Curso e Oficina de Alimentação Consciente acontece em novembro em Niterói, com o naturopata Arnaldo V. Carvalho

cartaz alimentação consciente2015

Para quem tem Bom Gosto

Oficina de Alimentação Consciente retorna a Niterói após dez anos

Ser saudável sem abrir mão do prazer. Impossível? Não para o Naturopata Arnaldo V. Carvalho, que se propõe ao desafio de levar aos participantes da oficina “Alimentação Consciente” uma forma de enxergar alimentação inovadora, baseado em profundo estudo acerca da natureza humana, orientadora da própria fisiologia.

É uma oficina que mescla o prazer de aprender alternadamente a experimentar preparos diversos que inspirarão uma nova era na alimentação pessoal de cada um. A premissa do curso é: não há uma dieta “ideal” que sirva a qualquer pessoa. Há uma lógica nas diferentes mecânicas alimentares propostas pelas dietas, e se a compreendermos, poderemos montar um modo de comer próprio, individual, exclusivo, que explore o gosto individual aliado a capacidade dos alimentos de gerar saúde e vitalidade.

Entre os objetivos:

Oferecer atualizações científicas acerca dos alimentos e hábitos alimentares; Conhecer novos sabores, novos alimentos, e como obter o potencial máximo de tudo o que se come; Perceber a psicossomática da alimentação, ou como a alimentação revela e ao mesmo tempo interfere em nossas emoções; Estudar a lógica das diversas dietas, e criar uma dieta pessoal baseado no que aprendeu; Aprender novas e deliciosas formas de preparar os alimentos

No programa:

  • Consciência alimentar nos dias de hoje
  • A alimentação de Gaia – A vida terrestre ela resume nossa própria alimentação
  • Mitos e Verdade: Alimento natural, integral, transgênico, orgânico etc.; alimentos diet x light x convencionais;
  • Vilões e heróis da alimentação;
  • A comida do restaurante
  • Alterações dos alimentos pelos métodos de preparo, conservação e industrialização;
  • Generalidades sobre agrotóxicos e contaminação dos alimentos;
  • Hidratação, Suplementação, Alimentos funcionais;
  • Óleos essenciais na alimentação
  • És o que comes, comes o que és (O comer à luz da psicossomática);
  • Estudo das dietas mais populares da atualidade – Atkins, Tipo Sanguíneo, Contagem Calórica (vigilantes do peso), Vegetarianismo, Higienismo;
  • A criação de seu próprio sistema alimentar.

Investimento: R$250,00, incluindo apostila e degustações

Local: Espaço Levemente – Rua Lopes Trovão, 52, sala 504, Icaraí, Niterói, RJ

Tels de contato: (21) 2610-1023, 99246-5999 (cel ou whatsapp) ou 99704-2085 (cel ou whatsapp)

E-mail do Professor: arnie_rj@yahoo.com.br

 

Será possível? Será que é bom? Será que é saudável?

•  Leites vegetais
• Tudo com cereais alternativos e suas farinhas,e multicereais
• Pães e massas naturais e integrais
• Comida japonesa natural
• Arroz integral GOSTOSO
• Comida de Festa SAUDÁVEL E DELICIOSO
• Comidas para quem tem restrições

PROFESSOR:

ARNALDO V. CARVALHO – Terapeuta Naturopata, associa o conhecimento científico ao conhecimento da tradição dos povos. Busca um melhor comer desde adolescente, quando viu seu querido avô – médico – ficar diabético!

O uso do azeite de oliva e as lipoproteínas

As lipoproteínas ricas em triacilglicerol fazem parte das VLDL,
conhecida como “mau colesterol”. Para a síntese desta substância
é necessária a presença de uma proteína denominada de Apo-B100,
que por sua vez tem recebido muita atenção dos pesquisadores em
doenças cardiovasculares, aliás eles recomendam o controle da
taxas desta proteína. Tem sido observado que pessoas com níveis
normais de colesterol total e HDL podem ter elevadas taxas de
Apo-B100 e apresentam maior risco para as doenças
cardiovasculares.

Os pesquisadores deste estudos avaliaram o efeito de uma refeição
rica em azeite de oliva virgem na composição das lipoproteínas
ricas em triacilgliceróis. Para isso, eles estudaram 8 indivíduos
saudáveis e mediram as apo-B100 logo após a refeição e durante as
7 horas seguintes. Os resultados mostraram que o azeite de oliva
influencia as lipoproteínas. Foi observado que uma refeição com
menor quantidade de ácido graxo oléico (tipo de gordura
monoinsaturada do azeite) leva a uma maior concentração das
lipoproteínas.
.
O azeite de oliva na proteção de doença infecciosa

Estudos é que não faltam sobre o azeite de oliva quando o assunto
é coração. Agora temos um outro benefício. Trata-se da capacidade
deste alimento em modular funções de células do sistema imune, de
forma semelhante ao que acontece com óleos de peixe.

Ao contrário que se pensava não são os antioxidantes encontrados
no azeite de oliva os responsáveis pelo aumento da imunidade e
sim o ácido oléico, a gordura monoinsaturada do azeite. Pelo
menos, são estes os resultados obtidos nas pesquisas com dietas
ricas em ácido oléico, oriundo do azeite de oliva. Nelas é
observada a adesão de células mononucleares de sangue periférico,
processo importante nas doenças envolvendo o sistema imune.
Situação que explica o menor índice de doenças de populações com
elevado consumo de azeite de oliva.

Azeite de oliva e saúde

O azeite de oliva é um óleo vegetal extraído do fruto da oliveira
Olea europea, L. Do total produzido no mundo, 70% é oriundo dos
países do mediterrâneo e o restante da Tunísia, Turquia, Portugal,
Líbia, Califórnia e Argentina. O produto de boa origem é
caracterizado pela fragrância e pelo sabor delicado, qualidades
que são apreciadas em todo mundo. É o único óleo vegetal que não
precisa de tratamento industrial de refino para ser consumido,
desde que a fruta seja de boa procedência. Merecendo mais do que
qualquer outro o atributo de óleo natural.

Conhecido pelos países mediterrâneos desde 3.000 a.C. sua
utilização se consolidou a tal ponto que hoje seu sabor e odor é
o traço mais característico da cozinha mediterrânea. Com as
grandes navegações por volta do ano 1.500 sua utilização
espalhou-se pelo mundo inteiro. Porém, devido a dificuldade de
transportá-lo e produzi-lo seu consumo ficou restrito na forma de
condimento. E foi assim que o azeite de oliva foi visto durante
séculos: um saboroso e aromático ingrediente culinário.

Em 1957, o pesquisador Dr. Keys publicou um trabalho, resultado
de 15 anos de pesquisas mostrando a relação entre as dietas de
sete países e a prevalência das doenças cardiovasculares. Os
resultados foram surpreendentes. Enquanto países como a Finlândia
apresentavam uma incidência de mortes por doenças
cardiovasculares de 1202/10.000 habitantes, seguidos pelos Estados
Unidos com uma incidência de 773/10.000, os habitantes da ilha
grega de Creta tinham uma incidência de apenas 38/10.000. Essas
significativas diferenças foram atribuídas, na ocasião, ao tipo
de alimentação da ilha constituído de legumes, peixes, frutas,
massas, azeite e vinho que desde então passou a se chamar dieta
mediterrânea. A partir daí, vários estudos se sucederam e a tese
inicial acabou sendo totalmente comprovada. Adicionalmente outros
benefícios foram encontrados para o consumo regular do azeite de
oliva.

Doenças crônico-degenerativas são as principais causas de morte,
entre adultos, em quase todo o mundo. É de aceitação unanime que
a prevenção é a melhor e mais econômica maneira de lidar com esse
grave problema. Trata-se de uma questão complexa, com múltiplos
fatores – alimentação, sedentarismo, stress, fumo, fator genético
entre outros. Não é proposta desse boletim abordar todas essas
questões mas tão somente fazer uma revisão sobre os principais e
mais recentes estudos sobre azeite de oliva e seu papel preventivo
para doenças crônico-degenerativas.

Peritos gregos e americanos criticam o limite ao consumo total de gorduras

Recomendaçõcs americanas e europeias de que uma dieta saudável é aquela que não contém mais de 30% de gorduras sofreram críticas por parte de nutricionistas no simpósio “Creta, a Grécia e as Dietas Mediterrânicas Saudáveis”, realizado em Creta.

O Dr. Meir Stampfer, Professor Associado de Epidemiologia, na Harvard School of Public Health e Professor Assistente de Medicina, na Harvard Medical School em Boston Massachussets, nos E.U.A, considerou que o limite de 30 por cento poderá ser potencialmente perigoso, na medida que as pessoas tentam reduzir tanto as gorduras nocivas como as gorduras benéficas.

As gorduras possuem aracterísticas diferentes e uma dieta rica em azeite, por exemplo, baixa o colesterol tota e o colesterol LDL (colesterol de lípidos de baixa densidade), sem baixar o HDL (colesterol de lípidos de alta densidade). Isto contrasta com uma dieta de hidratos de carbono refinados, os quais, se forem utilizados como substitutos das gorduras, tendem a baixar o HDL e a subir os triglicéridos. Para além disso, é o LDL oxidado que gera as alterações nas artérias que caracterizam a doença cardíaca. O azeite tem propriedades anti-oxidantes que protegem o LDL da oxidação.

O Dr. Stampfer achou que o limite de 30 por cento do total de gorduras estava a desviar a atenção de questões mais importantes, tais como o aumento da actividade fisíca, a ingestão de legumes e frutas e a redução de ácidos gordos trans e saturados.

“Quando se consideram os efeitos adversos que uma dieta rica em hidratos de carbono exerce sobre os lípidos e os efeitos diferenciais de diferentes gorduras sobre o colesterol e o HDL, não se encontra um apoio generalizado para uma redução no total de gordura, mas antes um bom apoio para a alteração dos tipos de gorduras na dieta”.

A Professora Antonia Trichoupoulou, Professora de Nutrição e Bioquímica na Athens School of Public Health e líder do World Health Organization Collaborating Center for Nutrition, considerou que estas mesmas directrizes “bastante influenciadoras para opinião” estão a ajudar a destruir a sadável dieta Mediterrânica tradicional nos respectivos países de origem, tendencialmente pobres e à adopção das directrizes em vigor noutros países.

Retirado de: The ILIB Handbook for Clinical Practice (1995), com base nas Directrizes da European Atherosclerosis Society e da U.S. National Cholesterol Educational Program

FONTE: Biblioteca Européia de Informação Médica sobre o Azeite

Peritos gregos e americanos criticam o limite ao consumo total de gorduras

Peritos gregos e americanos criticam o limite ao consumo total de gorduras


Recomendaçõcs americanas e europeias de que uma dieta saudável é aquela que não contém mais de 30% de gorduras sofreram críticas por parte de nutricionistas no simpósio “Creta, a Grécia e as Dietas Mediterrânicas Saudáveis”, realizado em Creta.

O Dr. Meir Stampfer, Professor Associado de Epidemiologia, na Harvard School of Public Health e Professor Assistente de Medicina, na Harvard Medical School em Boston Massachussets, nos E.U.A, considerou que o limite de 30 por cento poderá ser potencialmente perigoso, na medida que as pessoas tentam reduzir tanto as gorduras nocivas como as gorduras benéficas.

As gorduras possuem aracterísticas diferentes e uma dieta rica em azeite, por exemplo, baixa o colesterol tota e o colesterol LDL (colesterol de lípidos de baixa densidade), sem baixar o HDL (colesterol de lípidos de alta densidade). Isto contrasta com uma dieta de hidratos de carbono refinados, os quais, se forem utilizados como substitutos das gorduras, tendem a baixar o HDL e a subir os triglicéridos. Para além disso, é o LDL oxidado que gera as alterações nas artérias que caracterizam a doença cardíaca. O azeite tem propriedades anti-oxidantes que protegem o LDL da oxidação.

O Dr. Stampfer achou que o limite de 30 por cento do total de gorduras estava a desviar a atenção de questões mais importantes, tais como o aumento da actividade fisíca, a ingestão de legumes e frutas e a redução de ácidos gordos trans e saturados.

“Quando se consideram os efeitos adversos que uma dieta rica em hidratos de carbono exerce sobre os lípidos e os efeitos diferenciais de diferentes gorduras sobre o colesterol e o HDL, não se encontra um apoio generalizado para uma redução no total de gordura, mas antes um bom apoio para a alteração dos tipos de gorduras na dieta”.

A Professora Antonia Trichoupoulou, Professora de Nutrição e Bioquímica na Athens School of Public Health e líder do World Health Organization Collaborating Center for Nutrition, considerou que estas mesmas directrizes “bastante influenciadoras para opinião” estão a ajudar a destruir a sadável dieta Mediterrânica tradicional nos respectivos países de origem, tendencialmente pobres e à adopção das directrizes em vigor noutros países.

Retirado de: The ILIB Handbook for Clinical Practice (1995), com base nas Directrizes da European Atherosclerosis Society e da U.S. National Cholesterol Educational Program

FONTE: Biblioteca Européia de Informação Médica sobre o Azeite