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Massagem Rítmica ou Antroposófica

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MASSAGEM RÍTMICA ou ANTROPOSÓFICA

É uma alternativa terapeutica dentro da Medicina Antroposófica do médico Rudolf Steiner, que surgiu nos anos 20 e se baseia nos cinco toques da massagem sueca.

Na verdade Steiner apenas inaugurou os cursos de massagem rítmica do Instituto Clínico-Terapêutico de Arlesheim, Suíça, pois a inovação foi atribuida à Dra. Ita Wegman, diplomada em massagem sueca.

O que existe de novo neste tipo de massagem é a lemniscata e o ritmo como fundamento de todo reestabelecimento.

Não é possível entender o fundamento da massagem rítmica sem antes conhecermos as bases da medicina antroposófica, já que a primeira é fruto da segunda. O método Steiner entendeu o real valor da massagem, a ponto de dizer que a massagem correta poderá em alguns casos substituir o bisturi do cirurgião.

Na massagem rítmica, o ritmo manual sobre o corpo é o elemento básico da cura. Segundo o Dr. Steiner, o ritmo produz o equilíbrio no organismo humano, conforme ele próprio descreveu pela primeira vez em 1917, em seu livro Von Seelenraetseln (“Do Enigma Anímico”). Para o fundador da Medicina Antroposófica, o organismo humano baseia-se numa triplice divisão funcional: o homem corpo, o homem alma, e o homem espírito.

Fragmento do livro de René Marcos Orsi, “Massagem – A Terapia dos Deuses”

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Agricultura orgânica e Agicultura Biodinâmica

Com o fim da Segunda Guerra Mundial houve um esforço dos países aliados para manter as indústrias bélicas funcionando. Surgiram então adaptações e estas passaram a produzir adubos químicos ao invés de explosivos, agrotóxicos ao invés de armas químicas e tratores agrícolas ao invés de tanques de guerra. Tudo isso em nome da segurança mundial e com a desculpa esfarrapada de controlar a fome no mundo, tida como a principal ameaça ao início de novas guerras.

 

Assim iniciou a chamada Revolução Verde, alavancada por uma política mundial de pesquisa, ensino, difusão e produção baseada em dinheiro subsidiado(crédito agrícola) para o uso exclusivo destes novos aparatos bélicos, digo, agrícolas. Todo esse processo permitiu uma rápida recuperação industrial e financeira dos principais países envolvidos na guerra, os quais desenvolveram um mercado global para seus produtos, ao mesmo tempo em que conseguiam transformar a agricultura de base familiar dos países mais pobres em agricultura de exportação de matérias primas baratas(milho e soja) para sustentar a criação de gado e porcos durante o rigoroso inverno da Europa e da América do Norte.

 

Tal como o traficante de drogas que oferece as primeiras doses de graça para conquistar os seus clientes a chamada Revolução Verde também fez com que agricultura tradicional, em poucas décadas se tornasse dependente dos agroquímicos, das sementes “melhoradas” e da mecanização. Logo após, os subsídios dos baixos juros do crédito agrícola foram sendo eliminado. Mas as catastróficas sequelas permanecem profundas. A produtividade das lavouras não aumentou proporcionalmente ao elevado incremento do uso de agroquímico, o que aumentou e muito, foram o surgimento de centenas de novas doenças e pragas nas lavouras e criações. Tudo isto requeria mais agroquímicos e deixou a atividade agrícola economicamente menos rentável e mais vulnerável a riscos de frustrações de safras. Em consequência, houve e ainda há, um elevado êxodo rural, que por sua vez contribuiu para o empobrecimento da periferia das grandes cidades, à miséria, à fome, à violência, etc. Também houve uma redução na manutenção da capacidade produtiva dos solos, erosão, enchentes, secas e, mais atualmente, apagões, além de poluição ambiental e alimentar em níveis preocupantes.

 

A revolução Verde, encobriu as outras formas mais naturais de agricultura. Por serem diferente do modelo de produção agroquímico industrial, elas foram chamadas de Escola de Agricultura Alternativa, as quais foram identificadas conforme seu surgimento e sua características particulares de práticas agrícolas.

 

O termo “Agricultura Orgânica” é utilizado mundialmente para designar todo o conjunto de diferentes tipos de Escolas de Agricultura Alternativa. Espalhadas pelo mundo todas apresentam muitos pontos em comum em relação aos seus fundamentos da prática agrícola, tais como a proibição de uso de agrotóxicos e adubos químicos solúveis, por entenderem que estes são prejudiciais a saúde do solo, das plantas, dos animais e do ser humano, além da ênfase no manejo da fertilidade biológica do solo, responsável por efeitos duradouras na fertilidade física e química do mesmo. Todas se empenham em produzir os chamados “Alimentos Orgânicos”, que seguem normas de produção e sofrem uma fiscalização e certificação de alguma instituição credenciada para garantir o controle de qualidade ao consumidor e facilitar a comercialização.

 

A Agricultura Biodinâmica é a mais antiga das Escolas e se fundamenta na Antroposofia, cosmovisão elaborada por Rudolf Steiner(1861-1925) que significa “sabedoria do homem”. Mas não se trata apenas de antropologia; trata-se na realidade, de uma ciência do Cosmo, tendo por centro e ponto de apoio o próprio homem. A Agricultura Biodinâmica (biológico – dinâmica) também incorpora técnicas agrícolas desenvolvidas por outras escolas, embora as complexas relações ecológicas que ocorrem no ambiente de produção agrícola, mergulha no saber de relações dinâmicas que ocorrem na multidimensionalidade do universo, compreendendo e trabalhando com as influências de diferentes qualidades de energias cósmicas sutis sobre o ritmo de crescimento e sobre a energia vital do solo, plantas e animais. A nossa saúde depende da saúde do alimento que comemos.

 

Hernandes Werner, Eng. Agrônomo        

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Biografia e Caminho Iniciático – Em Florianópolis, SC

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