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Os metais pesados, seus efeitos e como o ser humano se contamina

... procura “arrumar” os metais pesados nas células ricas em gordura

Perigos dos metais pesados

Os metais pesados estão presentes em diversos produtos de consumo humano. Eles vêm envenenando a cada dia as pessoas, acumulando-se ao longo de anos, e provocando efeitos terríveis com o prazo variando de acordo com a quantidade retida no organismo.  Conheça quatro metais pesados, seus efeitos, sintomas e fontes de contato.
Alumínio: causa dormência ao cruzar a perna ou ficar na mesma posição por muito tempo; oleosidade no couro cabeludo acompanhada de queda dos cabelos. Paralisia dos membros inferiores, esclerose cerebral, doença de alzheimer, falta de disciplina, laringite crônica, coceira ao deitar-se, tendência a drogas.
Entra no organismo pelas panelas de alumínio, bebidas enlatadas, comidas em quentinhas, desodorantes, antiácidos, papel alumínio, alimentos armazenados em embalagem longa vida.
Bário: Provoca retardo mental nas crianças e embotamento em adultos, perda de memória, degeneração arterial com tendência a derrames e aneurismas, enfraquecimento do fêmur e destruição óssea do maxilar.
Entra no organismo através de pigmentos para pintura e cerâmica, água mineral, contraste radiológico, e venenos para ratos.
Boro: Salivação, náuseas, vômitos, insuficiência renal, zonas brilhantes diante da vista, encurvamento os cílios para dentro, produção de leite fora de período de lactação, adiantamento da menstruação, corrimento vaginal (clara de ovo), psoríase nas unhas, etc.
Em pequena quantidade ajuda contra os calores da menopausa e a osteoporose.
Entra através de: Borato de sódio e ácido bórico usado em vários produtos farmacêuticos e inseticidas.
Cádmio: Causa náuseas, vômitos e diarreia em pequenas medidas, podendo a intoxicação crônica atacar os rins, levando a perda de proteínas, cálculos renais e desmineralização óssea; a perda do olfato e o câncer de próstata são também relacionados ao cádmio, além de hipertensão, toxemia gravídica, imunosupressão e dificuldades de aprendizado.
Absorvido através de: Frutos do mar (especialmente mariscos), cigarros, tintas, soldas, plásticos, etc.

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AMANHÃ DEBATE SOBRE O CONSUMO DE ALIMENTOS ORGÂNICOS NO RJ

CARTA ENVIADA AO PORTAL VERDE POR RENATO MARTELETTO. O PORTAL VERDE APOIA INTEGRALMENTE. TODOS LÁ!

Prezados amigos, colaboradores e simpatizantes.

Diante o quadro preocupante da atual procedência dos alimentos consumidos em nosso país, onde os altos índices de agrotóxicos, conservantes, hormônios, transgênicos, poluição da água, etc. contaminam nossa alimentação, ocasionando o aumento de doenças degenerativas e comprometendo todo nosso ecossistema, realizaremos um debate para juntos encontrarmos soluções para este tema de altíssima relevância para as nossas famílias e futuras gerações.

Neste encontro público a intenção é esclarecermos aos consumidores a real importância dos alimentos orgânicos em nossa sociedade, além de informá-los todo procedimento que envolve produção, certificação e fiscalização, além de abordar outros assuntos importantes. 

Certo que com essa iniciativa estaremos contribuindo para a valorização da Agricultura Orgânica / Agroecológica e melhorias na alimentação de nosso país, aguardamos sua presença.

TEMAS QUE SERÃO ABORDADOS

– Histórico dos alimentos orgânicos em nossa cidade.

Quando e como esse movimento iniciou-se?

– Os malefícios dos agrotóxicos em nossas vidas.

O que está sendo feito para combater esses venenos?

– Preços.
Porquê alguns alimentos orgânicos ainda são mais caros ?

– Certificação.
Será que apenas um selo de garantia comprova a procedência dos produtos comercializados ?

– Fiscalização.
Existe rastreamento, controle e fiscalização desses alimentos?

– Crescimento.
Quando o consumo de alimentos orgânicos passará a ser um direito de todos ?

CONVIDADOS

 

AGROPRATA – Associação dos Produtores Orgânicos da Pedra Branca

– AGROVAGEM – Associação dos Produtores de Vargem Grande

– APEDEMA – Assembléia Permanente de Entidades em Defesa do Meio Ambiente

– Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida

– Certificadoras IBD, Ecocert e INT

– Cooperativa dos Produtores Orgânicos de Magé

– FIOCRUZ

– INCA

– Ministério Público

– PROCON

– SEBRAE

– Sitio da Minhoca  

– Vigilância Sanitária

 

Local: Restaurante Metamorfose         

Endereço: Rua  Santa Luzia, 405 sobreloja 201 – Castelo – Centro  

Dia: 20 de Agosto de 2014 (quarta-feira)

Horário: 16hs

Informações : 99194-6867  

Nunca duvide da capacidade de um pequeno grupo de dedicados cidadãos para mudar os rumos do planeta. Na verdade, eles são a única esperança de que isso possa ocorrer.” (Margareth Mead)

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Pesquisa comprova efeitos do transgênico e agrotóxico

Pela primeira vez na história foi realizado um estudo completo e de longo prazo para avaliar o efeito que um transgênico e um agrotóxico podem provocar sobre a saúde pública. Os resultados são alarmantes.
O transgênico testado foi o milho NK603, tolerante à aplicação do herbicida Roundup (característica presente em mais de 80% dos transgênicos alimentícios plantados no mundo), e o agrotóxico avaliado foi o próprio Roundup, o herbicida mais utilizado no planeta ? ambos de propriedade da Monsanto. O milho em questão foi autorizado no Brasil em 2008 e está amplamente disseminado nas lavouras e alimentos industrializados, e o Roundup é também largamente utilizado em lavouras brasileiras, sobretudo as transgênicas.
O estudo foi realizado ao longo de 2 anos com 200 ratos de laboratório, nos quais foram avaliados mais de 100 parâmetros. Eles foram alimentados de três maneiras distintas: apenas com milho NK603, com milho NK603 tratado com Roundup e com milho não modificado geneticamente tratado com Roundup. As doses de milho transgênico (a partir de 11%) e de glifosato (0,1 ppb na água) utilizadas na dieta dos animais foram equivalentes àquelas a que está exposta a população norte-americana em sua alimentação cotidiana.
Os resultados revelam uma mortalidade mais alta e frequente quando se consome esses dois produtos, com efeitos hormonais não lineares e relacionados ao sexo. As fêmeas desenvolveram numerosos e significantes tumores mamários, além de problemas hipofisários e renais. Os machos morreram, em sua maioria, de graves deficiências crônicas hepato-renais.
O estudo, realizado pela equipe do professor Gilles-Eric Séralini, da Universidade de Caen, na França, foi publicado ontem (19/09) em uma das mais importantes revistas científicas internacionais de toxicologia alimentar, aFood and Chemical Toxicology.
Segundo reportagem da AFP, Séralini afirmou que “O primeiro rato macho alimentado com OGM morreu um ano antes do rato indicador (que não se alimentou com OGM), enquanto a primeira fêmea, oito meses antes. No 17º mês foram observados cinco vezes mais machos mortos alimentados com 11% de milho (OGM)”, explica o cientista. Os tumores aparecem nos machos até 600 dias antes de surgirem nos ratos indicadores (na pele e nos rins). No caso das fêmeas (tumores nas glândulas mamárias), aparecem, em média, 94 dias antes naquelas alimentadas com transgênicos.
O artigo da Food and Chemical Toxicology mostra imagens de ratos com tumores maiores do que bolas de pingue-pongue. As fotos também podem ser vistas em algumas das reportagens citadas ao final deste texto.
Séralini também explicou à AFP que “Com uma pequena dose de Roundup, que corresponde à quantidade que se pode encontrar na Bretanha (norte da França) durante a época em que se espalha este produto, são observados 2,5 vezes mais tumores mamários do que é normal”.
De acordo com Séralini, os efeitos do milho NK603 só haviam sido analisados até agora em períodos de até três meses. No Brasil, a CTNBio (Comissão Técnica Nacional de Biossegurança) autoriza o plantio, a comercialização e o consumo de produtos transgênicos com base em estudos de curto prazo, apresentados pelas próprias empresas demandantes do registro.
O pesquisador informou ainda que esta é a primeira vez que o herbicida Roundup foi analisado em longo prazo. Até agora, somente seu princípio ativo (sem seus coadjuvantes) havia sido analisado durante mais de seis meses.
Um dado importante sobre esse estudo é que os pesquisadores trabalharam quase que na clandestinidade. Temendo a reação das empresas multinacionais sementeiras, suas mensagens eram criptografadas e não se falava ao telefone sobre o assunto. As sementes de milho, que são patenteadas, foram adquiridas através de uma escola agrícola canadense, plantadas, e o milho colhido foi então ?importado? pelo porto francês de Le Havre para a fabricação dos croquetes que seriam servidos aos ratos.
A história e os resultados desse experimento foram descritos em um livro, de autoria do próprio Séralini, que será publicado na França em 26 de setembro sob o título ?Tous Cobayes !? (Todos Cobaias!). Simultaneamente, será lançado um documentário, adaptado a partir do livro e dirigido por Jean-Paul Jaud.
Esse estudo coloca um fim à dúvida sobre os riscos que os alimentos transgênicos representam para a saúde da população e revela, de forma chocante, a frouxidão das agências sanitárias e de biossegurança em várias partes do mundo responsáveis pela avaliação e autorização desses produtos.
Com informações de:
EXCLUSIF. Oui, les OGM sont des poisons ! ? Le Novel Observateur, 19/09/2012.
AFP, 19/09/2012.
Referência do artigo:
“Long term toxicity of a Roundup herbicide and a Roundup-tolerant genetically modified maize”. Food and Chemical Toxicology, Séralini G.E. et al. 2012. http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0278691512005637
FONTE: Contribuição por e-mail, com links verificados por nós e artigo original encontrado corretamente.

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Transgênicos eram motivo de medo há poucos anos atrás

Em nossos arquivos encontramos um alerta que denotava a preocupação pelos trangênicos. Imprensa refletia a preocupação governamental, de ambientalistas e do povo. Não demorou muito, com o apoio do governo eles entraram com tudo no mercado, a agricultura industrial coronelada pela Monsanto ganha pedaços de fortuna por vassalagem a essa Rainha de Copas, que corta cabeças artrópodas e ameaça a agricultura orgânica, familiar, e verdadeiramente sustentável, em seus sentidos mais amplos e profundos.

Recordar e entristecer que até aqui, o Brasil só perdeu. (Arnaldo V. Carvalho)

 

CONTRABANDO DE MILHO
 
O ministério da agricultura anunciou em janeiro o resultado de análise de laboratório com 41 amostras de milho no rio grande do sul folhas, espigas e grãos.
 
Uma delas apresentou resultado positivo para transgenia, com índice de 0,43%.
 
A amostra foi coletada numa casa comercial da região de santo Ângelo e destinava-se à alimentação animal.
O ministério determinou a suspensão da venda do produto.
 
 
A Superintendência Federal de Agricultura apurava denúncia de plantio ilegal de milho geneticamente modificado, informa a agência gaúcha Carta maior.
 
Plantio e venda de milho transgênico não são autorizados no país e o infrator está sujeito à prisão de até dois anos, além de multa. Em novembro, análise de Cotegipe indicara o milho RR GA21, da Monsanto, largamente utilizado na Argentina.
 
Repete-se portanto o padrão da introdução ilegal no Brasil de soja transgênica : virou fato consumado.
 
Mas o risco de contaminação é maior agora: o milho, ao contrário da soja, tem polinização aberta e cruzada e pode se propagar por até nove quilômetros com insetos, pássaros ou correntes de vento. Nos países onde o plantio de milho transgênico foi aprovado, há áreas de refúgio como forma de proteção. O plantio anárquico põe em risco avicultura e a suinocultura gaúchas: os países importantes exigem status de produto livre de transgênico. Preocupados, 21 frigoríficos da Associação Gaúcha de Avicultura decidiram bancar testes de transgenia do milho que fornecem aos animais.
 
Mas, como no caso da soja, a questão parece irreversível. A Monsanto desenvolve pesquisas com milho transgênico em Uberlândia (MG) e a CTNbio analisará, a partir deste fevereiro, dois pedidos pela aprovação do milho Guardian e Roundup Ready.

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Desvendados efeitos a longo prazo de agrotóxico e transgênicos

Pela primeira vez na história foi realizado um estudo completo e de longo prazo para avaliar o efeito que um transgênico e um agrotóxico podem provocar sobre a saúde pública. Os resultados são alarmantes.
O transgênico testado foi o milho NK603, tolerante à aplicação do herbicida Roundup (característica presente em mais de 80% dos transgênicos alimentícios plantados no mundo), e o agrotóxico avaliado foi o próprio Roundup, o herbicida mais utilizado no planeta ? ambos de propriedade da Monsanto. O milho em questão foi autorizado no Brasil em 2008 e está amplamente disseminado nas lavouras e alimentos industrializados, e o Roundup é também largamente utilizado em lavouras brasileiras, sobretudo as transgênicas.
O estudo foi realizado ao longo de 2 anos com 200 ratos de laboratório, nos quais foram avaliados mais de 100 parâmetros. Eles foram alimentados de três maneiras distintas: apenas com milho NK603, com milho NK603 tratado com Roundup e com milho não modificado geneticamente tratado com Roundup. As doses de milho transgênico (a partir de 11%) e de glifosato (0,1 ppb na água) utilizadas na dieta dos animais foram equivalentes àquelas a que está exposta a população norte-americana em sua alimentação cotidiana.
Os resultados revelam uma mortalidade mais alta e frequente quando se consome esses dois produtos, com efeitos hormonais não lineares e relacionados ao sexo. As fêmeas desenvolveram numerosos e significantes tumores mamários, além de problemas hipofisários e renais. Os machos morreram, em sua maioria, de graves deficiências crônicas hepato-renais.
O estudo, realizado pela equipe do professor Gilles-Eric Séralini, da Universidade de Caen, na França, foi publicado ontem (19/09) em uma das mais importantes revistas científicas internacionais de toxicologia alimentar, aFood and Chemical Toxicology.
Segundo reportagem da AFP, Séralini afirmou que “O primeiro rato macho alimentado com OGM morreu um ano antes do rato indicador (que não se alimentou com OGM), enquanto a primeira fêmea, oito meses antes. No 17º mês foram observados cinco vezes mais machos mortos alimentados com 11% de milho (OGM)”, explica o cientista. Os tumores aparecem nos machos até 600 dias antes de surgirem nos ratos indicadores (na pele e nos rins). No caso das fêmeas (tumores nas glândulas mamárias), aparecem, em média, 94 dias antes naquelas alimentadas com transgênicos.
O artigo da Food and Chemical Toxicology mostra imagens de ratos com tumores maiores do que bolas de pingue-pongue. As fotos também podem ser vistas em algumas das reportagens citadas ao final deste texto.
Séralini também explicou à AFP que “Com uma pequena dose de Roundup, que corresponde à quantidade que se pode encontrar na Bretanha (norte da França) durante a época em que se espalha este produto, são observados 2,5 vezes mais tumores mamários do que é normal”.
De acordo com Séralini, os efeitos do milho NK603 só haviam sido analisados até agora em períodos de até três meses. No Brasil, a CTNBio (Comissão Técnica Nacional de Biossegurança) autoriza o plantio, a comercialização e o consumo de produtos transgênicos com base em estudos de curto prazo, apresentados pelas próprias empresas demandantes do registro.
O pesquisador informou ainda que esta é a primeira vez que o herbicida Roundup foi analisado em longo prazo. Até agora, somente seu princípio ativo (sem seus coadjuvantes) havia sido analisado durante mais de seis meses.
Um dado importante sobre esse estudo é que os pesquisadores trabalharam quase que na clandestinidade. Temendo a reação das empresas multinacionais sementeiras, suas mensagens eram criptografadas e não se falava ao telefone sobre o assunto. As sementes de milho, que são patenteadas, foram adquiridas através de uma escola agrícola canadense, plantadas, e o milho colhido foi então ?importado? pelo porto francês de Le Havre para a fabricação dos croquetes que seriam servidos aos ratos.
A história e os resultados desse experimento foram descritos em um livro, de autoria do próprio Séralini, que será publicado na França em 26 de setembro sob o título ?Tous Cobayes !? (Todos Cobaias!). Simultaneamente, será lançado um documentário, adaptado a partir do livro e dirigido por Jean-Paul Jaud.
Esse estudo coloca um fim à dúvida sobre os riscos que os alimentos transgênicos representam para a saúde da população e revela, de forma chocante, a frouxidão das agências sanitárias e de biossegurança em várias partes do mundo responsáveis pela avaliação e autorização desses produtos.
Com informações de:
EXCLUSIF. Oui, les OGM sont des poisons ! ? Le Novel Observateur, 19/09/2012.
AFP, 19/09/2012.
Referência do artigo:
“Long term toxicity of a Roundup herbicide and a Roundup-tolerant genetically modified maize”. Food and Chemical Toxicology, Séralini G.E. et al. 2012. http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0278691512005637
FONTE: Contribuição por e-mail, com links verificados por nós e artigo original encontrado corretamente.

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Marcha Mundial contra a Monsanto também no Rio de Janeiro.

O próximo sábado dia 25 de Maio está sendo organizado mundialmente a Marcha Mundial contra a Monsanto.

Sabemos que a referida empresa é responsável nos últimos 40 anos pela degradação do meio ambiente e comprometimento com a saúde da população mundial.

Aqui no Rio realizaremos um ato na saída do Metrô de Botafogo, esquinas das Ruas São Clemente e Muniz Barreto repudiando as suas ações.

Neste manifesto informaremos aos cidadãos o quanto de seus malefícios contra a população brasileira. 

Contamos com sua presença e apoio na divulgação de uma causa que é de interesse coletivo.

Nos encontramos lá.

Renato Martelleto

 

LOCAL : SAÍDA DO METRÔ DE BOTAFOGO

DATA : 25 DE MAIO DE 2013

HORÁRIO : 9HS

ENDEREÇO : RUA SÃO CLEMENTE ESQUINA COM RUA MUNIZ BARRETO 

 

Fora Monsanto !!!

 Quando o assunto é degradação do meio ambiente e comprometimento com a saúde da população mundial só existe um nome : Monsanto. 

Como podemos conviver e admitir uma relação com quem arruína nossa riqueza natural e deixa uma promessa de doenças para as futuras gerações ?

São 40 anos desta empresa multinacional americana colaborando com a destruição de nossas vidas.

Se diz em prol do desenvolvimento da agricultura, da melhoria da qualidade de vida dos produtores e do bem-estar do povo brasileiro.

Porém, em sua triste e obscura história consta á fabricação de herbicidas utilizados na guerra do Vietnã, o desenvolvimento dos alimentos transgênicos e o monopólio de sementes.

Muitos moradores próximos as suas fábricas e diversos funcionários já foram vitimas de contaminação de seus produtos.

Sua atuação global mostra o quanto de seus malefícios para a Mãe Terra.

Na Índia 95% das sementes de algodão são controladas pela empresa, que possui contratos de licenciamento com 60 empresas.

Na União Européia 36% dos  tomate e 32% dos pimentões são patenteados por ela.

 Nos Estados Unidos, fornece cerca de um terço das sementes de milho e nove de cada dez campos de soja são cultivados com a tecnologia Roundup Ready.

O Brasil é hoje o segundo maior semeador de transgênicos do mundo, perdendo apenas para os Estados Unidos, ocupando 70 milhões de hectares  de  produção em nosso país.

Não foi por acaso que no dia 25 de maio está sendo organizado a Marcha Global contra a Monsanto.  Por que contestar uma empresa que alega que os transgênicos são mais produtivos e vão acabar com a fome do mundo?

Simplesmente por ela não ser verdadeira. Em seu currículo de malfeitorias em prol do planeta podemos destacar recente pesquisa que comprova incidência  de câncer e morte em ratos alimentados com transgênicos. Como podemos acreditar em um alimento modificado geneticamente, também conhecido como “Frankstein” ?

A natureza é sabia e nos fornece alimentos de forma natural e sem cobranças.  

As doenças provocadas com seus venenos diabólicos não são instantâneos e sim gradativos, ou seja, os sintomas aparecem ao longo da vida.

Sabemos que esses tipos de empresas estão sempre aliadas a influências governamentais que facilitam sua legalidade em cada país de atuação.

Em nosso país a fiscalização dos alimentos transgênicos é pura fantasia, onde no mínimo, a identificação nos rótulos das embalagens deveriam existir ou pelo menos serem fáceis de identificação com a letra “T”.

    Enquanto não temos uma política séria de saúde pública temos que usar as nossas iniciativas.

Evite consumir alimentos que contenham em sua matéria prima soja, milho e batata.

Esses três são os maiores recordistas em produção transgênica no Brasil.

É importante também sabermos algumas marcas que costumam usar transgênicos em seus produtos:

Cheetos, Dona Benta, Elma Chips, Fandangos, Liza, Maizena,  Quaker, Soya e Yoki.

Pior do que a Monsanto, só mesmo a Monsanto.

Renato Martelleto

“Podem morrer as pessoas, mas nunca suas idéias.” (Ernesto Che Guevara)

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A(s) receita contra o envelhecimento

Apanhado de sugestões da ciência para a longevidade

A fórmula da poção mágica para retardar o processo de envelhecimento inclui dieta rica em nutrientes antioxidantes, prática de atividade física, controle do estresse e fim de hábitos nocivos, como fumar, consumir bebidas alcoólicas e comer alimentos com colesterol. A receita para envelhecer com saúde baseia-se no fato de que o organismo precisa de seis componentes: vitaminas, sais minerais, fibras, carboidratos, gorduras e proteínas. Entre os nutrientes essenciais estão o selênio(encontrado em peixes, moluscos e cereais integrais), a vitamina E (encontrada em óleos vegetais, verduras e cereais), a vitamina C e a vitamina A.

Segundo os médicos ingleses Tony Smith e Patrícia Last, para envelhecer de forma saudável, o ideal é fazer três refeições por dia porque o organismo funciona melhor comum fornecimento regular de nutrientes. Com relação às carnes, eles ensinam que as vermelhas contêm grande quantidade de gorduras saturadas. Portanto devem ser consumidas no máximo duas vezes por semana. Para obter as proteínas necessárias, é melhor optar por carnes de aves sem pele, e peixes. Já os vegetais devem ser consumidos pelo menos duas vezes ao dia.

Colesterol diminui longevidade

Outro fator de risco para o envelhecimento precoce é o consumo de alimentos com alto teor de colesterol. O epidemiologista Richard Shekelle, do Centro de Ciências de Saúde da Universidade do Texas, acrescenta que as pessoas que ingerem em média 700mg/dia de colesterol perdem 3 anos de vida.

  • Elas também estão mais propensas ao câncer de pulmão, pois o colesterol reage com o oxigênio formando radicais livres potentes, que atacam o DNA- explica.

Gordura saturada acelera o processo de envelhecimento. A explicação é que o oxigênio dissolve oito vezes mais rápido na gordura do que na água. Segundo o pesquisador americano Harry Demopoulos, à medida que o oxigênio se incorpora à gordura, esta se torna rançosa e mais perigosa. Óleos vegetais hidrogenados, maionese, biscoitos, bolos, batata frita, misturas para molhos e pizza contêm alto teor de gordura, que se torna rançosa.

  • A gordura rançosa é uma bomba-relógio da radicais livres – diz o cientista.

Já o médico Walter WillDHett, da Escola de Saúde Pública de Harvard, afirma que a margarina é um inimigo das células, pois contém ácidos graxos, que prejudicam o organismo. Outro cientista recomenda comer menos.

  • O excesso de calorias aumenta a produção de radicais livres. A redução fortalece o sistema imunológico e diminui a quantidade de insulina – diz Roy Walford, da Escola de Medicina da Universidade de Califórnia.

Há suspeita de que o excesso de insulina destrói as artérias, aumenta o LDL(mau colesterol), os triglicerídeos e a pressão arterial. Para o endocrinologista Amélio Godoy Mattos, envelhecer de forma saudável exige abandonar o fumo e o sedentarismo. Com isso, diminui a perda de hormônios como a testosterona (responsável pela libido) e o hormônio de crescimento (que mantém a massa óssea e muscular e diminui depois dos 50 anos).

  • Estudos mostram que pessoas com menor taxa dos dois hormônios engordam e correm risco de hipertensão e arteriosclerose. Mas a reposição só é indicada em alguns casos- alerta.

Também o médico Francisco Silveira, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Biomolecular, afirma que a reposição hormonal, quando indicada com critério, é ótima contra o envelhecimento precoce. Ela cita, por exemplo, os hormônios DHEA e a melatonina, produzidos naturalmente pelo organismo. Já a melatonina regula o sono e protege o DNA.

  • O DHEA só pode ser receitado acima de 45 anos e o médico precisa analisar o perfil hormonal do paciente antes de receitar o medicamento. A análise inclui dosagem de DHEA, testosterona plasmática e de PSA. A melatonina só pode ser usada à noite, antes de dormir- lembra Silveira.

Outro fator de risco para o envelhecimento precoce é dormir mal. A regeneração enzimática ocorre nas fases 3 e 4 do sono. Quem dorme mal. Tem sono superficial ou usa por longo tempo soníferos, ansiolíticos e hipnóticos, não passa por essas fases do sono e tem maior probabilidade de sofrer câncer.

Vitamina P preserva o cérebro

O cérebro também envelhece. Ele nasce com 3000 bilhões de neurônios e a partir dos 30 anos o organismo começa a perde em torno de 100 mil diariamente. A solução é usar substâncias para retardar essa perda. Uma delas é a vitamina P em cápsulas, que ajudam a captar glicose e oxigênio para o cérebro. Ela é encontrada na natureza, na parte branca das frutas cítricas, na amora e na cereja. Outra é a vitamina F que está nos peixes gordos (salmão, atum e sardinha), previne a arteriosclerose e aumenta o HDL( fração boa do colesterol).

  • Para evitar perda de memória, o ideal é consumir as vitaminas P e F a partir dos 30 anos – diz o médico ortomolecular.

Os cientistas, porém, sabem que a maioria das pessoas não consegue seguir à receita à risca e não se cansam de pesquisar tecnologia para restaurar o corpo humano. Eles acreditam que, nas próximas décadas será possível recuperar ou trocar órgãos, a partir de materiais criados em laboratório ou desenvolvido por meio de terapia genética.

Uma das maiores descobertas é a combinação de medicamentos e implante de neurônios para tratar demências, como Alzheimer. Outra novidade das pesquisas médicas recentes é a injeção de vírus ou uso de DNA modificados geneticamente para renovar tecidos do sistema cardiovascular. Para tratar o crescimento da próstata, a novidade é a técnica ablação transuretral, na qual, por meio de catéter ligado a equipamento de radiofrequência, o médico elimina o excesso de tecido.

 

Reportagem de Antonio Marinho

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