pacientes com diabete e hipoglicemia a evitarem produtos com aspartame.”

O Dr. Russell Blaylock, neurocirurgião, disse, em seu livro “Excitotoxinas: o sabor que mata” que o aspartame pode provocar a diabete clínica. Ele afirma que as excitotoxinas que podem ser encontradas em produtos como
o NutraSweet literalmente estimulam os neurônios à morte, provocando danos cerebrais de vários graus. Telefone da Health Press: 1-800-643-2665.

Diz também que “o que realmente me preocupa quanto ao aspartame é sua associação com tumores cerebrais, pancreáticos, uterinos e ovarianos… e que tantos pacientes desenvolvam uma síndrome semelhante à de Alzheimer com a exposição prolongada.”

O NutraSweet e outros adoçantes com aspartame são as toxinas mais mortais de nossa sociedade, por causa de sua presença em toda parte, em milhares de alimentos, até mesmo vitaminas para crianças, remédios, …

O NutraSweet e outros adoçantes com aspartame são as toxinas mais mortais de nossa sociedade, por causa de sua presença em toda parte, em milhares de alimentos, até mesmo vitaminas para crianças, remédios, pudins, gelatinas e em mesas de restaurantes. Recebemos milhares de doses, todo ano!

Este aviso deveria estar em todo produto contendo aspartame:
VENENO QUÍMICO: MANTENHA LONGE DO ALCANCE
DE SERES HUMANOS: GENOCIDA!

Comments (1) »

%d blogueiros gostam disto: