O uso do azeite de oliva e as lipoproteínas

As lipoproteínas ricas em triacilglicerol fazem parte das VLDL,
conhecida como “mau colesterol”. Para a síntese desta substância
é necessária a presença de uma proteína denominada de Apo-B100,
que por sua vez tem recebido muita atenção dos pesquisadores em
doenças cardiovasculares, aliás eles recomendam o controle da
taxas desta proteína. Tem sido observado que pessoas com níveis
normais de colesterol total e HDL podem ter elevadas taxas de
Apo-B100 e apresentam maior risco para as doenças
cardiovasculares.

Os pesquisadores deste estudos avaliaram o efeito de uma refeição
rica em azeite de oliva virgem na composição das lipoproteínas
ricas em triacilgliceróis. Para isso, eles estudaram 8 indivíduos
saudáveis e mediram as apo-B100 logo após a refeição e durante as
7 horas seguintes. Os resultados mostraram que o azeite de oliva
influencia as lipoproteínas. Foi observado que uma refeição com
menor quantidade de ácido graxo oléico (tipo de gordura
monoinsaturada do azeite) leva a uma maior concentração das
lipoproteínas.
.
O azeite de oliva na proteção de doença infecciosa

Estudos é que não faltam sobre o azeite de oliva quando o assunto
é coração. Agora temos um outro benefício. Trata-se da capacidade
deste alimento em modular funções de células do sistema imune, de
forma semelhante ao que acontece com óleos de peixe.

Ao contrário que se pensava não são os antioxidantes encontrados
no azeite de oliva os responsáveis pelo aumento da imunidade e
sim o ácido oléico, a gordura monoinsaturada do azeite. Pelo
menos, são estes os resultados obtidos nas pesquisas com dietas
ricas em ácido oléico, oriundo do azeite de oliva. Nelas é
observada a adesão de células mononucleares de sangue periférico,
processo importante nas doenças envolvendo o sistema imune.
Situação que explica o menor índice de doenças de populações com
elevado consumo de azeite de oliva.

FIQUE DE OLHO NO SEU COLESTEROL

Apesar da má fama, o colesterol exerce uma função vital no organismo. Presente no sangue e nos tecidos, ele atua na produção dos hormônios sexuais, na síntese de vitamina D, na fabricação da bílis e no transporte de gordura do intestino para o fígado, músculos e tecido adiposo.

Para obtê-lo, o corpo humano vai buscar seus elementos no fígado ou em alimentos de origem animal. Quando o nível de colesterol no sangue ultrapassa as necessidades orgânicas, o excesso tende a se acumular nas paredes das artérias, formando placas de gordura (ateromas), que podem levar a complicações cardiovasculares, como o infarto e o derrame.

Além de uma alimentação adequada, rica em frutas, verduras e legumes, os especialistas recomendam a atividade física regular como forma de controle. Qualquer tipo de exercício realizado diariamente por pelo menos 30 minutos favorece a redução do mal colesterol (LDL) e a elevação do bom (HDL). Os melhores são os exercícios aeróbicos, como andar de bicicleta e caminhar.

A Sociedade Brasileira de Cardiologia considera:

HDL – a taxa ideal do chamado “bom colesterol” é acima de 35 mg/dL de sangue. Ele é capaz de evitar o acúmulo de gordura nas artérias e facilitar sua eliminação;

LDL – ajuda o colesterol a entrar nas células, fazendo com que o excesso seja acumulado nas artérias, por isso é conhecido como “ruim”. A taxa ideal é abaixo de 130 mg/dL de sangue.
O colesterol total, obtido através da soma dos valores do HDL e LDL, deve ficar abaixo de 200 mg/dL de sangue.

Você tem problema de colesterol alto? Então, cuidado com sua alimentação! Mesmo quem está com o colesterol em dia deve tomar cuidado. O melhor é ficar de olho nos alimentos que coloca no prato, pois a ingestão constante de gordura saturada, certamente, vai elevar o nível do LDL.

Procure substituir alguns de seus alimentos preferidos (geralmente são os que têm mais gordura saturada!) por outros mais saudáveis! Aqui vai uma dica:

 

TROQUE…
POR…
Leite integral, manteiga, queijos amarelos. Leite desnatado, margarina light, queijo minas, cottage, ricota.
Pães recheados, croissants, brioches. Pão árabe, integral e light.
Patês à base de maionese e manteiga. Picles, azeitonas e cogumelos.
Carnes com molhos cremosos, à milanesa, empanadas fritas ou na manteiga. Grelhados, cozidos e assados.
Peixes gratinados, na manteiga, com molhos cremosos. Grelhados, no papelote, marinados.
Massas com molho branco, gratinadas. Massas sem recheio, com molho vermelho, ao alho e óleo.
Massas com recheio de carne ou queijo. Recheio de ricota, espinafre ou rúcula.
Molhos para saladas à base de maionese, rose, tipo caesar. Molhos de mostarda, iogurte, shoyu, aceto balsâmico, azeite, vinagre, limão.
Batata e polenta frita. Purê de batatas, nhame, de mandioquinha ou de maçã.
Sanduíches com carnes, ovos, bacon, queijo, frango empanado. Lanche natural salada, queijo branco.
Sorvetes, tortas e bolos. Picolé de frutas, frutas em calda.

 

DE OLHO NO COLESTEROL

FIQUE DE OLHO NO SEU COLESTEROL!

Apesar da má fama, o colesterol exerce uma função vital no organismo. Presente no sangue e nos tecidos, ele atua na produção dos hormônios sexuais, na síntese de vitamina D, na fabricação da bílis e no transporte de gordura do intestino para o fígado, músculos e tecido adiposo.

Para obtê-lo, o corpo humano vai buscar seus elementos no fígado ou em alimentos de origem animal. Quando o nível de colesterol no sangue ultrapassa as necessidades orgânicas, o excesso tende a se acumular nas paredes das artérias, formando placas de gordura (ateromas), que podem levar a complicações cardiovasculares, como o infarto e o derrame.

Além de uma alimentação adequada, rica em frutas, verduras e legumes, os especialistas recomendam a atividade física regular como forma de controle. Qualquer tipo de exercício realizado diariamente por pelo menos 30 minutos favorece a redução do mal colesterol (LDL) e a elevação do bom (HDL). Os melhores são os exercícios aeróbicos, como andar de bicicleta e caminhar.

A Sociedade Brasileira de Cardiologia considera:

HDL – a taxa ideal do chamado “bom colesterol” é acima de 35 mg/dL de sangue. Ele é capaz de evitar o acúmulo de gordura nas artérias e facilitar sua eliminação;

LDL – ajuda o colesterol a entrar nas células, fazendo com que o excesso seja acumulado nas artérias, por isso é conhecido como “ruim”. A taxa ideal é abaixo de 130 mg/dL de sangue.
O colesterol total, obtido através da soma dos valores do HDL e LDL, deve ficar abaixo de 200 mg/dL de sangue.

Você tem problema de colesterol alto? Então, cuidado com sua alimentação! Mesmo quem está com o colesterol em dia deve tomar cuidado. O melhor é ficar de olho nos alimentos que coloca no prato, pois a ingestão constante de gordura saturada, certamente, vai elevar o nível do LDL.

Procure substituir alguns de seus alimentos preferidos (geralmente são os que têm mais gordura saturada!) por outros mais saudáveis! Aqui vai uma dica:

TROQUE…
POR…
Leite integral, manteiga, queijos amarelos. Leite desnatado, margarina light, queijo minas, cottage, ricota.
Pães recheados, croissants, brioches. Pão árabe, integral e light.
Patês à base de maionese e manteiga. Picles, azeitonas e cogumelos.
Carnes com molhos cremosos, à milanesa, empanadas fritas ou na manteiga. Grelhados, cozidos e assados.
Peixes gratinados, na manteiga, com molhos cremosos. Grelhados, no papelote, marinados.
Massas com molho branco, gratinadas. Massas sem recheio, com molho vermelho, ao alho e óleo.
Massas com recheio de carne ou queijo. Recheio de ricota, espinafre ou rúcula.
Molhos para saladas à base de maionese, rose, tipo caesar. Molhos de mostarda, iogurte, shoyu, aceto balsâmico, azeite, vinagre, limão.
Batata e polenta frita. Purê de batatas, nhame, de mandioquinha ou de maçã.
Sanduíches com carnes, ovos, bacon, queijo, frango empanado. Lanche natural salada, queijo branco.
Sorvetes, tortas e bolos. Picolé de frutas, frutas em calda.

Peritos gregos e americanos criticam o limite ao consumo total de gorduras

Peritos gregos e americanos criticam o limite ao consumo total de gorduras


Recomendaçõcs americanas e europeias de que uma dieta saudável é aquela que não contém mais de 30% de gorduras sofreram críticas por parte de nutricionistas no simpósio “Creta, a Grécia e as Dietas Mediterrânicas Saudáveis”, realizado em Creta.

O Dr. Meir Stampfer, Professor Associado de Epidemiologia, na Harvard School of Public Health e Professor Assistente de Medicina, na Harvard Medical School em Boston Massachussets, nos E.U.A, considerou que o limite de 30 por cento poderá ser potencialmente perigoso, na medida que as pessoas tentam reduzir tanto as gorduras nocivas como as gorduras benéficas.

As gorduras possuem aracterísticas diferentes e uma dieta rica em azeite, por exemplo, baixa o colesterol tota e o colesterol LDL (colesterol de lípidos de baixa densidade), sem baixar o HDL (colesterol de lípidos de alta densidade). Isto contrasta com uma dieta de hidratos de carbono refinados, os quais, se forem utilizados como substitutos das gorduras, tendem a baixar o HDL e a subir os triglicéridos. Para além disso, é o LDL oxidado que gera as alterações nas artérias que caracterizam a doença cardíaca. O azeite tem propriedades anti-oxidantes que protegem o LDL da oxidação.

O Dr. Stampfer achou que o limite de 30 por cento do total de gorduras estava a desviar a atenção de questões mais importantes, tais como o aumento da actividade fisíca, a ingestão de legumes e frutas e a redução de ácidos gordos trans e saturados.

“Quando se consideram os efeitos adversos que uma dieta rica em hidratos de carbono exerce sobre os lípidos e os efeitos diferenciais de diferentes gorduras sobre o colesterol e o HDL, não se encontra um apoio generalizado para uma redução no total de gordura, mas antes um bom apoio para a alteração dos tipos de gorduras na dieta”.

A Professora Antonia Trichoupoulou, Professora de Nutrição e Bioquímica na Athens School of Public Health e líder do World Health Organization Collaborating Center for Nutrition, considerou que estas mesmas directrizes “bastante influenciadoras para opinião” estão a ajudar a destruir a sadável dieta Mediterrânica tradicional nos respectivos países de origem, tendencialmente pobres e à adopção das directrizes em vigor noutros países.

Retirado de: The ILIB Handbook for Clinical Practice (1995), com base nas Directrizes da European Atherosclerosis Society e da U.S. National Cholesterol Educational Program

FONTE: Biblioteca Européia de Informação Médica sobre o Azeite