Archive for Terapias Naturais

Helioterapia

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Helioterapia

A cura que vem do sol

Por Andrea Guedes

Ora vilão, ora mocinho. Para dar um basta á polêmica sobre riscos e benefícios dos raios solares, adeptos da helioterapia entram em defesa do astro-rei e garantem que ele combate desde inflamações a doenças respiratórias. Para quem contesta, terapeutas fazem questão de lembrar que a cura por meio da luz solar é velha conhecida desde as antigas civilizações, a exemplo dos mesopotâneos, que não dispensavam a exposição ao Sol para fins terapêuticos.

Segundo o terapeuta holístico Jorge Melo, membro do Comitê Científico Internacional de Pesquisas das Medicinas Ancestrais Naturais, a sabedoria dos povos antigos está ganhando força nos dias hoje, e cada vez mais recorre-se à natureza para a solução dos problemas físicos. A helioterapia, portanto, representa uma dessas práticas que estão vindo à tona no início do terceiro milênio. “Tudo depende da energia do sol”, destaca o especialista.

No nosso corpo, o astro-rei age na transformação do ergosterol em vitamina D, essencial para a absorção do cálcio e responsável pelo fortalecimento dos ossos, unhas e dentes. Por isso, banhos de sol são amplamente recomendados, sobretudo para a terceira idade pois são excelentes aliados no combate à osteoporose.

As vantagens dos raios solares, conforme prega a helioterapia, vão além. Melo frisa que o sol atua em problemas brônquio-respiratórios, além de matar germes e bactérias, facilitando a cicatrização. “No Nordeste brasileiro, são comuns casos de Leishmaniose, doença infecto-contagiosa que causa uma espécie de ferida na pele. A medicina convencional receita 90 injeções de antibiótico, que causa efeitos colaterais fortes. Nesses casos, a helioterapia é recomendada porque o sol age na cicatrização e, dependendo do caso, o tratamento leva menos tempo”, explica o terapeuta.

A terapia é simples. Segundo Melo, em média a exposição ao sol deve ser feita de forma progressiva, conforme as necessidades de cada paciente, até que se obtenha os efeitos desejados. Não há lugar específico e a roupa deve ser leve. Outra recomendação é que os raios solares entrem também nos ambientes da casa. “Onde não entra o sol, entra o médico”, sintetiza. Em dias nublados, o tratamento não é interrompido, já que os raios solares continuam incidindo sobre a Terra.

A medicina convencional também utiliza os benefícios do astro-rei. Para a dermatologista Shirlei Borelli, o sol ficou estigmatizado pelos danos causados pela super-exposição, deixando de ser salientado por suas ações benéficas. “Por isso, o lema da Sociedade Brasileira de Dermatologia é o ‘sol na medida certa'”, aponta. Segundo ela, os raios têm efeito anti-inflamatório e imuno-modulador celular. “Pacientes com vitiligo, por exemplo, precisam do sol para que haja pigmentação da pele”, diz.

O dermatologista Abdiel Figueira Lima, presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia – regional Rio de Janeiro , complementa que doenças como psoríase e dermatite atópica, entre outas, são tratadas com a irradiação ultra-violeta, principal feixe luminoso do espectro solar. “Preferimos, no entanto, os meios artificiais, pois é utilizado apenas um comprimento de onda específica, no caso a UVA, para não produzir conseqüências”, destaca Lima.

Moderação, portanto, é a principal recomendação dos especialistas. Para usufruir as ações solares sem correr o risco de queimaduras, os horários ideais são entre 8h e 10h, ou após às 16h. Mauro Y. Enokihara, professor do Departamento de Dermatologia da Unifesp, ressalta que é preciso considerar os fatores de risco individuais do câncer de pele, como a genética. Por isso, mesmo nesses horários o uso do filtro solar é fundamental. Com os cuidados necessários, que venha o sol!

Fonte: http://www.maisde50.com.br/artigo.asp?id=5143

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O que é Somaterapia?

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SOMATERAPIA

Por João da Mata – somaterapeuta

A Soma, uma terapia anarquista, foi criada e desenvolvida no Brasil pelo escritor e terapeuta Roberto Freire para ser um instrumento para aqueles que buscam respostas originais em suas vidas, procurando entender o comportamento político humano em sociedade à partir do cotidiano das pessoas. São as micro-relações que produzem o germe do autoritarismo social, num jogo de poder e sacrifício onde valores capitalistas como a competição, o lucro e a exploração já não podem ser tratados apenas como questões de mercado e ideologia.

Baseado nas pesquisas de Wilhelm Reich, dissípulo dissidente de Freud, a Soma nasceu de estudos sobre o desbloqueio da criatividade. Através de exercícios teatrais, jogos lúdicos e de sensibilização, Freire foi criando uma série de vivências que possibilitam uma rica descoberta sobre o comportamento e suas inúmeras nuances. Perceber como o corpo reage diante de situações tão diferentes, como a agressividade, a comunicação, a sonsorialidade, a sensualidade e sua relação com sentimentos e emoções, permite um resgate daquilo que nos diferencia enquanto intividualidade, para criar um jeito novo, a originalidade contra a massificação.

Assim, a Soma se constitui como um processo terapêutico corporal e em grupo, com conteúdo político explícito, o anarquismo. A terapia tem tempo determinado (cerca de um ano e meio) e é realizada em sessões de três horas cada (são quatro por mês) em vivências com exercícios corporais e dinâmica de grupo. Buscando uma ampliação do caráter libertário da Soma, há dez anos estamos utilizando a capoeira angola também como parte integrante da terapia. Fazer Soma, viver o processo de um grupo diante do desafio de produzir relações mais sinceras e solidárias é buscar saídas práticas na construção de uma sociedade mais livre e justa: mais tesudas. Tentar ser algo mais do que um indivíduo perdido entre redes de controle social.

“…não é apenas uma terapia. É uma terapia lúdica e uma pedagogia nova. É poder se conhecer na diversão e, divertindo-se conhecer o outro. Estimular a solidariedade e a sinceridade como princípios da relação.”

Para maiores informações e/ou contatos com João da Mata:

Telefone: (21) 2205-5519 ou 9871-3684
e-mail: joaodamata@somaterapia.com.br
site SOMA: http://www.somaterapia.com.br

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Técnica de Alexander

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Técnica de Alexander

uma visão consciente do movimento

Por Karla Relvas

Frederick Mathias Alexander ator e declamador do século passado, desenvolveu seu método através da auto – observação e fez disso o diferencial em relação a outras técnicas de reeducação do movimento.

Ainda hoje, Alexander está à frente de nossos dias.

Através dos princípios básicos da Técnica, padrões corporais passam a ser identificados, ampliando as possibilidades de uso e libertando músculos e articulações de esforços e tensões exageradas.

A técnica de Alexander é um método de reeducação corporal e mental (emocional) que pode ser aplicada em grupos ou individualmente.

O toque é gentil e não corretivo, logo o objetivo do toque do instrutor em seu aluno é de proporcionar espaço articular e muscular. Através do toque o aluno passa a perceber esforços desnecessários que muitas vezes vão além do limites corporais e dentro de um contexto usual compõem padrões, hábitos incorporados ao longo de anos, caracterizando até mesmo, traços de personalidades.

De uma forma geral, uma postura inadequada ou mesmo uma dor acabam denunciando a experiência desses padrões e conseqüentemente o desejo de muda-los ou transforma-los.

Os princípios da técnica se aplicam nesse processo:

1) Ampliando a percepção do aluno
2) Possibilitando o reconhecimento de um ou mais padrões de uso e desvinculando qualquer resposta reativa ou automática a nível corporal e mental.

A partir daí, o aluno resgata o seu poder de escolha e aprende que dentro de tantas possibilidades de uso, ele não precisa se limitar a uma única forma repetidamente.

Os benefícios desse processo de aprendizagem (ou reaprendizagem) do uso de si mesmo abrem portas importantes para o auto-conhecimento, reestruturando corpo e mente com qualidade e responsabilidade.

Na vivência poderemos experimentar o quanto esse padrões são fortes e interferem em nossos movimentos cotidianos, como levantar, sentar e caminhar.

Através de exercícios simples e dinâmicos, poderemos ter uma amostra dos benefícios de repensar o uso do corpo através da técnica de Alexander, com espaço para relaxamento e troca de percepções.

Escrito por Karla Relvas para o Portal Verde

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Kun Nye

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KUN NYE

Respiração tibetana para o equilíbrio

O Kun Nye é um sistema de relaxamento que une os ensinamentos do budismo, da ayurveda e da medicina tibetana.

Sua prática é simples, e se baseia numa técnica mental-meditativa e respiratória. Busca harmonizar e integrar o corpo e a mente por meio da estimulação, da liberação e da expansão das sensações que unem a mente, o corpo e os órgãos dos sentidos.

Trazido para o Ocidente por Tarthang Tulku no início dos anos 70, o Kum Nye já é praticado e ensinado no Brasil há 20 anos, no Instituto Nyingma do Brasil.

Para saber mais sobre o Kum Nye, acesse o site oficial do instituto Nyingma:

www.nyingma.com.br

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Reflexologia

 

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REFLEXOLOGIA DE MICROSSISTEMAS:

Na medicina oriental é comum o emprego de estímulos em áreas ou estruturas especiais do corpo humano, visando o tratamento mediante ação reflexa em todo o organismo.

Em regiões como o pavilhão auricular, os pés e as mãos existem pontos e pequenas áreas que correspondem a órgãos, vísceras, estruturas anatômicas músculo-esqueléticas, sistema nervoso, endócrino, imunológico, etc.

Não resta dúvida de que a reflexologia é um recurso valiosíssimo no contexto da medicina oriental; sendo utilizada em caráter complementar ao shiatsu, o seu principal objetivo é potencializar a ação terapêutica do tratamento.

a) Microssistema plantar (dos pés):

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O microssistema plantar envolve, alem da região plantar, os artelhos e o dorso do pé. Todavia, é na área plantar que se encontram diversos pontos que podem ser manipulados com a finalidade terapêutica reflexa especifica.
É muito comum encontrarmos, no oriente, profissionais que aplicam pressões com os dedos ou instrumentos não perfurantes, para pressionar ou percutir a região plantar do paciente. Geralmente, o próprio paciente utiliza instrumentos, nos quais pisa para proporcionar os estímulos necessários para promover o efeito terapêutico desejado.

b) Microssistema palmar (das mãos):

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O microssistema palmar é especial por ser a mão uma região mais sensível e por possuir músculos programados para realizar movimentos precisos e complexos, diferentemente dos pés, cujos músculos estão limitados à função de deslocar e suportar o peso do corpo.

c) Microssistema do pavilhão auricular (aurículoterapia):

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Esse microssistema é o mais complexo de todos, visto que a área anatômica é muito pequena, mas possui muitos pontos e áreas de estimulação.

A estimulação auricular com as mãos é limitada quando a comparamos a outros métodos de estímulos, como a acupuntura auricular. Mas, ainda assim, o estímulo digital é muito eficiente.

A polpa digital é consideravelmente maior que os pontos e áreas específicos a serem estimulados. Naturalmente, a intensidade da pressão digital é muito menor que a pressão realizada através de instrumentos pontiagudos, ou mesmo agulhas, acarretando diferentes níveis de resposta.

Este recurso é muito empregado no oriente, tanto como técnica complementar ao shiatsu sistêmico, quanto como método de auto aplicação de caráter popular, desde a antiguidade.

As aplicações durante um período prolongado agem sobre o Ying Ch’i (Ch’i Nutritivo) e provocam a devida circulação dos canais energéticos (meridianos); promovendo, ainda, a regulação dos Zang Fu (órgãos e vísceras). Assim, pode ser um recurso profilático, quando aplicado corretamente.

Escrito por Fabrício Nobre para o Portal Verde

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Arteterapia

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Arteterapia: Harmonia com Arte

O que é?

A Arteterapia conscientiza as pessoas de sua essência, e de seu poder criativo. As pessoas adoecem física, mental e emocionalmente quando não expressam partes de seu ser e reprimem sentimentos. A Arteterapia trabalha a compreensão e a integração dos símbolos na mente, promovendo o desenvolvimento pessoal. É utilizada terapeuticamente na elaboração e resolução de questões pessoais, nos problemas de aprendizagem, na educação como um todo, em empresas, apresentando excelentes resultados, uma vez que a pessoa constrói seu próprio caminho de auto-compreensão e auto-conhecimento por meio da expressão artística.

Ela auxilia no desenvolvimento da capacidade de ser mais criativo, tanto a nível pessoal, como também profissional. Conscientizando como está sendo praticada a criatividade, e como pode ser melhorada.

Os materiais e as técnicas utilizadas são escolhidas de acordo com a necessidade de cada cliente. Tendo sempre como objetivo a saúde mental, física, emocional e energética. Trabalham sempre os órgãos dos sentidos, que são nosso contato e percepção do mundo externo, e onde foram feitos os primeiros registros. Por meio deles trabalhamos os arquivos pessoais, transformando-os, promovendo saúde total.
Arteterapia trabalha com modelos (mentais e emocionais) comuns a toda a humanidade. Por meio da expressão, o cliente passa a se relacionar de uma maneira mais natural e melhor com o mundo e consigo mesmo

Como são os atendimentos e a quem se destina:

Os atendimentos ou encontros de Arteterapia podem ser individuais ou em grupos. Os atendimentos são indicados para todas as faixas etárias e a todos tipos de dificuldades (emocionais, mentais, físicas e energéticas). Tendo encontros especiais para terapeutas.
Temos também workshops para empresas, escolas, objetivando maior integração e produtividade das equipes de trabalho. Esses encontros podem ser realizados nas próprias empresas, ou em outro espaço a ser determinado, caso, terapeuta e empresa acreditarem e decidirem que a mudança de ambiente será benéfica aos participantes.
Esse trabalho é direcionado a todas as pessoas que buscam maior equilíbrio e harmonia, se descobrindo, revelando e desenvolvendo seu potencial criativo, ampliando sua capacidade de se relacionar com fatos e pessoas, elaborando e transformando se dia a dia com maior naturalidade.

Por Glória Chan, para o Portal Verde

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Terapia Craniosacral

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Terapia Crânio-Sacral

Por volta de 1900, o estudante de osteopatia, Dr. William G. Sutherland, foi surpreendido por uma idéia.

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Ele percebeu que os ossos do crânio eram desenhados de tal forma que permitiam um movimento entre si. Por mais de vinte anos ele estudou a possibilidade de movimento nos ossos do crânio adulto. Fez experiências com seu próprio crânio, utilizando-se de aparelhos, como capacetes, forma de exercer diversas pressões em variadas partes de sua cabeça.

Sua esposa manteve um relatório sobre as mudanças de personalidade que ocorreram com ele durante as diversas variadas aplicações da pressão. Ele descreveu dores, problemas de coordenação motora, etc, conforme cada tipo de pressão.

No começo dos anos 30 publicou seu primeiro artigo sobre este trabalho no Minnesota Ostheopatic Journal.

https://i1.wp.com/static.wixstatic.com/media/d0ab92_8914d0fbed7d43fa90c601b8ea3cec51.jpg_srz_420_329_85_22_0.50_1.20_0.00_jpg_srzEm 1970, durante uma cirurgia na nuca de um paciente, o Dr. John Upledger percebeu o movimento rítmico da dura mater. Dois anos mais tarde, participou de um seminário que explicava as idéias de Sutherland e ensinava algumas das técnicas de avaliação e tratamento.

Pôde então entender com um sistema hidráulico funcionava dentro das membranas do crânio e da medula óssea.

Em 1975 foi convidado pelo Ostheopatic College da Michigan State University para pesquisar e dar aulas no Departamento de Biomecânica. Ele liderou uma equipe de pesquisas multidisciplinares que estabeleceu o embasamento científico para o sistema crânio-sacral.

Estamos familiarizados com os ritmos respiratórios e cardiovasculares. Assim como eles, o sistema crânio – sacral influencia muitas funções do nosso organismo. Uma falta de equilíbrio nesse sistema pode causar danos ao desenvolvimento do cérebro e da medula, o que pode resultar em disfunções sensoriais, motoras ou neurológicas.

O sistema crânio-sacral é constituído por membranas e pelo líquido cérebro- espinhal, que envolve e protege o cérebro e a medula. O sistema se estende do cranium (osso do crânio, face e boca) até o sacrum (cóccix). O efeito positivo da Terapia Crânio-Sacral está em grande parte ligado à capacidade de cada um nas atividades fisiológicas de autocorreção. Com leves toques o terapeuta é capaz de interferir nas forças hidráulicas inerentes ao sistema crânio-sacral, melhorando, dessa forma, a situação do organismo.

Por sua influência em muitas funções do organismo, a Terapia Crânio-Sacral é utilizada hoje por uma larga variedade de profissionais de saúde, tais como osteopatas, dentistas, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, acupunturistas e terapeutas corporais em geral.

Ela incentiva os mecanismos naturais do corpo de forma a melhorar o funcionamento do cérebro e da medula, elimina os efeitos negativos do stress, e aumenta o bem-estar e a capacidade imunológica.

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