Aspartame

ASPARTAME É A NOVA TALIDOMIDA!

O aspartame é encontrado na Diet Coke e em outros refrigerantes Diet.

A mensagem a seguir é uma enfática recomendação para MANTER DISTÂNCIA de tais produtos. Ao considerar o fato adicional de que a maioria deles vem em latas de alumínio (os ácidos da bebida dissolvem os cátions Al+++ – cf. Mal de Alzheimer), há ainda mais incentivo para jogá-los fora. AVISO! NutraSweet é uma neurotoxina ! A talidomida dos anos 90 é o aspartame, também conhecido como NutraSweet e outras marcas comerciais. Em maio de 1992, a revista Flying Safety (Segurança de Vôo) explicou seus perigos:

“Na gravidez os efeitos do aspartame podem passar diretamente para o feto, mesmo em doses pequenas. Algumas pessoas sofreram problemas relacionados ao aspartame com doses pequenas como as que se encontram num chiclete diet. Isso pode significar que um piloto que beba refrigerantes dietéticos é mais suscetível a vertigens ou a atividade epiléptica induzida pela luz. Significa também que estes pilotos são vítimas potenciais de perda súbita de memória, tonteira durante vôo por instrumentos e perda gradual de visão.”

Alguns pilotos sofreram ataques epilépticos as cabines de vôos comerciais e tiveram de abandonar a carreira. A Food and Drug Administration (Administração de Alimentos e Remédios – FDA – órgão americano que cuida do credenciamento de remédios e aditivos alimentares para consumo humano) recebeu mais de 10.000 queixas de consumidores contra o Nutra Sweet. Isso corresponde a 80% do total de queixas sobre aditivos alimentares, mas a FDA parece estar em coma e não alerta o público americano, que supõe que um produto tão anunciado deve ser seguro como leite materno.

A FDA costuma aprovar drogas assassinas, como a revista Omni de fevereiro de 94 relatou. Se você usa aspartame e tem dores de cabeça, depressão, fala arrastada, perda de memória, sintomas semelhantes aos da fibromialgia, perda de sensação ou dores repentinas nos membros inferiores, perda de equilíbrio, vertigens, ataques de ansiedade, fadiga crônica, perda de visão ou costuma ver pequenas luzes flutuantes piscando, se sofre descolamento de retina, ataques semelhantes aos epilépticos, espasmos musculares, palpitações cardíacas etc. você está com a doença do aspartame.

Muitos médicos têm diagnosticado esclerose múltipla quando o que existe na realidade é intoxicação por metanol, que se assemelha à esclerose múltipla.

Livre-se desta droga perigosa imediatamente. Esclerose múltipla não é uma sentença de morte; intoxicação por metanol é.

51% das drogas aprovadas pela FDA apresentam riscos sérios e podem causar reações adversas que levam à incapacidade severa ou permanente e até à morte. O Center for Disease Control (Centro para controle de doenças) da Universidade John Hopkins e a New Jersey School of Medicine (Escola de Medicina de New Jersey) estimam que de 80.000 a 120.000 americanos morrem por ano por causa de remédios prescritos por seus médicos. A persistência deste atroz holocausto tem tudo a ver com dinheiro e nada a ver com saúde pública. A Monsanto (fabricante do aspartame) amealha 2 bilhões de dólares por ano com a bonança tóxica do aspartame.

Isto pode comprar muitos burocratas! A FDA trabalha para a indústria, não para os cidadãos. O chefe da FDA, Arthur Hayes, passou por cima de sua própria comissão de pesquisas para aprovar o aspartame, e depois foi trabalhar na empresa de relações públicas do fabricante. O promotor federal Sam Skinner foi designado para processar a Searle (fabricante de adoçantes com aspartame) por causa de testes fraudulentos em seu pedido de aprovação do produto, mas mudou de lado e foi trabalhar junto aos advogados da Searle.
O caso morreu quando os prazos se esgotaram.

O Dr. Adrian Gross, honesto e já falecido toxicologista, escreveu ao senador Howard Metzenbaum: “Os relatórios do Center for Food Safety (Centro para a Segurança dos Alimentos) da FDA podem ser lidos coo scripts de Abbott & Costello, por terem percepções viradas pelo avesso e de cabeça para baixo. A FDA deveria trabalhar para o cinema… Tal “processo” ou DANÇA representa uma farsa e uma zombaria.”

O aspartame é uma molécula com três componentes: ácido aspártico, fenilalanina e metanol. Depois de ingerido, o metanol – álcool de madeira que já matou ou cegou milhares de bêbados de sarjeta – converte-se em formaldeído e ácido fórmico (veneno de formiga). O formaldeído, neurotoxina mortal, é o fluido geralmente usado em embalsamamentos, um cancerígeno classe “A”.
A fenilalanina também é neuro-tóxica quando isolada dos outros aminoácidos das proteínas.

O ácido aspártico causa lesões cerebrais em desordens neuroendócrinas, em experiências com animais. Há 92 sintomas documentados, incluindo dores de cabeça, dormência, fadiga, visão borrada palpitações cardíacas, tonteira, espasmos musculares, ganho de peso, irritabilidade, ansiedade, vertigens, ataques epilépticos, urticária, cegueira, taquicardia, zumbido nos ouvidos, depressão, perda de audição, fala arrastada, perda do paladar, insônia.

O aspartame está presente em 5.000 produtos alimentares e em muitas mesas de restaurantes, pela mesma razão que o tabaco está por toda parte: ganância, vício e lucro! A NutraSweet e sua irmã Searle, cujos químicos descobriram o aspartame durante experiências com um remédio para úlcera, pertencem à Monsanto.

Se você toma outros remédios, pense nas possíveis reações que pode sofrer. Em 1969, a Searle contratou o Dr. Harry Waisman para estudar os efeitos do aspartame em primatas. Sete bebês macacos receberam o produto no leite. Um morreu em 300 dias; cinco outros tiveram ataques epilépticos. A Searle eliminou estes resultados quando submeteu o estudo à FDA. A melhor maneira de entender o aspartame é vê-lo como uma minúscula dose de gás dos nervos, que paralisa as funções do
cérebro e do sistema nervoso.

Algumas doenças provocadas pelo aspartame: tumores no cérebro e outros canceres; esclerose múltipla; epilepsia; fibromialgia; doença de Graves; síndrome da fadiga crônica; doença de Epstein Barr; doença de Parkinson; mal de Alzheimer; diabete; retardamento mental; linfoma; defeitos no feto; lupus sistêmico; e morte!

Pesquisadores do Massachusetts Institute of Technology (MIT – Instituto de Tecnologia de Massachusetts) observaram 80 pessoas que sofreram ataques cerebrais depois de comerem ou beberem produtos com aspartame. Disse o Community Nutrition Institute (Instituto de Nutrição da Comunidade): “Estes 80 casos ajustam-se à definição da própria FDA de risco iminente para a saúde pública, que exige da própria FDA a retirada imediata do produto do mercado.”

Os Estados Unidos estão presenciando um enorme aumento de casos de ataques epilépticos. A fenilalanina do aspartame reduz o patamar de ataque no cérebro e bloqueia a produção de serotonina. Hoje o país está sendo varrido por uma onda de violência. Os pesquisadores atribuem este fato, em parte, aos níveis baixos de serotonina, que induzem à depressão, ao ódio e à paranóia.
Assim, o presidente Clinton, diet coke na mão, programa bilhões de dólares para construir penitenciárias para os paranóicos.

O tecido fetal não tolera o metanol, e o Dr. James Bowen chama o aspartame de controle instantâneo da natalidade. A placenta pode concentrar a fenilalanina e provocar retardamento mental. Testes com aspartame em animais produziram tumores cerebrais e mamários. Não admira que o câncer de mama esteja crescendo nos Estados Unidos em ritmo exponencial! Durante a Operação Tempestade no Deserto (Guerra do Golfo), caminhões de bebidas dietéticas cozinharam sob o sol da Arábia, e a 30ºC o aspartame libera metanol na lata. Milhares de soldados, homens e mulheres, voltaram para casa com síndrome de fadiga crônica e estranhos sintomas de intoxicação.

Em 28 de julho de 1983 a National Soft Drink Association (Associação Nacional dos Refrigerantes) divulgou um protesto de 30 páginas questionando a segurança do uso do aspartame em refrigerantes. Então descobriram, que os americanos preocupados com o peso beberiam soda o dia inteiro se ela não tivesse açúcar, e esqueceram suas objeções; nem nos disseram que o aspartame faz a pessoa implorar por carboidratos, e assim engordar. O formaldeído fica armazenado no tecido adiposo, principalmente nos quadris e coxas. Beba diet coke, engorde agora e depois tenha ataques, diabete, cegueira, doença de Epstein Barr, depressão, esclerose múltipla e morra.

De forma semelhante, a American Diabetic Association (Associação Americana dos Diabéticos), que recebe megaverbas da NutraSweet, ignorou um artigo de 1987 apresentado pelo Dr. H. J. Roberts (especialista mundial em aspartame e em diabetes), listando 58 casos de reações adversas do aspartame em diabéticos. Ele diz: “Hoje aconselho TODOS os pacientes com diabete e hipoglicemia a evitarem produtos com aspartame.”

O Dr. Russell Blaylock, neurocirurgião, disse, em seu livro “Excitotoxinas: o sabor que mata” que o aspartame pode provocar a diabete clínica. Ele afirma que as excitotoxinas que podem ser encontradas em produtos como
o NutraSweet literalmente estimulam os neurônios à morte, provocando danos cerebrais de vários graus. Telefone da Health Press: 1-800-643-2665.

Diz também que “o que realmente me preocupa quanto ao aspartame é sua associação com tumores cerebrais, pancreáticos, uterinos e ovarianos… e que tantos pacientes desenvolvam uma síndrome semelhante à de Alzheimer com a exposição prolongada.”

O NutraSweet e outros adoçantes com aspartame são as toxinas mais mortais de nossa sociedade, por causa de sua presença em toda parte, em milhares de alimentos, até mesmo vitaminas para crianças, remédios, …

O NutraSweet e outros adoçantes com aspartame são as toxinas mais mortais de nossa sociedade, por causa de sua presença em toda parte, em milhares de alimentos, até mesmo vitaminas para crianças, remédios, pudins, gelatinas e em mesas de restaurantes. Recebemos milhares de doses, todo ano!

Este aviso deveria estar em todo produto contendo aspartame:
VENENO QUÍMICO: MANTENHA LONGE DO ALCANCE
DE SERES HUMANOS: GENOCIDA!

Perigos do Cafezinho: Copos descartáveis liberam substância nociva ao homem quando aquecidos

Males do Copo de Plástico

A matéria escrita por Daniela Daher para o jornal O Dia em 2001 foi quase que desconsiderada nas últimas décadas. Isso significa que o xenoestrogeno, a dioxina, o bisphenol A e outras substância tóxicas seguem contaminando e fazendo adoecer as pessoas, jamais sendo alvo de investigação clínica por parte dos profissionais de saúde. Mais do que reprisar uma matéria antiga, encorajamos a todos buscar pelo Google e Google Acadêmico referência ao xenoestrogênio e sua ligação com os plásticos aquecidos. Há hoje razões bastante claras para que se evite radicalmente o uso desses materiais na alimentação. Pesquise pelos temos diretos e esclareça-se, pensar duas vezes antes é sempre a solução consciente para que os pequenos detalhes não funcionem como um pequeno anzol escondido atrás da minhoca, afinal já diz o ditado: “o peixe morre pela boca”

Arnaldo V. Carvalho, naturopata

LINKS DIRETOS PARA PESQUISA NO GOOGLE ACADÊMICO (artigos científicos) SOBRE TAIS PROBLEMAS

Xenoestrogênio e Saúde Humana

Xenobiótico Saúde Humana

Dioxina Saúde Humana

Exposição humana a substâncias químicas potencialmente tóxicas na dieta e os riscos parasaúde

Artigos bons mas não acadêmicos: Xenoestrogenio / Xenobiótico / Xenoestrogênio (2)

 

FIQUE DE OLHO NO SEU COLESTEROL

Apesar da má fama, o colesterol exerce uma função vital no organismo. Presente no sangue e nos tecidos, ele atua na produção dos hormônios sexuais, na síntese de vitamina D, na fabricação da bílis e no transporte de gordura do intestino para o fígado, músculos e tecido adiposo.

Para obtê-lo, o corpo humano vai buscar seus elementos no fígado ou em alimentos de origem animal. Quando o nível de colesterol no sangue ultrapassa as necessidades orgânicas, o excesso tende a se acumular nas paredes das artérias, formando placas de gordura (ateromas), que podem levar a complicações cardiovasculares, como o infarto e o derrame.

Além de uma alimentação adequada, rica em frutas, verduras e legumes, os especialistas recomendam a atividade física regular como forma de controle. Qualquer tipo de exercício realizado diariamente por pelo menos 30 minutos favorece a redução do mal colesterol (LDL) e a elevação do bom (HDL). Os melhores são os exercícios aeróbicos, como andar de bicicleta e caminhar.

A Sociedade Brasileira de Cardiologia considera:

HDL – a taxa ideal do chamado “bom colesterol” é acima de 35 mg/dL de sangue. Ele é capaz de evitar o acúmulo de gordura nas artérias e facilitar sua eliminação;

LDL – ajuda o colesterol a entrar nas células, fazendo com que o excesso seja acumulado nas artérias, por isso é conhecido como “ruim”. A taxa ideal é abaixo de 130 mg/dL de sangue.
O colesterol total, obtido através da soma dos valores do HDL e LDL, deve ficar abaixo de 200 mg/dL de sangue.

Você tem problema de colesterol alto? Então, cuidado com sua alimentação! Mesmo quem está com o colesterol em dia deve tomar cuidado. O melhor é ficar de olho nos alimentos que coloca no prato, pois a ingestão constante de gordura saturada, certamente, vai elevar o nível do LDL.

Procure substituir alguns de seus alimentos preferidos (geralmente são os que têm mais gordura saturada!) por outros mais saudáveis! Aqui vai uma dica:

 

TROQUE…
POR…
Leite integral, manteiga, queijos amarelos. Leite desnatado, margarina light, queijo minas, cottage, ricota.
Pães recheados, croissants, brioches. Pão árabe, integral e light.
Patês à base de maionese e manteiga. Picles, azeitonas e cogumelos.
Carnes com molhos cremosos, à milanesa, empanadas fritas ou na manteiga. Grelhados, cozidos e assados.
Peixes gratinados, na manteiga, com molhos cremosos. Grelhados, no papelote, marinados.
Massas com molho branco, gratinadas. Massas sem recheio, com molho vermelho, ao alho e óleo.
Massas com recheio de carne ou queijo. Recheio de ricota, espinafre ou rúcula.
Molhos para saladas à base de maionese, rose, tipo caesar. Molhos de mostarda, iogurte, shoyu, aceto balsâmico, azeite, vinagre, limão.
Batata e polenta frita. Purê de batatas, nhame, de mandioquinha ou de maçã.
Sanduíches com carnes, ovos, bacon, queijo, frango empanado. Lanche natural salada, queijo branco.
Sorvetes, tortas e bolos. Picolé de frutas, frutas em calda.

 

Espinafre: Bom mas com muitas ressalvas

Por que o espinafre faz mal à saúde

Jocelen Mastrodi Salgado*

O consumo do espinafre aumenta a cada dia que passa. O famoso marinheiro Popeye, faz propaganda do alimento, dando a entender que quem come espinafre está sempre forte e pronto para superar qualquer obstáculo. O que poucos sabem, é que no mesmo país de origem do desenho (Estados Unidos), há algumas décadas atrás, a ingestão de leite batido com espinafre (o objetivo era enriquecer a bebida com ferro), causou a morte de crianças recém-nascidas. A doença ficou conhecida como doença do branco do olho azul, pois o branco dos olhos ficava dessa cor. Posteriormente, descobriu-se que a presença do espinafre no leite era a causadora da tragédia, mas na época (1951) o fato foi encoberto e o desenho do marinheiro Popeye continuou a ser exibido.

Por que devemos tomar cuidado com o espinafre

O espinafre é um dos alimentos vegetais que mais contém cálcio e ferro. Entretanto, esses dois minerais são pouquíssimo aproveitados pelo nosso corpo, já que o alto teor de ácido oxálico no vegetal inibe a absorção e a boa utilização desses minerais pelo nosso organismo. Os estudos mostram também que o ácido oxálico do espinafre pode interferir com a absorção do cálcio presente em leites e seus derivados.
Esse fato sugere que o espinafre em uma refeição pode reduzir a biodisponibilidade de cálcio de outras fontes que são consumidas ao mesmo tempo. Por isso, se no seu almoço você comeu uma torta de queijo com espinafre, tenha certeza que grande parte do cálcio do queijo não foi utilizada pelo seu organismo.
Outra grande preocupação é o possível efeito tóxico que a ingestão de grandes quantidades dos fatores antinutricionais presentes na planta pode causar nas pessoas. Com o objetivo de avaliar todos esses problemas, uma pesquisa, que resultou em uma tese de mestrado, foi desenvolvida na ESALQ/USP sob minha orientação. O estudo intitulado “Avaliação química, protéica e biodisponibilidade de cálcio nas folhas de couve-manteiga, couve-flor e espinafre” teve como objetivos verificar se determinadas plantas podiam ser utilizadas na dieta humana, sem causarem prejuízos à saúde e o bem-estar do indivíduo.
A pesquisa da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ/USP)
As folhas estudadas foram adquiridas no comércio local e a folha de espinafre foi também adquirida de outros dois locais: da Fazendinha da UNIMEP e da horta do Departamento de Horticultura da ESALQ/USP. Essas folhas foram lavadas, secas em estufa e moídas. A seguir, foram acrescentadas nas dietas que foram avaliadas durante o ensaio experimental com duração de 30 dias.
Resultados
Os resultados começaram a impressionar quando verificamos os teores dos dois fatores antinutricionais investigados: ácido fítico e oxálico. A folha de espinafre apresentou valores muito altos em relação às demais. Como conseqüência desse fato, os animais alimentados com a folha de espinafre morreram na primeira semana, e portanto, não puderam ser avaliados até o final do estudo. Várias tentativas foram feitas, utilizando dietas com folhas de espinafre cozidas (acreditávamos que o calor pudesse destruir os fatores tóxicos presentes) ou folhas de espinafre provenientes de outros locais (livres de agrotóxicos que pudessem ter influência).
Contudo os mesmos resultados repetiram-se, ou seja, houve a morte dos animais com hemorragia, tremores e perda de peso. Os rins dos animais mortos foram retirados e analisados pela Faculdade de Odontologia de Piracicaba/UNICAMP. De acordo com o laudo apresentado pelo Departamento de Patologia, foi comprovado inchaço renal, indicando uma nefrotoxidade, edema celular e depósito de substâncias aparentemente cristalizadas nos túbulos renais, o que provoca disfunção renal.
De acordo com vários pesquisadores, a explicação provável estaria na presença do ácido oxálico no alimento, que além de causar um balanço negativo de cálcio e ferro, em doses superiores a 2g/Kg de peso, pode causar toxicidade nos rins. Já o ácido fítico, quando na proporção de 1% na dieta, seria o responsável pela redução do crescimento dos animais jovens. Na década de 80, estudos já atribuíam ao ácido oxálico sintomas como lesões corrosivas na boca e trato-intestinal, hemorragias e cólica renal, causados pela ingestão de plantas ricas nesta substância. De acordo com esses mesmos estudos, o espinafre que possui a relação de ácido oxálico/cálcio superior a 3, deve ser evitado. Na nossa pesquisa isso foi observado.

Com relação às demais folhas, couve-manteiga e couve-flor, não foi observado nenhum efeito tóxico, verificando-se que a melhor biodisponibilidade e retenção de cálcio nos ossos (73%) ocorreu nos animais que ingeriram a dieta contendo couve-manteiga.
Os resultados desse estudo nos levam a acreditar que o consumo de espinafre deve ser substituído por outros vegetais folhosos, já que os efeitos proporcionados pela ingestão das substâncias antinutricionais presentes na folha, podem ser prejudiciais à absorção de nutrientes importantes para nossa saúde, e essas mesmas substâncias podem causar sérios problemas tóxicos.

 

Os resultados também sugerem que além da grande presença de ácido oxálico e fítico, provavelmente a folha do espinafre contenha outras substâncias tóxicas, que supostamente levaram à óbito os animais do estudo, bem como causaram o incidente com os recém-nascidos nos Estados Unidos. Essas substâncias, ainda não identificadas, exerceriam ações tóxicas em pessoas mais sensíveis e levariam a chamada “doença do branco do olho azul”. Fica claro, portanto, a necessidade de mais estudos elucidativos a respeito do assunto.

 

Finalizando, a minha dica é que todos procurem dar preferência a outros vegetais folhosos em substituição ao espinafre: a couve, brócolis, folha de mostarda, agrião, as folhas de cenoura, beterraba e couve flor e leguminosas como os feijões, ervilhas, lentilhas e soja são as melhores opções para quem quer consumir fontes alternativas de cálcio e ferro.

* Profª. Titular de Vida Saudável da ESALQ/USP/Campus Piracicaba. Autora dos livros: “Previna Doenças. Faça do Alimento o seu Medicamento” e “Pharmácia de Alimentos. Recomendações para Prevenir e Controlar Doenças”, editora Madras.

 

Comportamento infantil e alimentação

Nas crianças, a hiperatividade, a falta de atenção, a dislexia e
o comportamento anti-social ou agressivo podem ser manifestações
do que elas comem, defende o britânico Neil Ward, do departamento
de Química da Universidade de Surrey.

Segundo o investigador, algumas crianças podem reagir aos
aditivos, conservantes e corantes que se encontram nos produtos
alimentares, o que causa alguns problemas comportamentais.

Ward acompanhou vários grupos de crianças nas escolas com o
objetivo de descobrir se os distúrbios de comportamento
relacionados com químicos se registam em grupos isolados ou se
todas as crianças estão em risco.

Descobriu que alguns corantes podem levar a reações adversas 30
minutos após o seu consumo, tendo identificado como principais
culpados os metais tóxicos, como o chumbo e o alumínio, e os
corantes alimentares. As reações a esses químicos incluem
perturbações comportamentais ou físicas, como urticária ou
cansaço.

No entanto, descobrir uma ligação direta entre certos químicos e
problemas de saúde pode ser uma tarefa complicada. São necessários
dados científicos para provar que alguns químicos podem causar
problemas comportamentais, mas por enquanto cabe apenas aos
cientistas provarem isso mesmo.

As companhias farmacêuticas, por exemplo, são obrigadas por lei a
realizarem testes minuciosos aos seus produtos antes de os
comercializarem, comprovando que o seu uso é seguro, mas o mesmo
não acontece com os fabricantes de produtores alimentares.

No Reino Unido, a comida para crianças está regulamentada apenas
até à idade de um ano, desaparecendo a partir daí. Os fabricantes
de comida dirigem muitas vezes os seus produtos a grupos
específicos, incluindo mulheres grávidas, no entanto, não são
obrigados a fornecer dados científicos que atestem que tais
alimentos são adequados a esses grupos.

Ao longo dos últimos anos tem-se registado um aumento da obesidade
em crianças.

Muitas vezes, nas escolas, as crianças estão sob a pressão dos
colegas para ingerirem determinados produtos e por isso, tendem a
comer produtos com demasiado açúcar, que muitas vezes também
contêm químicos “maus”.

É ainda de destacar que, muitas vezes, os consumidores não
compreendem a informação contida nos rótulos da comida. É muito
importante que as crianças, mas também os pais, sejam encorajados
a aprender mais sobre a comida que escolhem para consumir, como
ela deve ser armazenada e cozinhada para fornecer um valor
nutricional adequado à sua dieta.

Fonte: http://www.mni.pt/destaques/?cod=2102